quinta-feira, 28 de dezembro de 2006
segunda-feira, 25 de dezembro de 2006
O Mundo nos pés de Adriano!
Contra um inacreditável Barcelona, rei e senhor do futebol mundial, com uma equipe recheada de estrelas, o Internacional de Porto Alegre se sagrou campeão mundial.Sempre acreditei.
Assisti o jogo sozinho.
Os narradores da Sport Tv insistiam que era uma questão de tempo para que o Inter levasse um gol.
Sempre acreditei.
Quando chegamos ao intervalo com o nulo no marcador, passei a acreditar mais. Nas grandes penalidades, se calhar - quem sabe? Mas a verdade é que o ilustre Adriano, servido com uma assistência magistral do Iarley (que fez um jogo magnífico) concedeu a alegria que os colorados almejavam.
O fantástico Clemer se encarregaria, segundos depois, de ele próprio matar o jogo, numa defesa extraordinária, a remate de Deco. O recado de Clemer foi: hoje o gol do Inter está hermeticamente fechado.
E assim, contra uma verdadeira constelação, o Inter respondeu com um time terráqueo, misto de força, garra e vontade!
Digno das maiores conquistas, digno de ser vivido e lembrado como um dos maiores dias do clube do povo do Rio Grande do Sul.
Eu, que nascido em 1976, não vivi, pelo menos com consciência os bons tempos de Falcão, Figueroa, Manga e outros, vivi o tempo do bravo Fernandão, líder de uma equipe trabalhadora e abnegada!
Internacional, que eu vivo a exaltar!
Levas a plagas distantes, feitos relevantes, vives a brilhar!
Segue tua senda de vitórias, colorado das glórias, orgulho do Brasil!
quinta-feira, 21 de dezembro de 2006
Trabalhem
“Ó miserável aborto dos princípios revolucionários da burguesia! Ó lúgubre dádiva do deus Progresso! Os filantropos aclamam como benfeitores da humanidade aqueles que, para enriquecerem sem fazerem nada, dão trabalho aos pobres; mais valia semear a peste e envenenar as nascentes do que construir uma fábrica num aglomerado rural. Introduzam o trabalho de fábrica e adeus alegria, saúde e liberdade; adeus tudo aquilo que torna a vida bela digna de ser vivida.”
“Trabalhem, proletários, trabalhem para aumentarem a fortuna pessoal e as vossas misérias individuais, trabalhem, trabalhem para que, ficando mais pobres, tenham mais razões para trabalhar e ser miseráveis. É essa a lei inexorável da produção capitalista.”
Paul Lafargue, in O Direito à Preguiça, livro escrito em 1883.
“Trabalhem, proletários, trabalhem para aumentarem a fortuna pessoal e as vossas misérias individuais, trabalhem, trabalhem para que, ficando mais pobres, tenham mais razões para trabalhar e ser miseráveis. É essa a lei inexorável da produção capitalista.”
Paul Lafargue, in O Direito à Preguiça, livro escrito em 1883.
terça-feira, 19 de dezembro de 2006
Azedou
Ontem recebi a reclamação de uma internauta que alertou para o facto de a minha feijoada velha estar empestando o computador de muitos.
É verdade que se passaram quase 20 dias e a travessa cheia de feijão ainda estava aqui, sem tampa. E era sem dúvida desagradável visitar o meu blog, com aquele odor de feijoada estragada. Como negar?
Agora penso que o cheiro já amainou, com este novo post.
Sinal de que a feijoada não está bem é o estado em que ficou o gato siamês da foto, após uma pequena mordidela num enchido.
Agora, que tratei do ambiente, fica a promessa de que trarei outros pratos para aqui.
Tentarei não deixá-los azedar.
É verdade que se passaram quase 20 dias e a travessa cheia de feijão ainda estava aqui, sem tampa. E era sem dúvida desagradável visitar o meu blog, com aquele odor de feijoada estragada. Como negar?
Agora penso que o cheiro já amainou, com este novo post.
