domingo, 22 de maio de 2011

Ramil

Com a indisposição lixada que o corpo resolveu me oferecer, cheguei a pensar que o concerto de Vítor Ramil estava comprometido.
Mas parece que não.
O meu corpo já está funcionando normalmente e ainda há ingressos para amanhã, no Teatro São Pedro (que por sinal é muito bacana).
Acho que ele não vai tocar esta linda música aqui, mas estou com enormes expectativas. Conto, sem dúvida e sem concessões, é com Ramilonga.
Amanhã a prioridade é meter a mão num ingresso.
A foto é lá dos tapumes da Praça da Alfândega.

quinta-feira, 19 de maio de 2011

mensagens

Rebele-se e rebole-se.
Esta não é na Praça da Alfândega. Não me lembro bem, mas era perto da Duque. De qualquer forma, o conselho é igual. Antes era um apelo só. Agora podem ser dois em simultâneo.
Sobre o marcador pichação (engraçado dizer isso em Portugal!)

Paz?

Quando a Praça da Alfândega ficar pronta, vai ser uma pena perder tudo o que se vai pintando e escrevendo nos tapumes. Tomara que guardem algumas coisas, como esta, para memória futura.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

cores

Aparecem umas vontades, apertam-se uns botões, tomam-se umas decisões e o mundo ganha outras cores.

Abelhas

As abelhas estão extinção. Duas delas passaram o almoço disputando a salada e o suco de laranja comigo.

teatro mágico

Hoje o Gabriel esteve aqui. Encheu a minha sala com canções do Teatro Mágico. Elas ainda estão impregnadas na parede. Foi muito bom. Ele, como sempre, pediu que eu tocasse tudo o que eu te dou, do Pedro Abrunhosa. Há quantos anos fazemos isso? O repertório muda um pouco, apesar de tudo o que eu te dou. Fui egoísta hoje. Depois de cumprir a minha parte com esta música e mais uma ou duas bem aldrabadas, eu disse: faço a pizza mas só tu é quem vais tocar. Foi uma boa ideia. A pizza é que podia ter mais queijo.

Luxo

É um luxo entregar o IRS com tanta antecedência. Nunca tinha passado por isso. Preciso arrumar mais ocupações, pelos vistos.

sentidos

Pronto, já embarquei de novo num negócio que me faz bem ao coração fazer. E é tão bom se sentir assim. Não acredito que se torne um vício. Já cheguei a pensar se seria. Mas não. Acho que agora virá um tempo de acalmia e de saber que fiz uma coisa ousada. Eu me compreendo e é o que basta para enfrentar os novos tempos e desafios. Uma coisa é certa: é absolutamente formidável a sensação de ter a vida nas mãos e ter vontade de correr atrás. Nisso eu posso realmente confiar em mim nos últimos tempos. Nessa coisa de correr atrás e querer perspectivar isso tudo. De dar algum sentido às coisas. Querer o melhor para mim. Quanto ao resto, avaliações, balanços, acertos, erros, isso sim estava pesado desde o início. Implicava e implica riscos. Por isso a melhor avaliação é a única possível: era pior ficar com a pulga atrás da orelha para sempre. Aliás até sublinho: muito pior. E estamos falando de uma questão muito sensível na organização de uma pessoa: na vida num sentido bem profundo, na verdade. Acho que não estou sendo pretensioso. O timing acabou, infelizmente para todos, sendo o mais correcto. Só não vim antes por obrigações e por querer ter vindo organizado para isso. Essa do timing certo, isso sim custou e custa, porque eu queria que ela estivesse aqui. Que nunca mais fosse embora ou que demorasse mais tempo a ir. Que tudo não passasse de um pânico, que tudo tivesse sido mal diagnosticado e hoje ela me dissesse rindo: e tu vieste correndo. Ainda tínhamos tanto que conversar.

terça-feira, 17 de maio de 2011

quase um subversivo

Gosto do cara. Falou das empresas que fecham e das que abrem na mesma área de actuação, com pessoas próximas dos dirigentes, para fugir às dívidas, neste caso as tributárias. Chamou chacota à sociedade. Muitos argumentaram: mas e a produção de prova? Pois é. Mas é preciso falar disso. Tem que se achar um jeito. Ele já tinha falado aqui.

muitas

O Habermas pensou em coisas demais. E escreveu muito. Mas com uma musiquinha desce.

