domingo, 23 de abril de 2006

30

Hoje acordei e as coisas estavam um pouco diferentes, como se eu tivesse 3 décadas de vida em cima.
Ah! Mas é verdade! Fiz 30 anos hoje!

quarta-feira, 19 de abril de 2006

Expectativas

"Eu pouco falar português. Você saber falar russo?"
Dona Vira, no meu trabalho, dirigiu essa pergunta à minha pessoa.

sexta-feira, 14 de abril de 2006

Debret, parte III


Ainda outras imagens surgem, relativamente à palavra "debret" no Google.
Apresentam-nos um Hotel de Luxo, em Copacabana.
Servirá para albergar os descendentes dos que exploravam os escravos?

Debret, parte II

Mais algumas imagens de Debret, todas testemunhando a escravidão:

Debret, parte I

Minha mãe há uns minutos pediu-me para eu abrir imagens do Debret, na Internet.
Apareceram algumas coisas, com a palavra "debret".
Vejamos as mais interessantes:
Enriquecendo o Brasil
A força dos braços negros moveu os engenhos do riquíssimo negócio da cana-de-açúcar nos séculos 16 e 17 - algo como é o comércio do petróleo hoje em dia - e transformou Portugal em um dos países mais poderosos do mundo. A escravidão alimentou o luxo e o poder dos sinhozinhos locais e forneceu ouro e diamantes para a Europa. O ouro dos escravos embelezou os palácios de Lisboa e os altares de Ouro Preto, em Minas Gerais. Todos os acontecimentos históricos do Brasil contam com a presença do negro: da invasão holandesa em Pernambuco, em 1630, à Guerra do Paraguai, em 1864, da Inconfidência Mineira, 1789, à Segunda Guerra Mundial, 1939 a 1945.
In http://revistacriativa.globo.com/Criativa/0,19125,ETT507937-2240,00.html
Retrato da crueldade: obra do francês Jean Baptiste Debret, que registrou cenas do Brasil de 1816 a 1831


Zsoze Kósta

Ontem acabei de ler um livro que considerei muito bom: o "Budapeste", de Chico Buarque.
Ando numa fase de abstracção em termos de leitura. De facto, quanto mais descabida ou abstracta é a história, mais a mesma merece a minha atenção. É a escapatória que tenho tentado criar à dura realidade que o trabalho me impinge à cada dia.
Achei Budapeste um livro simpático, interessante e bem escrito. O Chico Buarque pega muito bem em José Costa e no mundo que o rodeia. Acaba nos levando na viagem maior a Budapeste e nas "viagens" verdadeiramente surpreendentes da personagem.
Foi daqueles livros que tive pena de acabar e que, por isso mesmo, tem o tamanho e o final adequado ao meu gosto de leitura.
"E a mulher amada, de quem eu já sorvera o leite, me deu de beber a água com que havia lavado a sua blusa".

domingo, 9 de abril de 2006

Chamada contra a pobreza

A coitada da sociedade civil continua tentando amenizar a conduta absolutamente irresponsável dos estadistas e dos donos das grandes multinacionais.
Visitem:
http://www.chamadacontrapobreza.org.br

segunda-feira, 27 de março de 2006

Forum Gulbenkian Imigração

E o título da comunicação de 6/7 de Março de 2007:
Imigração: oportunidade ou ameaça?
Lembra aqueles inquéritos loucos da Revista Mad, sem pés nem cabeça.
São só estas as hipóteses?