Sinal de que a feijoada não está bem é o estado em que ficou o gato siamês da foto, após uma pequena mordidela num enchido.
Agora, que tratei do ambiente, fica a promessa de que trarei outros pratos para aqui.
Tentarei não deixá-los azedar.
domingo, 26 de novembro de 2006
Os grãos
sexta-feira, 24 de novembro de 2006
Haverá marquês neste pombal?
Não só os humanos são malucos por piscinas. Os pombos também se apinham em redor de uma, logo que arranjam uma possibilidade.Quando os vi assim tão reunidos, lembrei de uma piscina que visitei em Castelo Branco, no verão de 2003.
Lá ao fundo, podem ver-se os que estão no bar a servirem-se dos comes e bebes. "Cuidado com o risco de congestão" está um dos pombos a advertir. Enquanto comem, falam de futebol, de famosos e de programas de televisão.
Vários trouxeram jornais desportivos. Um trouxe aquele exemplar do Expresso, por cima do qual um filhote está deitado, confundindo-o com uma toalha.
Mas apesar de tanta conversa, a razão da reunião é o banho de piscina. Viva um bom mergulho!
Perante tanto interesse, vou dizer onde fica a estância balnear da foto. Fica no centro do estacionamento da Parada do Alto de São João.
Rua do Bacalhoeiro
Apesar de tanta gente sem casa, há muita casa sem gente.É. Não é por acaso que se gritam nas manifestações relativas ao direito a habitação "nem casas sem gente, nem gente sem casa".
Bons exemplos são estas fotos.
Não se pense que se está numa cidade fantasma. As fotos são tiradas no centro de Lisboa. Aliás, nem é preciso fotos, basta passear pelo centro da cidade para encontrar imensos "edifícios devolutos" - que é a forma simpática de se denominar os edifícios sem função.
Estes imóveis aberrantes são vizinhos.
Podemos perguntar aos dois, em conjunto:
Quantas famílias cabem aí dentro? Quanta gente sem tecto vocês poderiam abrigar?Eles irão responder: a responsabilidade não é nossa, é dos nossos proprietários, que prestam um mau serviço à comunidade onde fomos edificados.
Numa altura em que as autoridades andam despejando pessoas, destruindo casas com bens dentro, que andam destruindo as vidas de muita gente, talvez fosse oportuno olhar para o centro de Lisboa e pensar se edifícios sem qualquer função não poderiam passar a ter um destino: o de transformar vidas e tirar pessoas da miséria.
É até interessante reflectir sobre o facto de se arruinarem vidas que residem em casas não licenciadas, mas não se ajudam vidas lhes dando casas licenciadas sem qualquer utilidade (sem contar com a especulação imobiliária claro).
Os edifícios da foto têm mais sorte do que as pessoas despejadas de casa. Talvez não estejam obrigatoriamente condenados à ruína.
Quem sabe não se irão transformar num condomínio de luxo ou um Centro Comercial?
Violência
A invasão do Iraque pela coligação não ocorreu apenas com a intenção de encontrar as armas de destruição maciça.
Também justificou-se com o objectivo de espalhar a justiça e a democracia no Iraque. Como se bastasse bombardear um país para alcançar este intuito.
Como se apertar o gatilho de metralhadoras fosse a solução.
O problema de apertar o gatilho é que com isso se semeia a violência.
Quem mexe com a palavra violência, vê a violência se espalhar e também passa a ser responsável por ela.
Quer experimentar? Se achar que vale a pena, clique aqui: violência
Vai ver como ela rapidamente alastra.
Também justificou-se com o objectivo de espalhar a justiça e a democracia no Iraque. Como se bastasse bombardear um país para alcançar este intuito.
Como se apertar o gatilho de metralhadoras fosse a solução.
O problema de apertar o gatilho é que com isso se semeia a violência.
Quem mexe com a palavra violência, vê a violência se espalhar e também passa a ser responsável por ela.
