terça-feira, 30 de novembro de 2004

O bebé


"Este é um Governo a quem ninguém deu quase o direito de existir antes dele nascer, e que, depois de nascer através de um parto difícil teve que ir para uma incubadora e vinham alguns irmãos mais velhos e davam-lhe uns estalos e uns pontapés"
"Tem sido difícil para quem está na incubadora, ver passar a família e, em vez de acarinhar, haver membros da família que dão uns estalos no bebé"
Santana, finalmente, no seu melhor. Posted by Hello

Saci Pererê


O mascote do Internacional de Porto Alegre é o Saci Pererê.
Mas quem é o Saci? Vejam aqui no UOL.
Certo certo é que o Saci vai encher de sorte o Internacional, que vai bater o Boca Juniors na 4ª Feira, por mais de 2 gols.Posted by Hello

Balança e cai!


O Grêmio garantiu vaga na Segundona.
Por isso vale a pena citar o centenário deste grande clube do Sul do Brasil.
Após cem anos de tentativas, o Grêmio assegurou a sua descida de Divisão, pela segunda vez.
Da primeira vez, teve azar e subiram-no administrativamente, com o alargamento do campeonato brasileiro. Nem pôde mostrar o que era capaz.
Agora, finalmente, parece que o Grêmio vai poder jogar aonde sempre quis.
E como eu já disse, há um tempo atrás, os times do Rio Grande do Sul se espalham por mais campeonatos.
E, verdade seja dita, o Grêmio está bem apetrechado para ganhar a segundona. Posted by Hello

segunda-feira, 29 de novembro de 2004

Balança, mas não cai

No Público:
Sampaio Vai Avaliar Condições de Santana para Governar
Segunda-feira, 29 de Novembro de 2004
A demissão de Henrique Chaves colocou o primeiro-ministro em xeque. O ministro do Desporto deixou carta de demissão em São Bento sem falar com Santana Lopes, a quem acusa de falta "de lealdade e de verdade
Ana Sá Lopes, Helena Pereira e Eunice Lourenço
O Presidente da República, Jorge Sampaio, chamou o primeiro-ministro, Pedro Santana Lopes, a Belém para avaliar a natureza e a extensão da crise desencadeada pela demissão de um dos homens de confiança do primeiro-ministro, Henrique Chaves. A reunião, que se inicia às 9h30, foi acertada ontem à noite entre Presidente e primeiro-ministro. Ontem à noite, Santana terá reunido com o seu núcleo duro, incluindo o ministro da Defesa e seu parceiro de coligação, Paulo Portas.
Neste momento, nenhum cenário para o desfecho da crise é excluído, incluindo o da dissolução parlamentar. A demissão de Henrique Chaves - e o teor violento do seu comunicado - vem colocar de novo em cima da mesa presidencial a avaliação das condições de governabilidade e da confiança e autoridade do primeiro-ministro.
No comunicado, divulgado ao início da tarde, o ministro demissionário acusa Santana de não lhe ter dado "oportunidade de exercer qualquer função ao nível da coordenação do Governo" como ministro-adjunto, diz que quis sair do Governo na quarta-feira, quando o primeiro-ministro lhe pediu para deixar de ser ministro-adjunto e revela não ter gostado de ter sido o último a saber da remodelação. Diz mesmo que Santana lhe mentiu, acusando-o de "grave inversão dos valores da lealdade e verdade".
As acusações de Chaves deixaram vários membros do Governo em estado de choque pela sua gravidade. O ex-ministro do Desporto é um santanista, desde que em 1994 se tornou amigo do actual primeiro-ministro. A saída de Chaves e a forma como o fez - em total ruptura política e pessoal com o primeiro-ministro (os dois não chegaram a falar) - foi considerada "inadmissível" no núcleo duro do Governo, que queria ontem resolver rapidamente a crise para evitar o prolongamento de uma nova discussão sobre a necessidade ou não de eleições antecipadas.

Vencemos!


