segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Força Milú! Continua assim!

Muito bem Milú! Força!
Também estou contigo. Graças à tua (será mesmo tua?) resistência (ou teimosia?) o PS já não irá vencer com maioria absoluta em 2009.
Portugal agradece.

Piscar ou não

O primeiro que piscar perde.
Nunca pensei jogar a este jogo, já com 32 anos de idade. Acho que nunca tinha jogado também.
Mas a verdade é que joga-se bem. E eu, por mim, estarei tranquilo o tempo que for necessário.
É esperar - sem piscar.

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Chicotes

Sinto-me mal.
Queria convidar a todos, como sempre faço. Queria que todos se juntassem na dinâmica. Depois lembrei-me de como ficam alguns dos outros, quando os chamo para as dinâmicas. Ou dizem que eu os chamei tarde, ou dizem que teve lá uma vez no passado que não os chamei, ou que um dia me telefonaram e eu não atendi o telemóvel, ou, se tudo falha, os meus antepassados não agiram bem em uma ou outra situação. Sempre, evidentemente, deixam no ar a intencionalidade.
Estou hesitante. Parece assim: convida-os para eles te chicotearem. Convida para teres chatice. É uma pena, os 2 anos já pesam nas minhas costas, antes eu até achava graça ao descaramento, porque queria aprender por mim próprio estas coisas. Hoje chateio-me com a injustiça das acusações.
Ainda outro dia eu brincava: vamos fazer o primeiro Fórum a respeito deste tema, para reunirmos todos e eles terem a oportunidade de dizerem que demoramos muito tempo a tomar a iniciativa de fazer isso. Vamos ouvir que devíamos ter pensado e feito isso há muito tempo.
Que se lixe. Vou convidar a todos assim mesmo. Eles que se criem e aprendam a viver em conjunto.

sábado, 17 de janeiro de 2009

Fase estável de imigração em Portugal

A fase estável que Portugal vive quanto à chegada de novos imigrantes confirma a tese de que quando não há trabalho, ou de que quando há piores condições de trabalho, as pessoas deixam de vir tanto, ou começam a regressar aos seus países de origem, ou vão buscar oportunidades em outras paragens. As pessoas vão para onde há oportunidades e nunca representam um peso para a Segurança Social dos países de acolhimento. Costumam até é ir-se embora sem nunca beneficiarem de nada, apesar de terem efectuado as contribuições.
Isso de procurar oportunidades e, se não as há, ir à procura em outros lugares, ocorre em qualquer país do Mundo, seja no Brasil (que também é um país de imigração, a nível da América do Sul), seja em Portugal, seja no Quénia ou no Japão. Ocorre também com cidadãos de todo o Mundo. Os portugueses sabem que com a crise e aumento do desemprego em Portugal, os portugueses tem emigrado mais.
É interessante quando as teses se confirmam. Não é necessário ter medo da imigração em contexto de crise. Aliás, infelizmente, são os imigrantes é que devem ter medo da crise, ainda por cima quando os populismos vão ganhando forma.

Concentrado de iniciativas

Multilinguismo, Interculturalidade no Trabalho e Formação e Integração - tanta coisa junta que se fez em uma semana de Dezembro.

Rara sobriedade

Às vezes não se entende como se acorda tão tarde para um assunto.

Músicas alinhavadas

Um alinhamento onde as músicas saem quase sem querer:
1 -Paciência - Lenine;
2 - Meu erro - Paralamas do Sucesso;
3 - Daniel na cova dos leões - Legião Urbana;
4 - Proibida pra mim - Zeca Baleiro;
5 - Me chama - Lobão;
6 - Eu sei - Legião Urbana;
7 - Nebulosa do amor - Paralamas do Sucesso;
8 - Fátima - Capital Inicial;
9 - Quase sem querer - Legião Urbana;
10 - Espaço e tempo - Gustavo B;
11 - Tempo perdido - Legião Urbana;
12 - Sina - Djavan;
13 - Minha casa - Zeca Baleiro;
14 - Saber amar - Paralamas do Sucesso;
15 - Sozinho - Caetano Veloso;
16 - A novidade - Gilberto Gil;
17 - Fio Maravilha - Jorge Ben Jor.