Quer experimentar? Se achar que vale a pena, clique aqui: violência
Vai ver como ela rapidamente alastra.
domingo, 19 de novembro de 2006
Arte Lisboa: Sábio Anónimo
Arte Lisboa: a Gangue dos Plocs
No salão de Arte Lisboa de 2006, encontrei personalidades curiosas.Durante a visita ao pavilhão 4 da Feira Internacional de Lisboa, cruzei-me com a Gangue dos Plocs.
Conversei um pouco com eles.
Disseram-me que são de Marte e que vieram à exposição lisboeta, para conhecer o que era a arte.
Apresentaram-se conforme os costumes do seu planeta, ou seja, falaram todos ao mesmo tempo. Não entendi o nome de nenhum, a não ser o de Xapetex Ziliok, líder do grupo (à direita, na frente).
Xapetex explicou-me que, ao procederem a análise de um satélite da Nasa, durante uma viagem interplanetária, descobriram que na Terra havia um conceito que lhes era absolutamente desconhecido: a arte.
Assim, de imediato viajaram ao nosso planeta, com o intuito de questionar o seu contacto na terra, Fox Mulder.
Mulder ficou sabendo da existência dos ploquenses durante uma investigação que estava a desenvolver em Roswell. Estava lá acampado e deu de caras com a moçada da foto.
Xapetex conta que ao verem Mulder fingiram que se tratava de um desfile de carnaval. Porém, ao se darem conta de que estavam no deserto, rapidamente explicaram de onde vinham, em troca de informações e de imagens que pudessem levar para Marte, com a finalidade de mostrar que ainda havia vida na Terra, apesar dos humanos. Mulder, na ocasião, pediu autorização para tirar umas fotos que valessem a sua permanência no FBI, pois o agente enfrentava uma grave crise no gabinete, sendo apelidado de lunático.
Só que, claro, Mulder mostrou as fotos não só para o FBI como para todo o mundo, fazendo dos alienígenas figuras mediáticas.
Os ploquenses optaram, então, por sair do anonimato, sendo actualmente Mulder quem gere as idas e vindas dos mesmos ao nosso planeta.
Miradouro da Graça
quinta-feira, 16 de novembro de 2006
A realidade não é o que parece
sexta-feira, 10 de novembro de 2006
Pandora
www.pandora.com
Estou verdadeiramente apaixonado por este site, cheio de virtualidades.
Parece um sonho realizado ter uma rádio que só toca aquilo que se gosta de ouvir. E que vai apresentando novidades atrás de novidades.
O DJ é realmente melhor do que muitos que estão trabalhando nas rádios.
Pessoalmente, nunca ouvi uma rádio que a partir de um simples pedido de "Steve Vai", me apresente (apresente mesmo, que privilégio! não conhecia!) uma sequência de "Racer X", "Iced Earth" e "By the end of tonight". E ainda tocou os para mim conhecidos Marty Friedman, Jason Becker e Jeff Beck - todos com um repertório de músicas que eu nunca tinha ouvido.
Outra grande vantagem: se o DJ toca uma coisa que não se goste muito, é só dizer: não gosto disso, jogue para a gaveta! E ele se desfaz daquilo para sempre! Assim como o Mário Soares fez com o Socialismo...
Não sei se é mau ou não para as rádios, mas ao menos que sirva de aviso, para que toquem músicas um pouco mais variadas.
Estou verdadeiramente apaixonado por este site, cheio de virtualidades.
Parece um sonho realizado ter uma rádio que só toca aquilo que se gosta de ouvir. E que vai apresentando novidades atrás de novidades.
O DJ é realmente melhor do que muitos que estão trabalhando nas rádios.
Pessoalmente, nunca ouvi uma rádio que a partir de um simples pedido de "Steve Vai", me apresente (apresente mesmo, que privilégio! não conhecia!) uma sequência de "Racer X", "Iced Earth" e "By the end of tonight". E ainda tocou os para mim conhecidos Marty Friedman, Jason Becker e Jeff Beck - todos com um repertório de músicas que eu nunca tinha ouvido.
