quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Slash

Por causa deste livro dormi imensamente mal (e pouco) durante as duas últimas semanas.
Na verdade, procurava há algum tempo um livro assim, que retratasse a vida de um músico que eu conhecesse e que contasse o seu cotidiano, suas histórias e bastidores, da melhor ou pior forma. Como diz a capa: "parece excessivo, mas isso não quer dizer que não tenha acontecido". No entanto, pouco me interessa se aconteceu ou não, o importante é que foi muito divertido e intenso. Pode ser tudo treta, mas o certo é que fazia tempo que não lia um livro que me puxasse tanto para dentro dele.
Normalmente, deitava-me às 00:00 e só conseguia dormir às 2:00 da manhã e às vezes mais tarde. Tinha de fazer força para dormir. Tinha aquele sentimento: é preciso dormir. Parecia que estava vivendo a realidade dos Guns N' Roses, só que sem estar chapado o tempo todo como o Slash.
Entretanto, a imersão nesta realidade (para mim uma mera ficção) foi tão grande e tão boa, que acabei começando a ouvir de novo os Guns e comecei a ouvir Velvet Revolver - a nova banda dos ex-Guns Slash, Duff e do Matt Sorum (e ainda daquele gajo dos Stone Temple Pilots, que é o vocalista). E, felizmente, peguei na minha Epi Les Paul e desatei a tocar os poucos solos do Slash que sei, "junto" com ele, apesar de ele afinar a guitarra, pelo menos nos discos dos Guns, de forma diferente (acho que em ré, mas não tenho a certeza e não estou para pensar agora).
Calhou ainda de ter sido há pouco tempo lançado o "Chinese Democracy", dos novos Guns - sobre isso irei escrever noutro post - e maior pertinência ganhou a minha leitura.
Enfim, a pena é que terminou. Mas continuo a terapia musical e literária: comecei a ler "Bono por Bono" e tenho na prateleira o "Eric Clapton".

quarta-feira, 28 de janeiro de 2009

Ferramentas deficientes

Não percebo. Há sítios onde abro o blog, onde as configurações de edição não permitem links, fotos, nem sequer uma configuração como deve ser dos parágrafos.

terça-feira, 27 de janeiro de 2009

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Força Milú! Continua assim!

Muito bem Milú! Força!
Também estou contigo. Graças à tua (será mesmo tua?) resistência (ou teimosia?) o PS já não irá vencer com maioria absoluta em 2009.
Portugal agradece.

Piscar ou não

O primeiro que piscar perde.
Nunca pensei jogar a este jogo, já com 32 anos de idade. Acho que nunca tinha jogado também.
Mas a verdade é que joga-se bem. E eu, por mim, estarei tranquilo o tempo que for necessário.
É esperar - sem piscar.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Chicotes

Sinto-me mal.
Queria convidar a todos, como sempre faço. Queria que todos se juntassem na dinâmica. Depois lembrei-me de como ficam alguns dos outros, quando os chamo para as dinâmicas. Ou dizem que eu os chamei tarde, ou dizem que teve lá uma vez no passado que não os chamei, ou que um dia me telefonaram e eu não atendi o telemóvel, ou, se tudo falha, os meus antepassados não agiram bem em uma ou outra situação. Sempre, evidentemente, deixam no ar a intencionalidade.
Estou hesitante. Parece assim: convida-os para eles te chicotearem. Convida para teres chatice. É uma pena, os 2 anos já pesam nas minhas costas, antes eu até achava graça ao descaramento, porque queria aprender por mim próprio estas coisas. Hoje chateio-me com a injustiça das acusações.
Ainda outro dia eu brincava: vamos fazer o primeiro Fórum a respeito deste tema, para reunirmos todos e eles terem a oportunidade de dizerem que demoramos muito tempo a tomar a iniciativa de fazer isso. Vamos ouvir que devíamos ter pensado e feito isso há muito tempo.
Que se lixe. Vou convidar a todos assim mesmo. Eles que se criem e aprendam a viver em conjunto.