domingo, 26 de março de 2006

Gz.pt

Foi criada a Associação de Solidariedade com a Galiza, Gz.Pt.
Devo desde já dizer que, se o nome é bom, parece-me que o conjunto de pessoas que a constitui ainda é melhor.
A nova associação foi criada há pouquíssimo tempo e já tem uma agenda ambiciosa e ao mesmo tempo exequível, nomeadamente, um Jantar-Festa galego e uma tarde cultural, nos dias 30 de Março e 1 de Abril, respectivamente.
Para quem estiver interessado:
Criação da Gz.pt
Sucesso na primeira assembleia da Gz.pt
Jantar, festa e debates

sábado, 25 de março de 2006

Sem gasolina

Nunca em minha vida o "não ter tempo", o não ter capacidade de encaixe, fez tanta parte do meu quotidiano. Bom sinal, em tempos de escassez de trabalho. Mau sinal para a vida pessoal, de empreendimento e de arte.
E confesso que hoje, na "festa – trabalho" em que participei, na Boba, em que tive algum tempo livre - ocupado com a redacção de um esboço de parecer - pensei que poderia chegar um pouco além das proximidades, se pudesse desenvolver com mais tempo o diverso material que crio ou recrio, ou moldo, no meu trabalho.
É uma sensação de sair do porto sem ter gasolina suficiente e ter sempre de regressar à base no meio da viagem.

Luz no fim do túnel: parte II

Procurando uma imagem no Google, para ilustrar o post anterior, com o critério "luz no fim do túnel" encontrei:
esta imagem:


(e veio o Lula...)





este blog:
Luz no fim do túnel

Luz no fim do túnel

Outro dia um utente me dizia, a propósito de umas alegações que eu o ajudava a redigir que “há sempre uma luz no fim do túnel”. Na altura eu tive de informar que às vezes não é bem assim e ele respondeu com um “tenho fé”.
Naquela tarde eu não estava com a mesma sensibilidade de hoje.
Aliás, hoje percebo o que ele disse, em parte.
De facto, o ter fé, o enxergar uma luz no fim do túnel, ainda que muito longínqua, permite andar com mais vontade dentro do túnel. Podemos até não conseguir chegar à luz, mas significa que encontramos uma direcção, uma orientação, um caminho a seguir.
Mesmo que se caia num buraco, a força redobra e damos pisadas mais firmes, rumo à luz.
E o resto é deixar tudo nas mãos do nosso trabalho e sorte.

domingo, 12 de março de 2006

Bush mandou bombardear as Ilhas Canárias

Recebi um e-mail bombástico, que diz o seguinte:
In an attempt to thwart the spread of bird flu, George W. Bush has bombed the Canary Islands.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2006

Poema ao calhas, às 00.01

O Funeral de Sarpèdón
Grave pesar tem Zeus. A Sarpèdón
Pátroclo matou; e agora lançam-se
o filho Menécio e os aqueus para
arrebatar e vilipendiar o corpo.
Konstandinos Kavafis, in Poemas e Prosas

É caso para dizer:
"Se faz favor, traga-me também umas febras ( ),
um queijo de Nisa ()
e um copo de vinho ( )"

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2006

Apetece-me dizer coisas, sem dar muito desenvolvimento - Parte V

Nossas democracias perfeitas vão se aperceber muito tarde da sua imperfeição.

Apetece-me dizer coisas, sem dar muito desenvolvimento - Parte IV

Apetece-me ser assim, superficial, impreciso, parcial e sem rigor, como a comunicação social.

Apetece-me dizer coisas, sem dar muito desenvolvimento - Parte III

O Mundo está mal e não recomenda-se.

Apetece-me dizer coisas, sem dar muito desenvolvimento - Parte II

Era bom que as músicas fossem todas como a Freak Show Excess, do Steve Vai.

Apetece-me dizer coisas, sem dar muito desenvolvimento - Parte I

O estrangeiro só é estrangeiro porque o tratam como tal ou porque o mesmo se comporta como tal.
Não haveria imigrantes se todos fossemos encarados como iguais, sem discriminação.

sábado, 11 de fevereiro de 2006

Silêncio

O silêncio que se abate sobre este blog deve-se à falta de liberdade de imprensa e medo de que as minhas palavras possam ser mal interpretadas em algum país do mundo, dando lugar a bombardeamentos dos Estados Unidos, execuções na China, revolta nos países árabes, chacinas em Israel, vitórias do Sporting ou do Porto e debates políticos no Brasil.