Outra grande vantagem: se o DJ toca uma coisa que não se goste muito, é só dizer: não gosto disso, jogue para a gaveta! E ele se desfaz daquilo para sempre! Assim como o Mário Soares fez com o Socialismo...
Não sei se é mau ou não para as rádios, mas ao menos que sirva de aviso, para que toquem músicas um pouco mais variadas.
quinta-feira, 9 de novembro de 2006
"Quem nós sabemos"
Ainda não foram apanhados todos os canibais.
Um deles demitiu-se ontem para poder congeminar mais à vontade a partir de onde ele prefere: o reino das sombras. Algo assim como um Lord Voldemort nas sagas do Harry Potter.
A comparação pode não ser exagerada. De facto, falar o nome do homem que ontem "caiu" pode assustar tanto como pronunciar o nome de Voldemort na comunidade de magos da ficção de J.K. Rowling. Em tal comunidade, o nome de Voldemort, o mais cruel, maldoso e poderoso de todos os magos, não se pronuncia. Todos falam no "quem nós sabemos".
Ontem, o "quem nós sabemos" saiu, depois de a Administração Bush ter recebido um sinal muito negativo do seu povo - que elegeram para o Senado e o Congresso os "Democratas", deixando de lado os "Republicanos" (os nomes fantasia são óptimos). O povo do mundo já tinha dado este sinal. Os povos do Iraque e do Afeganistão construiram sinais gigantescos, com cemitérios.
É interessante que às vezes parece mesmo que vivemos uma ficção. Ou um filme futurista, daqueles bem trágicos, onde os maus estão caracterizados de uma maneira quase infantil. Os maus são mesmo maus e só fazem maldades.
Se víssemos um filme assim no cinema, dizíamos "sim, sim, Guantanamo..., como se fosse possível num mundo civilizado, está um pouco exagerado...".
Poderia até estar figurado entre as coisas que o lado negro faz no "Star Wars" ou no "Senhor dos Anéis".
Só que não é ficção. É a realidade.
Um deles demitiu-se ontem para poder congeminar mais à vontade a partir de onde ele prefere: o reino das sombras. Algo assim como um Lord Voldemort nas sagas do Harry Potter.
A comparação pode não ser exagerada. De facto, falar o nome do homem que ontem "caiu" pode assustar tanto como pronunciar o nome de Voldemort na comunidade de magos da ficção de J.K. Rowling. Em tal comunidade, o nome de Voldemort, o mais cruel, maldoso e poderoso de todos os magos, não se pronuncia. Todos falam no "quem nós sabemos".
Ontem, o "quem nós sabemos" saiu, depois de a Administração Bush ter recebido um sinal muito negativo do seu povo - que elegeram para o Senado e o Congresso os "Democratas", deixando de lado os "Republicanos" (os nomes fantasia são óptimos). O povo do mundo já tinha dado este sinal. Os povos do Iraque e do Afeganistão construiram sinais gigantescos, com cemitérios.
É interessante que às vezes parece mesmo que vivemos uma ficção. Ou um filme futurista, daqueles bem trágicos, onde os maus estão caracterizados de uma maneira quase infantil. Os maus são mesmo maus e só fazem maldades.
Se víssemos um filme assim no cinema, dizíamos "sim, sim, Guantanamo..., como se fosse possível num mundo civilizado, está um pouco exagerado...".
Poderia até estar figurado entre as coisas que o lado negro faz no "Star Wars" ou no "Senhor dos Anéis".
Só que não é ficção. É a realidade.
sexta-feira, 3 de novembro de 2006
Sacrifícios que valem a pena
Eh pá, mas que grande crise que anda por aí!Não há dinheiro para nada.
Temos de poupar e fazer sacrifícios!
E faz todo o sentido, sem dúvida. Cada vez faz mais sentido poupar.
Olha, até vou poupar nas letras do meu blog, porque é em poupar e se sacrificar que está o GANHO.
