Posso não perceber nada de feijoada, mas passei o fim de semana INTEIRINHO ao redor da preparação, execução e finalização de uma.Foi na Casa do Brasil. E correu tudo muito bem.
Não só os humanos são malucos por piscinas. Os pombos também se apinham em redor de uma, logo que arranjam uma possibilidade.
Apesar de tanta gente sem casa, há muita casa sem gente.
Quantas famílias cabem aí dentro? Quanta gente sem tecto vocês poderiam abrigar?
No salão de Arte Lisboa de 2006, encontrei personalidades curiosas.
Eh pá, mas que grande crise que anda por aí!
Aqui está a rocha que resiste infinitamente na incessante rebentação marítima. Eis a pedra que teve a ousadia de se desprender do conforto da terra e resolveu desafiar todo o interminável mar.

Estava em Santiago de Compostela, na Casa das Crechas.
Sei que este rapaz que ri lá do alto, perante a nossa tentativa de mirar-lhe os olhos sem cruzar a nossa vista com o Sol, fica no topo de um pequeno teatro localizado no "Sítio" na Nazaré. Não me lembro o nome do teatro e não sei o nome do rapaz, mas quem souber alguma das denominações deixe um comentário "em anexo".