Dificuldades e futuro

As dificuldades são sempre pouco atractivas.
Tenho sorte. As dificuldades me motivam. É delas mesmo que se produzem as mudanças e avanços mais importantes.
Tenho outra sorte. Tenho a consciência de que tudo é fundamentalmente igual, que ninguém é muito melhor do que ninguém em termos de potencial, que não é preciso buscar nos vizinhos coisas que temos em nós próprios - mas que temos de saber cultivar (e isso é que pode ser mais difícil). Todos temos potencial para chegarmos onde quisermos, se tivermos paciência de trilhar o caminho, que é mais ou menos longo dependendo de cada um. Mas vizinhos são necessários sim, para parcerias, dinâmicas em rede e nunca para guerrinhas inúteis e de vaidades.
Pena é que não tenho todo o tempo presente que preciso para transformar. Talvez fosse possível em outras circunstâncias pessoais e laborais.
Talvez até fim de Janeiro tal não seja possível, há muitas coisas acontecendo. Muita dispersão de tarefas.
Se houvesse mais pessoas acreditando em si próprias, era possível. Há quem não conheça o que tem dentro, todo o potencial de mudança contido dentro de si, todo o seu poder transformador.
Eu, confesso, às vezes me esqueço também. Ou, como muitos, não consigo concentrar as forças num foco só.
Por isso tudo, porque sei de tudo isso de que disponho, sei que tudo vai se endireitar. E que se hoje há uma contrariedade, se se trabalhar bem e muito, no futuro há pelo menos 7 sucessos em potência guardados em cada dificuldade.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

terça-feira, 30 de dezembro de 2008

Gustavo B

Mas quem eu ando ouvindo mesmo muito ultimamente é o Gustavo B.
Ele escreve e toca coisas que até parece que fui eu quem fiz.

Romance

Foi uma pena, não consegui ver o Nei Lisboa de novo na minha estada em Porto Alegre.
Nei Lisboa

G9 D6/F#
Todas as bobagens que eu já disse
Em Asus4 D Em7 F#m7
Dariam pra encher um caminhão
G9 D6/F#
Mesmo assim encontro no caminho
Em Asus4 D Em7 F#m7
Milhares mais otários do que eu

G
Por isso meu amor
D
Não leve tão a sério
E
Nem o que eu digo
Em Dsus2
Nem o que eu deixo de esconder
G
Não vai ter graça o dia
D
Em que eu bater a porta
E Em A7(#5) (dedilhando)
E você não abrir pra responder

G9 D6/F#
Todas as pessoas que eu conheço
Em Asus4 D Em7 F#m7
Cabem bem juntinhas na palma da mão
G9 D6/F#
Pra você guardei um universo
Em Asus4
Quando falta espaço, eu faço um verso
D Em7 F#m7
E durmo na canção

G
Por isso meu amor
D
Não pense que é brinquedo
E Em Dsus2
Eu tenho medo e morro de paixão
G
Não vai ter graça o dia
D
Em que eu abrir a porta
E Em Dsus2
E a tua mão vazia disser não

G9 D6/F#
Todas as bobagens que eu já disse
Em Asus4 D Em7 F#m7
Dariam pra encher um caminhão
G9 D6/F#
Pra você guardei um universo
Em Asus4
Quando falta espaço, peço teu perdão

G
Por isso meu amor
D
Não leve tão a sério
E Em Dsus2
Se eu morro de medo, brinco de paixão
G
Não vai ter graça o dia
D
Em que eu te vir na porta
E Em Dsus2 Em7 F#m7 G
E não souber se entro ou faço uma canção

Sobre nós dois

Um dos cd's que comprei em Julho no Brasil foi

Sobre nós dois e o resto do mundo do Frejat

Obs.: O A e o A7+ se dividem na mesma batida. (um só tempo)

Intro A A7+ D

A A7+ A A7+ D
Teu olhar me acompanha do outro lado da rua
A A7+ A A7+
Um sorriso discreto
D
E hoje a noite é minha
D
Seu andar folgado me chama
B
Da morte ela morre de medo
E F#m
E já disse que me ama
E F#m A
Mas tem que ser em segredo

D A
Sobre nós dois
B
Ninguém vai saber de tudo
D A
Parece uma partida
B
Contra o resto do mundo
A A7+ D
O resto do mundo...