A equipa da Casa do Brasil de Lisboa venceu, no passado Domingo, por 4-2, o time da Rússia, num Torneio de Futebol em que está participando.
O jogo decorreu no Monumental Pavilhão de Esportes da Tapada, na Ajuda, em Lisboa.
Foi uma vitória suada, em que esta brilhante equipa superou todas as expectativas, batendo sem apelo nem agravo os russos. O time jogou muito organizado, mais defensivo que o habitual, mais inteligente nas marcações, com o futebol força predominando sobre o futebol-arte.
Houve aqui e ali uns enfeites, que só serviram para perder jogadas de ataque e gols feitos.
Vamos ver se acertamos o passo de vez.
Time base: Marconi; Geraldo; Anderson; Maiquel; Sinésio.
Suplentes: Ronaldo; Gustavo; Vaguinho.Posted by Hello

sexta-feira, 26 de novembro de 2004

Ainda o 11 de Setembro

Fala sobre o ataque ao Pentágono, no 11 de Setembro:
http://www.freedomunderground.org/memoryhole/pentagon121.swf
Vejam, antes que retirem da net.

Ai Portugal Portugal

"Portugal é um país sem governo"
Toda a gente

Não sou só eu que digo!

"Gomes da Silva é um ministro sem pasta"
José Sócrates

No bom caminho

No Público
País afasta-se cada vez mais da União Europeia
Cavaco Silva: Portugal "vai continuar a empobrecer até 2006"
Lusa
O ex-primeiro-ministro Cavaco Silva advertiu ontem à noite, no Porto, que a situação económica em Portugal "é complicada" e que o país "vai continuar a empobrecer até 2006", afastando-se "cada vez mais" da média da União Europeia.
"Eu não invento números. A Comissão das Comunidades Europeias publicou previsões até 2006 e está lá escrito que Portugal vai continuar a empobrecer até esse ano. Já foi ultrapassado pela Grécia e pela Eslovénia e vai ser ultrapassado pela República Checa", afirmou Cavaco Silva.
O ex-primeiro-ministro, que participou no Porto numa conferência sobre "Os Desafios da Economia Portuguesa", promovida pela Associação Nacional de Jovens Empresários, sublinhou que Portugal "está no quarto ano consecutivo de afastamento da Espanha e da União europeia e vai continuar a afastar-se nos próximos anos".
O que vale é que estamos a recuperar, como disse, e está sempre a dizer, o Santana.

Reorganização

Agora remodelação governamental se chama reorganização de pastas.
Como se fossem as gavetas de uma secretária (escrivaninha, no Brasil).
Santana Lopes tirou algumas pastas dos Ministros mais incompetentes e deu outras aos mais competentes. Há ministros que precisam de uma mala de viagem para levar as pastas a seu cargo e há alguns que só precisam de uma "mica" (não sei como se diz no Brasil).
Morais Sarmento, como foi do boxe, consegue carregar mais pastas do que os outros todos. E deve ser o engolidor de sapos de serviço. Santana conseguiu fazer uma criação de sapos no PSD e todos gostam cada vez mais de saborear os mesmos, a todas as refeições.
As mudanças são sinal da debilidade das escolhas de Santana, que volta atrás nas opções que fez, relativamente ao Ministro Adjunto do Primeiro Ministro e Ministro dos Assuntos Parlamentares.
Inclusive, diz-se nos jornais, que foi o nosso bondoso Presidente que teve de abrir os olhos ao Santana, com valentes pancadas de martelo e um alicate de corte.

quinta-feira, 25 de novembro de 2004

A democracia mal aprendida. Mas quem a conhece?