Missão no espaço

Ausência de gravidade? Sim, gravidade. Mas lá é tudo perigoso! Desculpe, me referia à ausência de peso. Ah ok, quase sempre convivemos com ausência de peso. Convivem? Você leva leituras para a nave? Leituras, como assim? Quero dizer livros. Levamos, mas nem sempre leio. Ou melhor, eu leio, mas principalmente manuais e os instrumentos da nave. Levam livros? Sim, o Edward é que lê bastante, leva sempre alguns livros de poesia. O Edward? Sim, o Edward. É difícil lá em cima? O quê propriamente? Ah, sei lá, você tem muito o que fazer? Temos muito, eu fico o dia inteiro cuidando para que a nave se mantenha estável. Ah, sim? Queremos ver, descobrir coisas, pesquisar o universo, encontrar planetas, estrelas. Dá uma olhada no site da Nasa. Me parece um trabalho bem bacana, quase artístico, não acha? Às vezes sim. Às vezes dá para pensar, olhar a terra, pensar nas pessoas lá em baixo, se perder na poesia do céu... Mas isso é raro, é preciso estar inspirado. Uma vez me senti assim. O Edward é o mais artista aqui, às vezes suspira para as estrelas, fala com elas, tenta imaginar que sabor elas terão. O Edward tenta imaginar o sabor das estrelas? Sim, o Edward. Uma vez ele até vestiu o equipamento para sair e fazer testes num meteorito. Foi um dia muito confuso. Ele com o equipamento, na escotilha da nave, e eu  de plantão perto da alavanca que tranca o sistema. Nem comi nada neste dia. Depois ele desistiu. O Edward tentou sair da nave? Sim, parecia um doido. O Edward? Sim, totalmente doido! Nem imagina, como ele estava zangado. Mas, como eu dizia, lá em cima me sinto fazendo um trabalho complicadíssimo de contabilidade. Passo o dia inteiro fazendo cálculos para as nossas rotas, não acho muito poético. Não se sente num filme de ficção científica? O Edward sim, eu não. O Edward costuma imitar a musiquinha do Star Wars quando fazemos manobras, e eu me mantenho concentrado com a navegação da nossa espaçonave. O Edward? Onde está o Edward? Ah, ele nunca sai da nave, mora lá dentro. Dorme perto de uma turbina, para não ter frio, e só aparece em períodos que estou sozinho na missão. Hmmm, estou a ver. Quanto tempo mesmo é que ficou lá em cima desta última vez, depois que a tripulação voltou?

segunda-feira, 16 de maio de 2011

Preguiça

O post anterior deve ter alguns erros, mas eu estou com preguiça de ajeitar tudo. Caí na armadilha de escrever demais. Bastava um o Inter é campeão. Mas eu fui por ali abaixo. Sede de vitórias, talvez.

