Fiquei espantado com o seguinte:
11 de Julho de 2007 - regresso - antes do tempo, mas a tempo;
18 de Julho de 2006 - nova cara;
11 de Julho de 2004 - tudo pode ter um novo começo, quando as coisas melhoram.
Em especial, fiquei espantado com o facto de haver duas datas que coincidem.
Impressionante.
segunda-feira, 16 de julho de 2007
quinta-feira, 12 de julho de 2007
quarta-feira, 11 de julho de 2007
Regresso - antes do tempo, mas a tempo
Resolvi regressar à rede na minha Aldeia Blogal, pequena e pobrezinha, mas muito honrada. O que andei escrevendo fora daqui, e que for bom, irei apresentando nos próximos tempos.
Ainda, a partir daqui passarei a rotular os meus posts.
Ainda, a partir daqui passarei a rotular os meus posts.
terça-feira, 29 de maio de 2007
Descanso aldeão
Esta é a postagem n.º 620.
Não é a postagem final.
Mas é uma postagem que vem dizer que os próprios blogues tem o direito a reflectirem sobre o seu futuro.
Assim, a Aldeia Blogal encontra-se a reflectir sobre o seu modelo, os seus planos, o seu futuro, as suas metas, a sua linha de acção.
Em breve nos veremos por aqui outra vez.
Mas, por enquanto, este blogue está descansando, apesar de não se remeter ao descaso.
Por seu turno, o autor do blogue poderá estar por aí na internet - muito provavelmente em qualquer novo blogue da qual o digníssimo leitor tomou conhecimento nos últimos tempos.
Porém, fica a promessa, dentro de algum tempo ou quando o blogue chegar a 7500 entradas, retomarei a escrita.
Não é a postagem final.
Mas é uma postagem que vem dizer que os próprios blogues tem o direito a reflectirem sobre o seu futuro.
Assim, a Aldeia Blogal encontra-se a reflectir sobre o seu modelo, os seus planos, o seu futuro, as suas metas, a sua linha de acção.
Em breve nos veremos por aqui outra vez.
Mas, por enquanto, este blogue está descansando, apesar de não se remeter ao descaso.
Por seu turno, o autor do blogue poderá estar por aí na internet - muito provavelmente em qualquer novo blogue da qual o digníssimo leitor tomou conhecimento nos últimos tempos.
Porém, fica a promessa, dentro de algum tempo ou quando o blogue chegar a 7500 entradas, retomarei a escrita.
segunda-feira, 23 de abril de 2007
Franquezas francófonas
Todos contentes com a derrota de Le Pen.
Eu incluido.
Mas o facto é que se houvesse protecção legal anti-cópia (pirata?) na política, Le Pen poderia reivindicar muitos dos votos que Sarkozy ganhou.
Como conceber o Ministério da Imigração e da Identidade Nacional? Como? "Como" este que é bem grande, misto querer compreender como se concebe isso, como se tem a cara para conceber isso e como formalmente isso é concebível.
Torço para que Sarkozy não ganhe. Se bem que, no pacotão centrista (mesmo com Segolene), sairá sempre do cabaz dos discursos umas prendinhas anti-imigração na Europa. Presentes que valem muitos votos europeus neste momento.
Agora, a pergunta é sempre a mesma: como um país se sustenta sem imigração? Como um mundo que se quer globalizado permite, ou até se julga organizável sem imigração?
A não ser que este mundo pretenda mesmo manter o actual esquema ilegais - legais que existe no mundo laboral actual. E não serão os primeiros a efectivar este sistema. Pensemos na dicotomia libertos/escravos de Roma e temos o modelo num estado mais puro.
Pergunto-me a mim mesmo e cada vez me pergunto com mais frequência: onde está o sentido crítico da história? Como é que ninguém vê ou quer ver a inevitabilidade dos ciclos de riqueza/pobreza dos estados? Como é possível que não se olhe uns míseros 40 anos para trás, quando os europeus corriam para os outros países, em desemprego e desespero?
E entretanto relembrei-me do meu blog.
Eu incluido.
Mas o facto é que se houvesse protecção legal anti-cópia (pirata?) na política, Le Pen poderia reivindicar muitos dos votos que Sarkozy ganhou.
Como conceber o Ministério da Imigração e da Identidade Nacional? Como? "Como" este que é bem grande, misto querer compreender como se concebe isso, como se tem a cara para conceber isso e como formalmente isso é concebível.
Torço para que Sarkozy não ganhe. Se bem que, no pacotão centrista (mesmo com Segolene), sairá sempre do cabaz dos discursos umas prendinhas anti-imigração na Europa. Presentes que valem muitos votos europeus neste momento.
Agora, a pergunta é sempre a mesma: como um país se sustenta sem imigração? Como um mundo que se quer globalizado permite, ou até se julga organizável sem imigração?