No Público
"O país já está à beira de uma guerra civil"
Pelo nosso enviado JOSÉ MILHAZES, em Kiev
Quinta-feira, 25 de Novembro de 2004
O líder da oposição democrática na Ucrânia, Victor Iuschenko, rejeitou ontem os resultados oficiais da segunda volta das eleições presidenciais que dão a vitória a Victor Ianukovitch, o candidato do regime. Fez um apelo à greve geral e avisou os milhares de partidários concentrados há vários dias na Praça da Independência em Kiev que o país está à beira de um "conflito civil".
Este começa bem!
No campo adversário, o Presidente cessante, Leonid Kutchma, que apoiou Ianukovitch, avisou também os apoiantes de Iuschenko que as suas manifestações equivalem a "uma tentativa de golpe de Estado", e que uma guerra civil "pode tornar-se uma realidade".
Este assina em baixo!
Apesar das denúncias, internas e internacionais, de irregularidades no escrutínio, a Comissão Central da Ucrânia declarou Ianukovitch vencedor, com 49,46 por cento dos votos, contra 45,66 por cento de Iuschenko. Dos 16 membros da Comissão, 14 assinaram o protocolo final. Os Estados Unidos, através do chefe da diplomacia, Colin Powell, já fizeram saber que "não consideram legítimos" os resultados anunciados. Exigiram uma "revisão completa" do processo, sob pena de "haver consequências" para as relações bilaterais. Também o Canadá, numa declaração da vice-primeira-ministra, Anne McLellan, rejeitou os resultados que "não reflectem a vontade verdadeira e democrática do povo ucraniano."
O império ameaça!
Em Kiev, Victor Iuschenko declarou: "Não reconhecemos os resultados oficiais. (...) As minhas acções para combater o actual regime serão ainda mais consistentes e poderosas. Esta decisão [da Comissão Eleitoral] deixa a Ucrânia à beira de um conflito civil".
Este corrobora!
Especificando o apelo de Iuschenko a uma "greve política total", o líder do Partido Socialista Oleksandr Moroz, disse aos manifestantes em Kiev: "Vamos organizar cidadãos, vamos interromper as aulas nas escolas e universidades, vamos paralisar o trabalho nas empresas, vamos parar os transportes (...) e assim forçar as autoridades a pensar no que estão a fazer." Iulia Timoshenko, a principal aliada de Iuschenko, acrescentou: "Vamos cercar todos os edifícios do Governo, bloquear as vias férreas, os aeroportos e as auto-estradas. Temos a séria intenção de tomar o poder nas nossas mãos (....) numa luta consistente que leve à destruição deste regime."
Estes já tem o que fazer nos próximos tempos!
Timoshenko informou também que hoje a oposição vai recorer ao Supremo Tribunal, para protestar contra as fraudes eleitorais, e exortou os manifestantes a não abandonarem a praça central de Kiev. Iuschenko liderou a multidão, gritando: "Eles querem pôr-nos de joelhos, mas não vamos desistir". Os apoiantes aplaudiram-no e gritaram: "Vergonha! Vergonha!"
Também digo: vergonha!
Apesar da demonstração de força de Iuschenko, o candidato declarado vencedor ofereceu-se para encetar negociações com o opositor. "Vamos procurar uma linguagem comum", terá dito Ianukovitch, citado pela agência Interfax, de Moscovo. "A Ucrânia é a nossa terra e devemos ter a oportunidade de viver juntos o melhor possível." Antes, emitira um comunicado onde se lia: "Só aceitarei os resultados das eleições presidenciais se me provarem, a mim e ao povo ucraniano, que eles são legítimos e credíveis, de acordo com as condições estabelecidas pela Constituição. (...) Não preciso de uma vitória fictícia, um resultado que provoque violência e vítimas. Nenhum cargo de autoridade, por muito importante que seja, vale uma única vida humana."
Não sabia onde estava António Guterres e já descobri.
Em Kiev, os sinais de trânsito não funcionam e os duplos traços contínuos não são respeitados porque milhares de manifestantes continuam a atravessar o centro da cidade, tornando o trânsito um caos. Mas não se encontram muitos descontentes. As filas são provocadas pelos manifestantes que insistem em contestar a "fraude eleitoral". Os automobilistas apenas apitam para saudar a multidão que desfila pelas ruas.
Pi-pi! Pi-pi!
Ontem, de manhã cedo, a Praça da Independência estava quase vazia. Com a neve a cair, os guardiões de Iuschenko aqueciam-se e descansavam nas centenas de tendas e barracas instaladas nas ruas vizinhas. No entanto, a pouco e pouco, vindas de todos os acessos, começaram a avançar colunas gigantescas de jovens. "Somos alunos da Universidade de Kiev e viemos apoiar o nosso Presidente", disse-nos o estudante Alexei. "E as aulas?", perguntámos. "Só voltaremos a estudar quando vencermos", respondeu.
Até parece que estudam!
A praça rapidamente se encheu de gente . Para ajudar a suportar o frio, grupos de rock actuavam e apoiantes de Iuschenko discursavam. "Para apoiar o nosso Presidente, veio dos EUA Victor Klitchko, campeão do mundo de boxe", anunciou um animador ao microfone, recebendo fortes aplausos. "Vim dizer-vos que o nosso Presidente é Iuschenko, e que o devemos apoiar", declarou Klitchko.
Como? Dos EUA? Não queiram camaradas!
Produtos e bebidas quentes foram oferecidos pelos habitantes de Kiev aos manifestantes provenientes de várias regiões do país, principalmente da Ucrânia Ocidental. "Trouxe sandes, chá e roupas quentes", disse a professora primária Svetlana. "Não trouxe mais, porque as possibilidades não permitem, mas temos de vencer".
É preciso lutar!