Campeões gaúchos

Só para constar, o Inter ganhou: é campeão gaúcho. Meteu 3 gols no Olímpico, mas levou 2. Foi tudo para as grandes penalidades.
O Inter começou perdendo e escrevi um sms que dizia: agora só um milagre. Não sei se foi milagre. Mas o Falcão mexeu no time. Ele, que tinha se complicado, inventando um 3-5-2 suicida, meteu o time direito, em 4-4-2. E tirou o Juan, que estava adaptado, colocando o Zé Roberto. Mudou tudo. Outro time parecia ter entrado em campo, após 20 minutos de jogo.
Empatamos e viramos antes do intervalo. O segundo gol sim, foi meio que um milagre, porque o Andrézinho estava mancando, quando chutou aquela bola sobrada de um escanteio. Aliás, 30 segundos antes eu e meu irmão tínhamos comentado: porque ele ainda está em campo, mancando? Era para o gol. O reserva do Andrézinho é o melhor jogador do Inter: Oscar, de 19 anos. Entra e manda bala, o Oscar.
Depois veio o 3-1. Mas como nada pode ser fácil, o Renan, perto do fim, deixou uma bola que ele já tinha agarrado, caír na área. E o Borges, jogador em completo inferno astral, e que tinha saído do banco, fez 3-2.
Bom, daí o Renan, nas grandes penalidades, felizmente se superou (eu esperava isso - ele entende do assunto e devia estar muito puto da cara, com a valente burrada que fez). O que não quer dizer que não tenha de amargar um banco, porque quase colocou tudo a perder num lance fácil.
A história, no entanto, é a seguinte: o Inter ganhou um belo gauchão (sobrevalorizado pelas tristezas brasileiras e gaúchas na libertadores), disputadíssimo com o Grêmio, e levantou a taça no Olímpico. Agora é ver o que se pode fazer. O Inter tem um time que erra muito, uma defesa curtinha e goleiros que gostam de pegar penalties, mas que estão nervosos (ou são mesmo maus) para os 90 minutos.

sábado, 14 de maio de 2011

playlists

Já descongelei uma carne para amanhã fazermos um churrasco, ele acaba de me dizer. E eu até gostei de ouvir, apesar de embrenhado em de profundis, enquanto meus ouvidos se dedicam à minha playlist de citizens of empire, onde se inclui explosions in the sky com esta belíssima canção your hand in mine.
E agora vem beber uma cerveja comigo. Ok, fica por aqui este post, não há hipótese. Perfeito.

the way back

Hoje vi the way back, filme bom e que termina bem. Duas qualidades muito importantes.

Gre-Nal II

Já não digo nada do clássico. Só espero que o Inter se supere no chiqueirão e meta pelos menos 3 gols de vantagem no Grêmio, grande favorito no jogo.

Dia sem blogger

Jantei com um querido amigo e blogueiro e ele, tal como eu, estava chocado com o dia todo de ontem sem o blogger.

sexta-feira, 13 de maio de 2011

O retrato

Fui ver O Retrato de Dorian Gray. Impossível transformar este livro em filme. Mas foi bom ver. Fiquei com muita vontade de reler o livro.

Centro

Vir do cinema na Casa de Cultura Mário Quintana e passar pelo Centro ao cair da tarde é muito bom. É o melhor de Porto Alegre: Centro, Cidade Baixa, Bonfim. Cervejas, fritas, gente, animação e cultura. O Chalé da Praça XV e o Mercadão. Sou o fã número 1.

segunda-feira, 9 de maio de 2011

o hobby

Porque achou que eu era músico? Por causa do FB. Fotos e fotos. Tantas! Mas só de uns dois ensaios e um show. É um hobby. (Meu Deus, que drama dizer isso assim! - Estou me ouvindo.) Mas foi isso que eu disse. Podia ter dito: é a coisa que mais gosto de fazer. E com os gajos das fotos é fantástico. Mas disse é um hobby. A ver se amanhã não acordo com a guitarra feita em bocados, depois de ter dito uma coisa destas. Só faltava dizer, faço tricot vendo jogos de futebol e aos sábados de manhã também costumo ir à pesca, ali na beira do Lago Guaíba. Quando pesco uns pneus, levo para reciclar, numa lixeira próxima. Coitada da minha música, apanha sempre com este apelido infeliz: hobby. Não poderia ser ao contrário? Olhe, sou um músico que se serve de outras competências para sobreviver, tipo cenas assim, como que legais.
De todo o jeito: grande FB, que faz muito pela minha vida. Quem sabe um dia adopto a minha personalidade que se vai criando virtualmente.