quinta-feira, 19 de março de 2009

De pé, porque ela merece

Adorei tocar a minha Fender JG, de pé, graças à correia nova.
E cantar de pé também pareceu mais fácil. Será verdade?

terça-feira, 17 de março de 2009

segunda-feira, 16 de março de 2009

Dar uma mexida

Sai qualquer coisa para isso não ficar cheio de teias de aranha ou a água não ficar parada.

terça-feira, 3 de março de 2009

Tu

As coisas não tem de ser como são, meu caro.
Não tens de fazer aquilo que não queres. Não tens de fazer aquilo que os outros querem.
Podes mudar tudo de repente, se assim o desejares. Podes também nada fazer e podes também fazer. Mal ou bem, tu comandas.
Tens é de, no meio de todos estes labirintos, imposições, sugestões, desejos, vontades, tuas e dos outros, ruídos, limpidez e todas as circunstâncias, interiores e exteriores, tentar ouvir o que tu realmente queres para ti. A tua voz.
Isso sim é o mais difícil (impossível para ti?). O descobrir o que tu (sim, tu, este dentro de ti, que nem sempre ouves e que muitas vezes finges ouvir, para seguir em frente ou para tomar ou ainda adiar alguma decisão) realmente queres.
O tempo, este ainda é vasto. Não acredites na pressa para uma decisão mal fundamentada para ti. Mas também não acredites que tudo vai ao sabor do tempo. Infinito para o aprendizado, o tempo é limitado para a vida.

segunda-feira, 2 de março de 2009

Buckethead

Buckethead na FNAC só com importação. A não ser que se compre o Chinese Democracy dos Guns 'n' Roses.
Ps - Um pretexto meio discutível para falar do gajo, mas foi a porta de entrada para o vídeo dele.

domingo, 1 de março de 2009

O JP emprestou-me

Não encontrava em lugar nenhum, nem nas lojas, o "Achtung, Baby".
Que sorte. E que bom receber o JP cá em casa para tocar.

sábado, 28 de fevereiro de 2009

Responsabilidade

António Costa hoje cerrou fileiras contra o Bloco de Esquerda, no Congresso do Partido (que se diz) Socialista, com o clichet habitual da "irresponsabilidade".
Talvez tenha esquecido do programa do Partido Socialista, que dizia que ia referendar o Tratado da União Europeia e que o PS era contra o Código do Trabalho. Depois, a execução do programa, foi o que se viu. Toda a "responsabilidade" que se conhece nestes dossiers. Verdadeiras lições de coerência e palavra com os seus votantes. Ou seja, tudo ao contrário, chocando membros históricos do próprio PS.
Aliás, por isso devem ter chamado os do BE de irresponsáveis. Talvez não seja hábito que um partido queira honrar o seu próprio programa.
Assim como foi muito responsável chumbar há 5 meses todos os projectos de lei que pendiam na Assembleia da República sobre casamento de pessoas do mesmo sexo, só para agora ter "qualquer coisa de esquerda" como bandeira.
*Infelizmente a lista de incoerências e irresponsabilidades é mais longa, por isso não estão aqui a redução das pensões, os professores, a não oposição do Governo à Directiva do Retorno (faça-se aqui a reserva, na Directiva da Vergonha. Apesar da posição do MAI, que a aceitou, a maior parte dos eurodeputados do PS votaram contra).

Caminho pela frente

Uma das coisas mais difíceis nisso do viver é que só se as compreende na perfeição depois de se ter passado pelos momentos.
Na altura eu não compreendia o privilégio de estar ali, naquele palco, ou naquele, ou mesmo naquela festa naquele hotel, tocando.
As coisas pareciam ser tão normais. Mesmo um ensaio, tão normal, hoje faz falta. Havia dias especiais, quando nos reuníamos unicamente para tocar aquilo que nos dava mais gozo. Era uma força enorme.
Estava com pessoal que sentia o som que produzia. Sentia. Em qualquer acorde. Deixar-se levar depois de dar o primeiro acorde. A partir daí já não eramos nós a comandar.
Houve chatices também. Poucas. Ultrapassei-as. Sou bom nisso.
O que eu tocava e o que eu toco. Incrível. E tinha a cabeça cheia de sonhos, misturados. Muito mais vontade do que técnica. E não tinha vergonha. E como tinha tempo. Muito tempo. O curso prejudicado, a música exacerbada. Opção temporária, digna de um belo lugar na memória. Dois anos assim, um desastroso na faculdade.
Até que vieram as opções a sério. Todas convencionalmente correctas. Todas conscientes. Tenho gosto por isso tudo o que faço. Mas com aquela saudade e talvez algum vazio. A escolha foi fácil. Não devia ter sido. Escolho facilmente algumas vezes. Ando para a frente e não olho para trás. Não sei, na verdade, qual botão desliguei na altura. Algum foi e, provavelmente, fi-lo conscientemente.
Agora é preciso repor um pouco de música, colocar as coisas no lugar. Isso tem de ter conciliação com tudo o que faço hoje em dia.

Who's gonna ride your wild horses?

Fiquei com esta música na cabeça hoje, depois de ouvi-la na Last.
Lembro-me de quando a ouvi pela primeira vez, há sensivelmente 16 anos, na praia. Na Costa da Caparica. Eu, o Pedro e um pessoal amigo.
Tudo era novo, inclusive o "Achtung, Baby", revolucionário na verdade, como hoje ainda é.

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

Coerência

Cada vez as coisas vão ficando mais encantadoras.
Dá até vontade de rir. É o que há. E pelos vistos, para mais não dá.
O mais intrigante é que há tanta gente satisfeita assim. Ou que irão defender isso. Ou que já defendem isso, publicamente.

quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009

Coisas boas

Trabalhar e resolver não tantas coisas no trabalho.
Ir ver Milk com amigos do trabalho. Ir para o Bairro Alto, de carro, e arranjar lugar para estacionar (na verdade isso cheira a acertar no Euromilhões).
Ir às Catacumbas, encontrar Guiness em promoção, tomar uma Super Bock. Descobrir o que cria o barulho dentro da lata de Guiness. Jogar conversa fora, com algumas poucas coisas sérias pelo meio.
Chegar às 3.00 em casa, dormir até às 8.00 e ir para um compromisso de trabalho importante, às 9.15.
Meter tudo no blog, dois dias depois.

OV

Como os Ornatos Violeta é difícil encontrar.

sábado, 21 de fevereiro de 2009

Coisas boas e tranquilas

Sair do trabalho com várias coisas tratadas.
Ver os Contabandistas na associação.
Chegar em casa e ver uns vídeos do Metallica na RTP2 (alguns hilariantes) às 2.00.
Acordar relativamente cedo e ir ouvindo Fito Paez no carro, até ao Parque das Nações.
Lá encontrar o JP e o AR e andar de bicicleta.
Regressar a casa e meter tudo no blog.
Agora, roupa, louça, meu quarto, pagar contas.
Mais tarde, ainda hoje: guitarra e cinema.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009

Foto do perfil

Entretanto pus uma foto no meu perfil.

Queremos tipo cenas (...)

Há umas coisas fixes que acontecem de repente, quando menos esperas.
Também há coisas más, mas (e esta hein: "más, mas") há coisas que te batem à porta sem pedir grandes licenças e que são de cultivar.
Aqui está um bom exemplo de post bem abstracto e que até para o autor é difícil apanhar o sentido.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

O dia que se seguirá igual ao que se seguiu

Às vezes só te apetece escrever.
Mas tens de te deitar e te recompor para fazer tudo igual ao dia que passou, com a única diferença que será no dia seguinte.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2009