A não ser que este mundo pretenda mesmo manter o actual esquema ilegais - legais que existe no mundo laboral actual. E não serão os primeiros a efectivar este sistema. Pensemos na dicotomia libertos/escravos de Roma e temos o modelo num estado mais puro.
Pergunto-me a mim mesmo e cada vez me pergunto com mais frequência: onde está o sentido crítico da história? Como é que ninguém vê ou quer ver a inevitabilidade dos ciclos de riqueza/pobreza dos estados? Como é possível que não se olhe uns míseros 40 anos para trás, quando os europeus corriam para os outros países, em desemprego e desespero?
E entretanto relembrei-me do meu blog.
sexta-feira, 13 de abril de 2007
Engenharia
Sócrates foi um grande jogador da selecção brasileira, que também era médico.
Era o Dr. Sócrates no campo - tinha um jogo de calcanhar fantástico.
Sócrates era também outro: o filósofo grego.
Pensava muito e sabia o essencial que se resume na máxima: sei que nada sei.
Sócrates é também o Primeiro Ministro de Portugal. Que nós sabemos.
Mas sabemos que nada sabemos é se este Sócrates é Engenheiro - só ele sabe se o é.
Se calhar Sócrates Primeiro Ministro é como o filósofo e dirá "só sei que nada sei sobre minha licenciatura".
Mas, com certeza que não hesita em reconhecer que tem um calcanhar - não o calcanhar do Dr. Sócrates, certamente - mas sim o calcanhar de Aquiles.
Era o Dr. Sócrates no campo - tinha um jogo de calcanhar fantástico.
Sócrates era também outro: o filósofo grego.
Pensava muito e sabia o essencial que se resume na máxima: sei que nada sei.
Sócrates é também o Primeiro Ministro de Portugal. Que nós sabemos.
Mas sabemos que nada sabemos é se este Sócrates é Engenheiro - só ele sabe se o é.
Se calhar Sócrates Primeiro Ministro é como o filósofo e dirá "só sei que nada sei sobre minha licenciatura".
Mas, com certeza que não hesita em reconhecer que tem um calcanhar - não o calcanhar do Dr. Sócrates, certamente - mas sim o calcanhar de Aquiles.
JMDB no Parlamento
Obrigado pelas palavras simpáticas que me dirigiram.
Durão Barroso
Não me chateiem é com modificações e alterações - mandem isso para a Comissão e não venham me incomodar com isso quando eu venho vos visitar em São Bento. Ainda por cima, os parlamentos nacionais não são instituições europeias e só atendemos às vossas reivindicações ou propostas por especial favor.
José Manuel
Durão Barroso
Não me chateiem é com modificações e alterações - mandem isso para a Comissão e não venham me incomodar com isso quando eu venho vos visitar em São Bento. Ainda por cima, os parlamentos nacionais não são instituições europeias e só atendemos às vossas reivindicações ou propostas por especial favor.
José Manuel
terça-feira, 10 de abril de 2007
Aviso
Para os curiosos ou preocupados: não estou frequentando aulas de forró.
Não sou dançarino, mas respeito (e devo ter uma pontinha de inveja de) quem o faz.
Não sou dançarino, mas respeito (e devo ter uma pontinha de inveja de) quem o faz.
sábado, 31 de março de 2007
A sua dança é que conta
"Se concentre na sua dança. Não olhe para o pé dela. Se você olhar para o pé dela, é certo que você vai se perder!"
Dito numa aula de forró.
Acho que é uma boa lição.
Pelo menos, coube em mim o barrete. E foi bom de ouvir.
Dito numa aula de forró.
Acho que é uma boa lição.
Pelo menos, coube em mim o barrete. E foi bom de ouvir.
Os peixes
Um dia de verão flamejante, um dia de procura, um dia de hostilidades.
Vivemos no frio e nos movimentamos no frio.
O inverno se abate sobre as nossas cabeças e as pessoas não se acordam.
Como fazer-lhes ver o calor que faz na pitangueira ao pé do lago?
Não, ninguém vê.
Ninguém sequer olhou e viu que dentro do lago estão muitos peixes verdes e azuis que buscam todos o mesmo. Ninguém quer ver.
Entendo que não vejam o polvo que está bem no fundo do lago. Mas ele também não quer ser visto.
Agora, não quererem ver os peixes azuis, com aquele brilho, e os verdes, com aquele movimento!
Isso sim é incompreensível!
Vivemos no frio e nos movimentamos no frio.
O inverno se abate sobre as nossas cabeças e as pessoas não se acordam.
Como fazer-lhes ver o calor que faz na pitangueira ao pé do lago?
Não, ninguém vê.
Ninguém sequer olhou e viu que dentro do lago estão muitos peixes verdes e azuis que buscam todos o mesmo. Ninguém quer ver.
Entendo que não vejam o polvo que está bem no fundo do lago. Mas ele também não quer ser visto.