Boca Juniors 4 - 2 Internacional

No clicrbs:
Colorado perde para o Boca Juniors por 4 a 2
Time de Muricy Ramalho sentiu a pressão da Bombonera
Não deu. Mesmo jogando um bom primeiro tempo, o Inter saiu derrotado da Bombonera.
Na madrugada desta quinta, dia 25, o colorado perdeu para o Boca Juniors pelo placar de 4 a 2 na primeira partida das semifinais da Sul-Americana. Os gols foram marcados na segunda etapa. Traverso, Cagna, Palermo e Cardozo assinalaram para o Boca. Sobis e Diego descontaram.
Segundo o escritor uruguaio Eduardo Galeano, o futebol é um espetáculo teatral. O jogo desta madrugada pode ser considerado uma peça em três atos.
O dia: 25 de novembro de 2004. O local: Bombonera, Buenos Aires, Argentina. O espetáculo: Boca Juniors x Inter, pelas semifinais da Sul-Americana. O ator principal: Carlos Tevez. O desfecho: Boca 4 a 2 Inter. O atacante argentino é liso, rápido, driblador e brigador. Foi ele quem armou as principais jogadas de ataque do Boca Juniors. E os gols da equipe saíram todos de lances com a sua participação.
Primeiro ato: na primeira etapa, o Boca Juniors teve apenas três oportunidades. Aos 20 minutos, Tevez chutou rasteiro, com força, Clemer esticou-se todo e, com a ponta dos dedos, jogou para escanteio. Grande defesa. Aos 35, Clemer realizou um milagre. Schiavi se antecipou à defesa colorada, cabeceou com força, à queima-roupa. O goleiro colorado espalmou. A bola ainda bateu no travessão. Na seqüência, Clemer subiu para dividir com Schelotto. Ao cair no chão, machucou o supercílio.O outro lance de perigo ocorreu nos acréscimos. Aos 46 minutos, Vinícius perdeu a bola perto da área. Em velocidade, Schelotto avançou pela direita e cruzou na cabeça de Palermo. O grandalhão atacante subiu livre e cabeceou sozinho, mas fez o mais difícil. Colocou para fora.
Segundo ato: o Inter saiu em cima. Antes de fechar o primeiro minuto, o zagueiro Alvarez tentou recuar a bola. Diego, esperto, tomou a bola e, de primeira, tocou para Rafael Sobis já dentro da área. Sobis chutou na saída do goleiro argentino: 1 a 0. Porém, o gol parece ter feito o Inter parar de jogar. E o Boca, empurrado pela fanática torcida – digna de manicômio (olham a partida mas não vêem nada) –, avançou sobre o campo do colorado. Aos nove minutos, Traverso apanhou um rebote: 1 a 1. Minutos depois, Cagna arriscou de longe, rasteiro, forte. Clemer foi certo na bola, mas ela bateu na trave e nas suas costas antes de cair dentro do gol: 2 a 1. Eram apenas 14 minutos. O Inter estava atordoado. Palermo recebeu passe, depois de Tevez fazer grande jogada, em situação irregular. O árbitro não marcou o impedimento e o atacante não desperdiçou: 3 a 1. Aos 24, Cardozo chutou cruzado e Clemer aceitou.
Quando tudo parecia perdido, quando os 4 mil torcedores colorados que lotaram o seu espaço na Bombonera não acreditavam mais, veio o segundo gol. Diego, aos 38 minutos, entrou rápido no lugar do centroavante, depois do cruzamento de Rodrigo Paulista: 4 a 2.
Terceiro ato: está marcado para o próximo dia 1º de dezembro, no Beira-Rio. Estádio que estará lotado. A missão é muito difícil, mas agora é a vez do Boca Juniors sentir o caldeirão vermelho, lotado, tremer com os gritos da torcida colorada. A direção vai colocar preços populares. A arquibancada inferior custará R$ 5, a superior, R$ 10, e a cadeira, R$ 50.
Vamos ter que ganhar!