A A7+ A A7+
Ela vibra como criança
D
Vestida pra mim está nua
A A7+ A A7+
Dormindo é quase uma santa
D
Nasceu sorrindo pra lua
D
Teu andar folgado me chama
B
Da morte ela morre de medo
E F#m
E já disse que me ama
E F#m A
Mas tem que ser em segredo

G A
Eu até sonhei com isso
G A
As coisas mais loucas com ela eu arrisco
E
Com ela eu arrisco...

Final: A A7+ D

A aparelhagem autónoma

A janela deixava entrar a luz e o ar com que respirava.
E a sua aparelhagem lhe fornecia toda a música que necessitava para sobreviver.
Até hoje ele lembrava do dia em que a aparelhagem havia falhado. Que desastre, que desespero, que nervos. E ele trazia um cd novo para ouvir. Parecia pessoal o negócio. Parecia que a aparelhagem tinha algo contra ele.
Ele ia entrando no bom da música, passava o refrão, ouvia a chamada para os outros versos da música e rsshuahh, o cd fazia um barulho e começava a saltar por diferentes trechos das canções.
(…) És mesmo o meu (…) palhaço (…) gosto de cantar (…) olha que coisa mais linda (…) seu desafinado (…)

Devaneios

Lá estavam os dois, na mesa do bar.
Ele preocupado com a cerveja, ela perguntando um monte de coisas. Ele começou a reagir. Começou a responder que sim. Enquanto pensava na cerveja, que tinha pouca espuma, ia fazendo o diálogo andar. “Claro”, “sim, sim”, “também acho”, “pois é”.
“Realmente é uma vergonha inadmissível”, “Amor, achas que sim?”, “Claro que sim”, “Pronto, então vamos mesmo casar na Igreja”.
Acordou.
“Como?”, “Se achas uma vergonha casar só no civil, vamos nos casar na Igreja também, não sabia que achavas tão embaraçante”.

Back-up

Peça para fazer o back-up.
Mas chega pedir. Não pense que o resultado prático disso é visível. Não pense ou não se canse a procurar os arquivos. Já estão guardados, para que procurá-los?
Deixe-os estar.
Caso queira mesmo assim ir à procura deles, deve aprender a trabalhar em minas, porque para recuperar um arquivo que fica gravado em um back-up é preciso ter alguma qualificação nesta área.

É fácil falar

Palco Oriental. Todos tomando café.
Dizem-me: faço parte do coro de qualquer sítio.
Dizem-me: tenho duas coisas que gostava de aprofundar, gostava de fazer um mestrado em algo relacionado com música e outro relacionado com política.
Digo: é necessário fazer primeiro as coisas mais importantes.
Evidentemente a música.

segunda-feira, 29 de dezembro de 2008

Pretensões para 2009

2008 foi um ano difícil. Bem difícil. O segundo semestre então foi super difícil e super entediante.
O que aprendi é que tudo o que se quer fazer se consegue executar, mal ou bem. Tive que aprender. Não queria ter aprendido o quanto o meu suor vale. Mas é assim mesmo. O meu suor põe as coisas no lugar e apaga imensos fogos. Porquê logo eu, é a pergunta.
Não estou sozinho. Tenho mais 3 pessoas assim. Somos poucos, mas ao mesmo tempo somos os suficientes. A vontade e a motivação é um motor de possibilidades infinito.
2009 não vai ser assim tão difícil e tão chato. Vai ser fácil, risonho e as coisas vão fluir positivamente.
Todos vão fazer um pouquinho e deixarei de estar tão sobrecarregado. As pessoas vão valorizar os seus papéis, seus cargos e lugares. Sua actividade. Tudo vai dar certo. Passarei a coordenar mais e a executar menos.