Agora, não quererem ver os peixes azuis, com aquele brilho, e os verdes, com aquele movimento!
Isso sim é incompreensível!
Invulnerável porque queres
Às vezes entras pela minha realidade adentro.
Vais até ao limite.
Quase entras pelo meu coração.
Quase invades a minha circulação sanguínea.
Quase devassas todos os recantos, de todos os meus mais mínimos vasos capilares.
Não sei o que fazer quando isso acontece.
O que vale é que o quase é mesmo aquilo que me reservaste.
O quase que me ofereces é o quase que me protege.
O quase que me dás é o quase que quero receber.
Só uma quase invasão.
Não uma invasão inacabada.
Graciano Willen Barbosa
Vais até ao limite.
Quase entras pelo meu coração.
Quase invades a minha circulação sanguínea.
Quase devassas todos os recantos, de todos os meus mais mínimos vasos capilares.
Não sei o que fazer quando isso acontece.
O que vale é que o quase é mesmo aquilo que me reservaste.
O quase que me ofereces é o quase que me protege.
O quase que me dás é o quase que quero receber.
Só uma quase invasão.
Não uma invasão inacabada.
Graciano Willen Barbosa
sexta-feira, 23 de março de 2007
Músimagem
segunda-feira, 19 de março de 2007
Le Danton
Fazia algum tempo que eu não ia ao teatro.O regresso foi muito bom. A peça era óptima e histórica. Difícil, no entanto, entender tudo o que se pretendia transmitir. Na verdade, ler um pouquinho sobre os líderes da revolução francesa antes de ter ido ver a peça, teria ajudado.
Porém, deu para ficar a conhecer superficialmente a história de Danton, em "A morte de Danton na Garagem".
terça-feira, 13 de março de 2007
A culpa não morreu solteira
Afinal o problema era - e era mesmo, porque acabou - da Nedstat.
Todas as responsabilidades, portanto, são destes gajos.
Todas as responsabilidades, portanto, são destes gajos.
quinta-feira, 8 de março de 2007
terça-feira, 6 de março de 2007
Mundo Global é corrido da Aldeia Blogal
Saibam os senhores da Clustrmaps que retirei o mapa mundi de visitas exclusivamente pelo facto de tal link servir de porta para uma publicidade horrível que se imiscuia com um volume altíssimo enquanto alguém pretendia ler algo que escrevi. Coitadas das pessoas, lendo poesia refinada e comentários altamente gabaritados com aquela música medonha.
Enfim, com isso perdi dezenas de milhar de leitores em todo o mundo e pretendo dar entrada no Tribunal com uma acção de indemnização por danos emergentes, lucros cessantes e danos morais e imorais (imorais porque é imoral pensar que eu promoveria em meu site publicidade temperada com músicas da Madonna).
Enfim, com isso perdi dezenas de milhar de leitores em todo o mundo e pretendo dar entrada no Tribunal com uma acção de indemnização por danos emergentes, lucros cessantes e danos morais e imorais (imorais porque é imoral pensar que eu promoveria em meu site publicidade temperada com músicas da Madonna).
sexta-feira, 2 de março de 2007
E assim se escrevem uma série de posts que contam para as estatísticas
Pronto, me apanharam em flagrante delito.
E agora?
Agora, resta-me apelar para a presunção de estridência e para a prevenção distercionária das irrelevâncias heteronodionalizantes.
Isso sem contar com o argumento decisivo: a esteronoideia enfatizante.
Com esta, estamos conversados.
Estou livre e luvre outra vez.
E agora?
Agora, resta-me apelar para a presunção de estridência e para a prevenção distercionária das irrelevâncias heteronodionalizantes.
Isso sem contar com o argumento decisivo: a esteronoideia enfatizante.
Com esta, estamos conversados.
Estou livre e luvre outra vez.
Blogger ou Google?
Então mas isto aqui agora não é tudo do Google?
Ou é do Blogger ainda?
Ou é dos dois?
Que confusão que está para aqui montada.
Se calhar já não estou no aldeiablogal.blogspot.com, mas sim em aldeiagooglal.googlespot.com.
Ou é do Blogger ainda?
Ou é dos dois?
Que confusão que está para aqui montada.
Se calhar já não estou no aldeiablogal.blogspot.com, mas sim em aldeiagooglal.googlespot.com.
1/6 - parte III e obrigatoriamente a final
Em francês, numa tradução bem livre: une ceste.
Tão livre que sugiro que se pronuncia assim: "in ceste".
Nossa que incestuoso isto está ficando. É melhor ficar por aqui antes que este blogue receba uma advertência do Blogger.
Tão livre que sugiro que se pronuncia assim: "in ceste".
Nossa que incestuoso isto está ficando. É melhor ficar por aqui antes que este blogue receba uma advertência do Blogger.
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