quarta-feira, 24 de novembro de 2004

1-12

Belo resultado.
Afinal conseguimos descer ainda mais baixo, contra a Ucrânia.
O que nos restará?

Boca Juniores - Internacional de POA

No clicrbs:
Buenos Aires no vermelho
A torcida do Inter invade a capital argentina para assistir ao jogo das 22h15min contra o Boca Juniors
LEONARDO OLIVEIRA/Enviado Especial/Buenos Aires
A charmosa Buenos Aires ganhou matizes vermelhos.
Desde ontem à tarde, barulhentos colorados tomam as ruas da capital argentina para o histórico jogo desta noite contra o Boca Juniors. O ápice da festa será às 22h15min, quando o Inter entrar na Bombonera. A celebração começou desde a confirmação do jogo contra o Boca Juniors, em Buenos Aires.
Torcedores disputaram lugares em vôos comerciais ou fretados. O primeiro chegou ontem, às 16h. Vieram nele 50 torcedores. Desembarcaram em Ezeiza cantando o hino e com a bandeira desfraldada. Os argentinos, surpresos, acompanhavam com olhares discretos. No saguão, o grupo posou para fotos e embarcou em um ônibus cantando Sorte Grande, de Ivete Sangallo. - Um jogo como esse é imperdível, tinha que ver meu time na Bombonera - justificava o advogado Eduardo Capone Araujo, 31. O pacote com ingresso e duas noites de hotel saiu por R$ 1,1 mil. Como se trata de paixão e história, uma bagatela. A invasão vermelha prosseguiu em toda a tarde de ontem. Eram esperados outros 50 torcedores no vôo da Aerolíneas Argentinas. Hoje, virão mais dois vôos fretados, além dos normais de linha. Depois, chegarão os ônibus de excursão.
A previsão é de 4 mil colorados na Bombonera. A torcida será reforçada pela colônia em Buenos Aires. No início da noite de ontem, um grupo de seis gaúchos estudantes de Medicina na Capital esperavam o vice de administração, Giovanni Luigi. Estavam atrás de ingressos e leram em ZH na Internet que Luigi traria os ingressos que sobraram para vendê-los aqui. Sentados à frente do hotel El Emperador, prometiam varar a noite se preciso. Os caminhoneiros Breno Alves, 42, e Paulo Rogério de Jesus, começaram a viagem na sexta-feira. Trouxeram em caminhões 1,6 toneladas de brinquedos. A volta está prevista para amanhã. Em tempo de ver o Inter. - Não volto para o Brasil sem ver meu time na Bombonera - avisou Jesus. O Boca reservou um espaço atrás da goleira à esquerda dos camarotes. É onde ficam os torcedores do River nos clássicos. Os jornalistas argentinos pareciam não acreditar na presença maciça de gaúchos. Indagavam ontem aos brasileiros se todos os ingressos seriam mesmo vendidos. Ao final da partida, a torcida do Boca será retida no estádio por 25 minutos. Será o tempo para retirar os visitantes e a delegação do Inter. O comboio de ônibus com colorados será escoltado até a saída de Buenos Aires.
Talvez, fazendo festa.
( leonardo.oliveira@zerohora.com.br )
Talvez nada! Vamos fazer a festa!