Até estou pensando em abdicar dos meus direitos a uma pensão futura, porque de facto não há condições, estamos passando por uma grande crise e já não há mais dinheiro.
Além de tudo, acho que é fundamental a solidariedade. E é por ser uma pessoa solidária que penso que devíamos fazer um esforço, pagar uma percentagem maior de impostos e ganhar um ordenado mais baixo.
Sobretudo, temos que ter noção de que se não fizermos um grande esforço, os bancos não baterão mais recordes de lucros, ano após ano.
O que seria de Portugal sem estes bancos, que tanta riqueza geram para o país? E que cuidam melhor do dinheiro do que todos nós?
O estado social está em crise, não há mais nada a fazer, não vale a pena esta conversa de redistribuição de riqueza. O que julgam vocês? Não pensem que 1300 milhões de euros se guardam em qualquer vão de escada. Só o BCP, BES e BPI tem capacidade de ser depositários de tamanha quantia. Imaginem toda esta dinheirama espalhada? A confusão que não ia ser?
E todos dizem que os bancos tem muito dinheiro, mas os lucros da banca subiram 30 por cento no ano passado. Podia ter sido muito mais, se tivessemos nos mobilizado como fizemos com a selecção. Devíamos até entregar em suas mãos credíveis a própria Segurança Social. Assim, iam ter lucros arrebatadores e todos poderíamos gritar bem alto, com orgulho na voz e lágrimas nos olhos: Viva Portugal!
Deixemos os bancos em paz, com os seus lucros que servem para nos encher a todos de orgulho pela sua magnífica prestação económica.
Digam lá que não vale a pena sabermos que temos bancos tão ricos, que cuidam do dinheiro do país, salvaguardando-o do risco de uma dispersão sem precedentes. Assim conhecemos a meia dúzia de pessoas que guardam os nossos recursos e até podemos cumprimentá-las.
Atenção! Sem abusos, nada de pedir um café ou assim.
Obrigado banqueiros.
Guardem o dinheiro que nos faz falta.
Tirei o banqueiro alegre ali de cima do site http://pt.indymedia.org/ler.php?numero=97699&cidade=1
Terra e mar
Aqui está a rocha que resiste infinitamente na incessante rebentação marítima. Eis a pedra que teve a ousadia de se desprender do conforto da terra e resolveu desafiar todo o interminável mar.Adiante 3 pequenas pedras flutuam na água - batedores em propriedade agreste, do exército de solo que as antecede.
E o que dizer da linha branca, que representa a força da água? Como se vê no canto inferior direito da imagem, o esforço colossal e ininterrupto da substância líquida já começa a ser premiado, inflitrando-se a mesma em territórios terráqueos (ou terrenos?). Parece que até podemos ouvir a água, no seu marejar, transmitir de maneira insultuosa à enorme rocha dianteira que, se pretende impedir o progresso aquático, o seu trabalho é insuficiente e inoperante.
Todas estas atracções ficam na Nazaré, ao lado do Farol.
sexta-feira, 27 de outubro de 2006
Revolução!
Chegou a revolução antiqueda
Dercos Aminexil SP 94
É o anúncio que consta na página 17 do Público de hoje.
Na mesma página, a paredes meias, é publicada uma entrevista a Tarso Genro, importante figura do Partido dos Trabalhadores. Tarso fala sobre a candidatura (e já agora, reeleição) de Lula à Presidência do Brasil.
Ora, tal anúncio encerra em si um bom lema de campanha.
Se bem que aquela parte do "SP" poderia se relacionar com o Estado de São Paulo, que muito penalizou Lula no primeiro turno frente ao direitista Geraldo Alckmin.
Dercos Aminexil SP 94
É o anúncio que consta na página 17 do Público de hoje.
Na mesma página, a paredes meias, é publicada uma entrevista a Tarso Genro, importante figura do Partido dos Trabalhadores. Tarso fala sobre a candidatura (e já agora, reeleição) de Lula à Presidência do Brasil.
Ora, tal anúncio encerra em si um bom lema de campanha.
