quarta-feira, 4 de maio de 2011

Back in business

No mesmo dia que João Paulo II foi santificado e que Bin Laden foi morto, os UP voltaram a estúdio, depois de do concerto de 11 de Fevereiro e as gravações de 12 de Fevereiro. As notícias que tenho do ensaio é de que foi bom, com muita criatividade. Impossível ser diferente. É o que se quer.
A má notícia é que o Kazoo talvez feche. Seria uma pena.

Questões

É incrível como é incomodativo entrar num lugar para resolver um assunto e te presentearem com uma questão mais difícil. Nem pensar, foi a resposta pronta. A intenção é resolver problemas, não criar outros.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

e muitos sapinhos nos laguinhos em cima de folhinhas

O mundo agora está muito mais seguro, disse Obama, sobre a morte de Osama. Estamos todos muito mais tranquilos. Agora vai voltar a haver muita paz. E os passarinhos nas árvores vão cantar o regresso de Alice ao país das maravilhas. Chapéuzinho vermelho pode também passear em paz pela floresta. Se um lobo fizer as mais horrendas safadezas, haverá o helicóptero da justiça que irá dar-lhe um tiro na cabeça. E vai haver paz de novo, outra vez. Nunca mais os lobos voltarão, pois terão muito respeito ao helicóptero pacificador.

GAP

Amanhã começo uma experiência nova, no GAP.

Gauchão

O Inter, que só jogou o segundo turno do campeonato gaúcho (no primeiro foi o Inter - B) ainda vai ganhar o Gauchão.
Ah, e o Falcão continua invicto, na sua saga de finais, enquanto se entrosa no time.

lei da pobreza linguística

Estou esperançado de que Tarso Genro irá vetar a lei da pobreza linguística do deputado Raul CarryOn. É uma lei tão estúpida quanto inaplicável. É ler e rir para não chorar.
É impressionante uma proposta destas surgir das mãos de um deputado do PC do B e a esquerda votar a favor de uma pataquada destas. Não passa de uma lei demagógica, populista, limitadora se fosse aplicável, inútil, desnecessária e com um conteúdo com contornos de extrema-direita conservadora.

corasão

Pode ficar para a história, e com muitas mais coisas para contar, um programa onde se frustraram as intenções primárias que fizeram a escolha do lugar.
Assim, com umas risadas, se chega à conclusão de que 3 ou 4 coisas que não deram certo valem mais do que uma frustração só. Estou pensando em balões, lobos marinhos e bom tempo. Mas estou me lembrando, ao mesmo tempo, de uma ponte que parecia que ia se desmantelar. De um hotelzinho pequeninho e modesto, com muitas pessoas queridas atendendo, de um xis feito num boteco que dizia colorado time do corasão.

livro do guitarrista

Outro livro que me chamou a atenção no Museu do Iberê foi "O livro do guitarrista", de Tony Bellotto (guitarrista dos Titãs).
Mas não o trouxe para casa...
Tem uma passagem muito boa, dizendo que quando vamos criar um solo não temos de imitar ninguém. Fiquei de imediato com vontade de ler.

danto

Recentemente fui ao Museu (ou Fundação) Iberê Camargo. Encontrei lá na livraria a Transfiguração do Lugar Comum, de Arthur Danto. Fiquei amarrado nele. Entre várias coisas que o livro questiona (e só li a contra-capa) é este negócio do conceito de arte, que faz com que até um sanduíche possa ser considerado arte.
Na minha cabeça, até ver, arte é tudo o que é feito com a intenção de ser arte.

balões

E agora comendo um docinho de noz igual aquele que comi no Festival de Balonismo sem balões.

Boxer e tijolinhos

Ouvindo boxer, dos National, e comendo dois tijolinhos.
Lembrando.

sexta-feira, 29 de abril de 2011

ou seja nunca farei

Menos escrita no blog. Mas com o caderninho preto cheio de notas soltas. Estão ali umas 30. É interessante que - talvez como no blog - muita da escrita dos dias que ficam para trás perde alguma validade. Fazem sentido no minuto que as atiro para algum lugar, mas só este acto de as fixar num sítio qualquer parece já esgotar o seu sentido. Fica aqui uma deixa para uma reflexão a ser feita quando todos os assuntos do mundo se terminarem.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

sexta-feira, 15 de abril de 2011

quinta-feira, 14 de abril de 2011

tempos e espaços

Na capa da Zero Hora de ontem: Empresas preveem crescer mas temem falta de mão de obra.

nada sei

Sócrates não era sofista e era humilde - só sei que nada sei - contrariamente a alguns que herdaram o seu nome e fazem da retórica e da arrogância um estilo de governação. E se isso já seria mau para um país, é completar a peça com agências de notação financeira (que notam só as coisas erradas - como dar boas notas à AIG dias antes dela falir e levar tudo por água abaixo) especializadas em espatifar economias só porque lhes dá na gana e infelizes alternativas que não gostam de quem governa porque ainda acham, talvez por serem coelhos, que se deve piorar mais a situação das pessoas.

quarta-feira, 13 de abril de 2011

pARTe II

acontece muito

A juventude do orador permite desculpar a colocação das questões de segurança pública da sociedade ao lado das de direitos humanos, na temática da imigração, como se fossem dois lados da mesma moeda. Juventude e anseio de fazer uso dos conceitos de segurança pública e soberania nacional, provavelmente aprendidos em suas aulas de relações internacionais. Se não fosse a juventude, seria para mim completamente incompreensível a preocupação com segurança e soberania, numa cidade sem imigrantes como Porto Alegre. Os poucos que estão aqui, ainda por cima, numa grande maioria são do Mercosul, com os acordos de simplificação burocrática que devem ser cumpridos na íntegra. Imigrantes que ficam vivendo num país que escolhem como seu, apesar das várias dificuldades que enfrentam, normalmente não são uma preocupação de segurança pública, no sentido de uma agressão para a sociedade de acolhimento. Antes pelo contrário: é a segurança dos imigrantes que está em risco, pois são, potencialmente, alvo de todas as discriminações e explorações.

Falcão

Todo o Inter está feliz com Falcão. Colocando na balança capacidade técnica, experiência, risco, carisma, emoção, profissionalismo, realismo e fé, a verdade é que todo mundo queria experimentar para ver. Isso basta por hoje. E talvez o hoje seja a melhor forma de decidir o futuro, por natureza insondável. Vamos lá escrever uma história bonita Falcão (e jogadores também, que acho que deram uma ajudinha para destruir Roth - o Celso, não o Philip).

numa biblioteca

Se o silêncio não é suficiente e é quebrado de forma sistemática ou permanente, liga-se o mp3 e a paz é reestabelecida.