sábado, 17 de janeiro de 2009

Fase estável de imigração em Portugal

A fase estável que Portugal vive quanto à chegada de novos imigrantes confirma a tese de que quando não há trabalho, ou de que quando há piores condições de trabalho, as pessoas deixam de vir tanto, ou começam a regressar aos seus países de origem, ou vão buscar oportunidades em outras paragens. As pessoas vão para onde há oportunidades e nunca representam um peso para a Segurança Social dos países de acolhimento. Costumam até é ir-se embora sem nunca beneficiarem de nada, apesar de terem efectuado as contribuições.
Isso de procurar oportunidades e, se não as há, ir à procura em outros lugares, ocorre em qualquer país do Mundo, seja no Brasil (que também é um país de imigração, a nível da América do Sul), seja em Portugal, seja no Quénia ou no Japão. Ocorre também com cidadãos de todo o Mundo. Os portugueses sabem que com a crise e aumento do desemprego em Portugal, os portugueses tem emigrado mais.
É interessante quando as teses se confirmam. Não é necessário ter medo da imigração em contexto de crise. Aliás, infelizmente, são os imigrantes é que devem ter medo da crise, ainda por cima quando os populismos vão ganhando forma.

Concentrado de iniciativas

Multilinguismo, Interculturalidade no Trabalho e Formação e Integração - tanta coisa junta que se fez em uma semana de Dezembro.

Rara sobriedade

Às vezes não se entende como se acorda tão tarde para um assunto.

Músicas alinhavadas

Um alinhamento onde as músicas saem quase sem querer:
1 -Paciência - Lenine;
2 - Meu erro - Paralamas do Sucesso;
3 - Daniel na cova dos leões - Legião Urbana;
4 - Proibida pra mim - Zeca Baleiro;
5 - Me chama - Lobão;
6 - Eu sei - Legião Urbana;
7 - Nebulosa do amor - Paralamas do Sucesso;
8 - Fátima - Capital Inicial;
9 - Quase sem querer - Legião Urbana;
10 - Espaço e tempo - Gustavo B;
11 - Tempo perdido - Legião Urbana;
12 - Sina - Djavan;
13 - Minha casa - Zeca Baleiro;
14 - Saber amar - Paralamas do Sucesso;
15 - Sozinho - Caetano Veloso;
16 - A novidade - Gilberto Gil;
17 - Fio Maravilha - Jorge Ben Jor.

Dificuldades e futuro

As dificuldades são sempre pouco atractivas.
Tenho sorte. As dificuldades me motivam. É delas mesmo que se produzem as mudanças e avanços mais importantes.
Tenho outra sorte. Tenho a consciência de que tudo é fundamentalmente igual, que ninguém é muito melhor do que ninguém em termos de potencial, que não é preciso buscar nos vizinhos coisas que temos em nós próprios - mas que temos de saber cultivar (e isso é que pode ser mais difícil). Todos temos potencial para chegarmos onde quisermos, se tivermos paciência de trilhar o caminho, que é mais ou menos longo dependendo de cada um. Mas vizinhos são necessários sim, para parcerias, dinâmicas em rede e nunca para guerrinhas inúteis e de vaidades.
Pena é que não tenho todo o tempo presente que preciso para transformar. Talvez fosse possível em outras circunstâncias pessoais e laborais.
Talvez até fim de Janeiro tal não seja possível, há muitas coisas acontecendo. Muita dispersão de tarefas.
Se houvesse mais pessoas acreditando em si próprias, era possível. Há quem não conheça o que tem dentro, todo o potencial de mudança contido dentro de si, todo o seu poder transformador.
Eu, confesso, às vezes me esqueço também. Ou, como muitos, não consigo concentrar as forças num foco só.
Por isso tudo, porque sei de tudo isso de que disponho, sei que tudo vai se endireitar. E que se hoje há uma contrariedade, se se trabalhar bem e muito, no futuro há pelo menos 7 sucessos em potência guardados em cada dificuldade.