Se bem que aquela parte do "SP" poderia se relacionar com o Estado de São Paulo, que muito penalizou Lula no primeiro turno frente ao direitista Geraldo Alckmin.
segunda-feira, 23 de outubro de 2006
O que é o real?
Duas perspectivas de uma mesma realidade.

Todos somos matéria e sombra.
Aconselho a leitura desta frase com um ar sério e cavernoso. Poderá ter hipótese de servir de mote a um programa "Prós e Contras" da RTP.

A placa em questão, que sinaliza os Correios, fica em Óbidos, na Praça de Santa Maria.
As duas fotos foram tiradas no mesmo minuto, em algum dia de Agosto de 2006.

Todos somos matéria e sombra.
Aconselho a leitura desta frase com um ar sério e cavernoso. Poderá ter hipótese de servir de mote a um programa "Prós e Contras" da RTP.

A placa em questão, que sinaliza os Correios, fica em Óbidos, na Praça de Santa Maria.
As duas fotos foram tiradas no mesmo minuto, em algum dia de Agosto de 2006.
Nova galáxia
Estava em Santiago de Compostela, na Casa das Crechas.A música celta emanava e enchia todo o espaço do bar. Aproveitei o ensejo para tirar a foto desta estrela que pousava sobre a mesa.
Foi muito interessante o meu relacionamento com esta cerveja.
O primeiro momento foi de grande cepticismo: deixa-me eu provar esta cerveja que bebem aqui... De certeza que não é melhor que a Super Bock...
Depois veio um momento de surpresa, pois gostei muito e passei a considerar a comparação muito difícil, optando eu pela politicamente correcta, mas não inverdadeira, expressão "são as 2 muito boas, mas diferentes".
Seguiu-se uma fase de extrema exaltação, de enorme prazer, inatingível com outra qualquer bebida, que se traduzia em chegar no balcão e pedir "uma estrela"!
O regresso a Portugal trouxe a saudade, que só foi atenuada quando a vi no "Avante" e pude ter um momento de nostalgia com a estrela em versão enlatada.
Mas a estrela, como tudo, não chega a ser perfeita. O dia de suprema perfeição chegará quando em seu rótulo estiver o seu nome escrito na sua identidade própria, em galego reintegrado. Aí teremos uma Estrela Galiza cheia de orgulho de si, onde conteúdo e forma irão ser tão entusiasmantes que todos giraremos à volta da única estrela capaz de substituir o Sol e de criar uma nova lógica na nossa galáxia.
quarta-feira, 18 de outubro de 2006
A trompetaria rapaziana
Sei que este rapaz que ri lá do alto, perante a nossa tentativa de mirar-lhe os olhos sem cruzar a nossa vista com o Sol, fica no topo de um pequeno teatro localizado no "Sítio" na Nazaré. Não me lembro o nome do teatro e não sei o nome do rapaz, mas quem souber alguma das denominações deixe um comentário "em anexo".Apetece perguntar ao moço: ainda te ris com as chuvadas que andam a cair por estes dias?
Ainda pergunto mais: isso é um sorriso mesmo ou é um esgar apavorado, motivado pelas cornetas que tocam em uníssono, mesmo ao lado dos teus ouvidos, numa infinita sinfonia de uma nota só?
Em Agosto gargalhavas enquanto eu me desviava da multidão que, literalmente, cobria a Nazaré.
O assador daquele polvo fantástico bem dizia, enquanto comíamos depressa para dar lugar ao próximo: "a Nazaré no inverno é o paraíso". Soaria engraçado se fosse: "A Nazaré no inverno é um inferno".
Sinceramente, não sei se os emigrantes luso-franceses optam de livre vontade por visitar o inferno no verão.
Eu? O que eu estava fazendo lá? Ora, eu cai lá meio acidentalmente, mas, confesso, fiz um esforço e consegui (mesmo, é verdade!) aproveitar ao máximo.
No entanto, não comi, ainda, o famoso carapau seco. Salvo o devido respeito, como se come aquilo?
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