segunda-feira, 22 de novembro de 2004

Bob Esponja

Fiz um teste de personalidade deu este resultado:
Bob Esponja: Você é clássico, ao qual todo mundo gosta. Você é o melhor amigo que ninguém quer se arriscar a perder. Nunca causa dano às outras pessoas, mas às vezes magoa seus sentimentos. A vida é um passeio. Você é gracioso e calmo a maioria do tempo. Apenas se mantenha longe de pessoas traidoras que estarás livre de preocupações.

sexta-feira, 19 de novembro de 2004

Nova palavra: andação

Hoje no CNAI ouvi uma nova palavra - andação ou andassão.
A pessoa com quem falei, usou esta palavra como sinónimo de andamento.
Não deixei transparecer a minha ignorância, por nunca ter ouvido a mesma.
Acho que descobri o significado:
Um processo em andassão (ou andação) é um processo que está com um andamento saudável, são.
Mas se alguém souber outro significado agradeço que me mandem um informamento.

O bilhete

O Laerte tem uma tira da série "Condomínio", que eu acho espectácular.
Não tenho a tira digitalizada, mas os diálogos são assim:
- Oi George! O Ringo Starr?
- Não - saiu pra Paul McCartney no correio.
- Pode dar esse bilhete pra ele?
- Claro.
- Mas não deixa o John Le,nnon.
-Tá.
"Humor nos Anos Incríveis, Vol. 3, pg. 217"

