(...) Com um ar grave, atirou para o ar um relativiza. O outro espreguiçou-se. Como estás tão sério e enfias na boca essa palavra? O que interessa? É só uma palavra. Podia ter dito outra coisa qualquer. Sim mas foi essa, não foi céu azul. Isso são duas. Espreguiças-te em todo o lado. Meus braços precisam de ter utilidade. Não vês que estou longe? Ver não vejo, ouço sons. Serve de muito isso tudo o que não tens, e ainda os braços para se espreguiçar. Culpa, isso acaba um dia. Relativiza, a sério, se não viras um inútil. A culpa não morre nunca, antes vive com cada vez mais força e energia. E só precisa de umas quantas sombras para ocupar todo o espaço que tens. (...)
quarta-feira, 30 de junho de 2010
terça-feira, 29 de junho de 2010
Hugo Almeida
Não sei se o Queiroz consegue explicar em menos de 300 páginas a substituição do Hugo Almeida, que tirou Portugal da Copa.
Espanha - Portugal
Não vou sofrer desse jeito na sexta. De jeito nenhum.
3-0
O Brasil fez um bom jogo com o Chile.
Eficaz, bonito, tranquilo e cheio de objetividade. Venha a Holanda.
segunda-feira, 28 de junho de 2010
Paz
Inspirado por bons ventos e sentimentos.
É o que posso dizer da nova música dos understood. Compus na quinta passada "Peace of me". Ela veio tarde da noite, num jorro, depois de uma hora e tal de guitarrada. Filha da fome de tocar e da necessidade de dizer coisas. Primeiro era "piece", depois vi que na verdade era "peace".
Apesar de ser tudo fácil de fazer ao nível da técnica é preciso estar bem tranquilo para tocar. Foi difícil mostra-la ao vivo para o JP, ontem. E é daquelas coisas que não faz sentido mexer em nada. Pensa-se: "está feito". E se, apesar disso, se tem a ousadia de mexer, fica tudo errado.
Brasil - Chile
Hoje há um jogo difícil com o Chile.
Talvez seja só o trauma de um jogo da Copa América, no tempo em que eu morava no Brasil.
0-0
Não foi um mau resultado.
Até foi interessante para Portugal e Brasil.
Agora, a encontrarem-se, será na final.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
Slash, parte IV
O começo do show e de Ghost.
quinta-feira, 24 de junho de 2010
UP no Slash

Os understood project (na foto as mãos esquerdas dos seus integrantes, lá no Coliseu) estiveram no concerto de Slash.
Na verdade, eu nem tinha insistido muito com o JP para ele ir.
Mas, em conversa, à tarde, combinamos. Felizmente sobraram bilhetes e o JP comprou o dele lá no Coliseu. O meu bilhete já o tinha há dois meses.
Foi muito bom. Assim, não precisei contar para ele sobre como foi tão excelente. E foi genial, os "up" vendo o Slash tocando com as suas Les Paul (como nos "up": as Les Paul, não a técnica). Percebi, durante o concerto que estava perante coisa boa e foi um alívio saber que tinha mais gente a partilhar a ocasião (especialmente o JP, fã de rock), para me garantir que era verdade.
Slash, parte II
O concerto foi um verdadeiro concentrado de energia. Daquelas ocasiões em que as baterias recarregam. Sim, eu agora sou um dos "cotas" (em Portugal "coroa") que vai ver Slash, mas foi mesmo bom. Havia muita juventude. Talvez o rock não morra tão rápido.
E revi o João Paulo no show, amigo da Escola Secundária e que não via há pelo menos uns 12 anos, que estava lá na produção. Portanto, o sentimento de regresso ao passado foi forte.
Tudo isso me fez tremendamente bem. Acordei achando que todas as tempestades que tenho na cabeça são num copo d'água. E hoje estava com aquela certeza tão boa: tudo o que se faz é para culminar no investimento em momentos como esse, nessa busca de prazer e coisas boas.
Slash, parte I
"Ganda concerto. Muito especial. Há uma hora tinha dezoito anos outra vez", estava escrito num sms que enviei logo a seguir ao concerto de Slash, ontem.
terça-feira, 22 de junho de 2010
Como diz o acordo?
É preciso tomar uma decisão séria: é gols ou golos.
Esta anarquia não pode continuar.
Sobre a Coreia do Norte
Perspectivas:
- Os 7-0 de Portugal foram um excelente tónico para a seleção. Puxou o time para cima. Portugal está relançado na Copa.
- Se o Brasil tivesse feito o mesmo eu estaria preocupado. Os jogadores iam achar que a Copa vinha fácil. Acentuaria os saltos altos. Por isso, aos golos da Coreia e da Costa do Marfim eu até chamaria de importantes. Aliás, já tinha comentado aqui.
Apagando e escrevendo
Fiquei aqui escrevendo e apagando, escrevendo e apagando, escrevendo e apagando.
Será que é a isso que se chama falta de personalidade?
Ou será só por achar que não tinha mesmo nada para dizer, ou que as coisas que escrevi não deviam ser publicadas?
Um dia, sei lá quando, saberei. Nem quero saber, talvez.
[já passa da meia noite]
[já passa da meia noite]
segunda-feira, 21 de junho de 2010
7-0, o resumo
é cerca de 90 minutos de resumo. vuvuzelas, gols em velocidade normal, camera lenta, vários angulos, vuvuzelas, claque, estadio, treinador, coreanos desorientados, vuvuzelas, cara do cristiano ronaldo triste por falhar, bola nas costas do ronaldo, ronaldo feliz por marcar. vuvuzelas, vuvuzelas, vuvuzelas, vuvuzelas, vuvuzelas. arbitro a apitar o fim de jogo. vuvuzelas, vuvuzelas.
7-0
Chuva de gols. Perdão, golos.
3-1 na Costa do Marfim
confesso q se no inicio eu estava chateado com o segundo gol do luis fabiano com a costa do marfim (q ele ajeita com a mao), porque o brasil n precisa dessas coisas. depois que a costa do marfim começou a jogar com uma brutalidade inacreditavel e lesionou o elano e quase o michel bastos, ate fiquei com pena dos 3 gols n serem com a mão.
outro detalhe: no inicio do jogo apostei q o brasil ganhava 4-0 e fui o mais otimista. no fim, ate fui dos mais realistas.
o brasil fez o jogo de muitos anos a essa parte. parado, parado, parado, sono, sono, onde esta o brasil? e depois ha uma jogada rapida, certeira, cirurgica, bem trabalhada e os gols saem. n é muito bonito, é verdade. e as vezes n da certo. mas da muitas vezes.
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