quinta-feira, 18 de novembro de 2004

AACS Censura Gomes da Silva e Morais Sarmento

(ou Marcelo virou a mesa)
Por JOÃO PEDRO HENRIQUES
Quinta-feira, 18 de Novembro de 2004
No PÚBLICO
A Alta Autoridade para a Comunicação Social (AACS) concluiu ontem que configuraram uma "tentativa de pressão ilegítima" sobre o grupo Media Capital, proprietário da TVI, as declarações do ministro dos Assuntos Parlamentares, Rui Gomes da Silva, exigindo o "contraditório" aos comentários políticos que Marcelo Rebelo de Sousa fazia naquela estação.
Em relação a outras declarações de um outro ministro, no caso Morais Sarmento (ministro da Presidência, que detém a tutela dos media estatais, o qual considerou, nomeadamente, "haver limites à independência dos operadores públicos") a AACS considerou que as ditas declarações "afectam, no seu conjunto, a independência dos órgãos de comunicação social perante o poder político e, especificamente, a independência dos órgãos de comunicação social pertencentes ao Estado, bem como a liberdade de programação e de informação e a autonomia das direcções de programação e de informação".
Estas foram apenas duas das conclusões que a AACS retirou do seu inquérito ao chamado "caso Marcelo", que acabou por transformar em inquirições sobre a concentração dos media. Ontem este organismo emitiu uma extensa deliberação sobre o caso (mais de 50 páginas), e os ministros Gomes da Silva e Morais Sarmento não foram os únicos a sair atingidos.
A AACS censurou expressamente o presidente da Media Capital, Miguel Paes do Amaral, considerando que a conversa que este teve com Marcelo Rebelo Sousa (e na sequência da qual o ex-líder do PSD se decidiu afastar da TVI) pode de facto "ser interpretável como condicionamento da colaboração do comentador". Considerou, por outro lado, que o presidente da Media Capital "infringiu a liberdade editorial legalmente protegida" ao conversar com Marcelo "sem a presença, a intervenção atempada ou sequer o conhecimento prévio" do director de informação da estação, José Eduardo Moniz. Na conferência de imprensa de ontem, destinada a divulgar as conclusões das inquirições, foi anunciado que a AACS não se decidiu por impôr coimas a Paes do Amaral por razões de "prudência e razoabilidade"-
PT instada a vender grupo Lusomundo
O processo da AACS abordou ainda o universo mediático da Portugal Telecom - a propósito, designadamente, da demissão do director do "Diário de Notícias", Fernando Lima -, tendo-se concluído por uma "recomendação". Tanto o grupo como o "accionista de referência que é o Estado" devem considerar uma de duas hipótese: ou a venda do universo mediático do grupo (DN, JN, TSF e vários outros órgãos de comunicação social); ou então, caso esta solução não seja posta em prática, que os "media" da PT sejam "colocados" na "área de atribuições e competências do órgão regulador" da comunicação social.
Na prática, a AACS pretende (se a PT não vender o grupo Lusomundo) ter o direito a dar parecer prévio à nomeação das direcções dos media do grupo, direito que actualmente só detém em relação aos órgãos de comunicação social de serviço público.
A AACS recomendou também que a si própria (ou ao organismo que lhe venha a suceder) sejam, de futuro, atribuídas competências de "regulação de operações de concentração", não ficando isso na exclusiva competência da Autoridade para a Concorrência.
Outra recomendação relaciona-se directamente com o DN, mais propriamente com o seu ex-director, Fernando Lima, que chegou à direcção do jornal vindo de um gabinete ministerial. Para a AACS é importante legislar no sentido de impedir estas transições directas, nomeadamente impondo períodos "razoáveis" de nojo entre funções jornalísticas e de assessoria.
O relatório ontem divulgado foi dividido em seis capítulos, sendo o penúltimo de "conclusões" e o último de "recomendação". Nas "conclusões", o presidente da AACS, o juiz conselheiro Armando Torres Paulo, votou sistematicamente contra, dizendo, por exemplo, que "não foi possível concluir, com um mínimo de segurança", que foi uma intervenção do Governo que levou Marcelo a deixar a TVI.
Já a parte da "recomendação" foi aprovada por unanimidade.

quarta-feira, 17 de novembro de 2004

Dance of Death

Os americanos conseguiram dominar Falujah.
Mas ninguém faz as contas do pouco que deve ser esta cidade, neste momento, e das poucas pessoas que devem restar na mesma.
Há um jornal a denunciar crimes de guerra. Como se fosse possível conjecturar que não os houvesse! Como se todos aqueles ataques não fossem resultar em crimes. Como se fossemos esquecer da conduta dos americanos no Iraque, por exemplo, nos seus estabelecimentos prisionais.
Falujah foi destruída da cabeça aos pés, com os soldados pressionados para que a operação fosse rápida. Imaginem a mortandade que por ali passou.
Dance of Death, conforme dizia um jornal britânico esta semana.
A propósito há uma música de Iron Maiden com este nome. Será que era esta a música que os soldados ouviam, com a metralhadora nas mãos, durante a chacina?

terça-feira, 16 de novembro de 2004

Ojtalmologista

Esta palavra é um neologismo do MSN messenger, que li outro dia.
Um Ojtalmologista é um Oftalmologista que faz a consulta no próprio dia em que se faz a marcação.
Ao invés do paciente dizer "quero um oftalmologista para hoje", diz apenas "quero um ojtalmologista".
Não confundir com "quero hoje tal mologista", porque mologista não quer dizer nada.