quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

segunda volta?

Cavaco, apesar de um avanço grande nas sondagens, entrou em patinanço e parece estar alarmado. Ao mesmo tempo, acho que o povo de esquerda começou a se preocupar a sério. Enfim, é preciso ter esperança nessas variáveis. O primeiro passo é votar em alguém que não Cavaco (não vale branco ou nulo) e forçar uma segunda volta.

Dia Alegre

- Panfletagem às 8h00 da manhã, no Cais do Sodré;
- Almoço de campanha, às 13h00, no Trindade;
- Arruada do Restaurante ao Terreiro do Paço, às 16h00;
- Comício no Coliseu dos Recreios, às 21h00.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Mais músicas boas e tal (para ter títulos diferentes)

Tenho aprendido sobre ambiente, experimental e post-rock como nunca! Venham eles.

a realidade

O certo é que depois de vários momentos de romantismo e reflexão sobre Lisboa, o telemóvel toca e manda meia dúzia de pragmatismos contra a minha cabeça, que dizem, quase em uníssono: olha, aquele teu projecto faz todo o sentido.

Pura arte, sobre Lisboa














O meu eléctrico, o meu percurso, o meu bairro, um dos miradouros ao pé da minha casa (são pelo menos mais dois, com belezas diferentes), a minha Lisboa, fotografada e comentada, de forma lindíssima, por uma outra voz. Vale muito a pena ver e ler as fotos todas.
Enfim, tudo isso cria muitas saudades antecipadas de Lisboa. É tramado. Um desafio e uma resposta que vou ter no futuro próximo: como é viver sem a beleza estonteante de Lisboa ao meu redor, a olhar para mim?
É que Lisboa se faz notar, sempre. Às vezes, para não atrapalhar uma leitura, ela vem de mansinho e sussura no meu ouvido, bem baixinho: olha como sou tão bonita. E eu olho, me desconcentro da leitura, e confirmo, às vezes em voz alta, no meio dos turistas felizes do 28: tu és mesmo muito bonita.

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

sextas musicais

Daycast


Gosto muito disso.

minúsculas

Agora estou com a mania de pôr os títulos dos posts com minúsculas. Algum dia vou perceber.

contagem

Entretanto, com isso tudo, iniciou-se a contagem regressiva, definitivamente. Ou progressiva?

universo

A sério que não esperava que fosse fácil, de mão beijada.
Por isso é mais fácil entender as coisas. E estar mais ou menos tranquilo, lembrando os reais motivos. Sabendo que se não for de um jeito, será de outro. E esperando que o universo se conjugue em favor, como é óbvio, porque ainda está tudo em aberto. E é bom ser franco. É a melhor coisa do mundo.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

estão lá

O bom de algumas músicas instrumentais é a poupança da escrita. Só da escrita. Porque as palavras, na verdade, estão lá. Comunicação não verbal, sentimentos. Brotam sempre de forma diferente, dependendo do ouvinte. Com os escritos também é assim. O que está expresso adquire diversos sentidos, consoante o leitor.

sábado, 15 de janeiro de 2011

pólvora

a caixa pólvora dos paralamas. é linda. fiz um trabalho e disse: pagas-me com a caixa dos paralamas. como era uma pessoa muito querida me trouxe do brasil a caixa metálica cheia com os 8 cds remasterizados. faz tempo isso.
Nem me lembrava que era de 97. E comprei o Santorini Blues na época também. Essas coisas sim, conseguem dar uma noção do tempo que vai passando.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

à venda

Espero que não afecte os links musicais da Aldeia.

Onda

Gerou, sem dúvida, uma onda. E isso não é mau.
Agora é pegar a prancha de surf e tentar aproveitar ao máximo, enquanto ela dura. Sendo que nem sempre são fáceis. São imprevisíveis.

sobre burocracia

Quando um burocrata não sabe explicar, manda consultar a lei. Bom e há aqueles que sabem que estão fazendo errado ou que algo é injusto e também citam a lei. E há também os que citam um belo conceito indeterminado, na lei. De facto, ainda assim e pensando bem, é melhor estar tudo explicado na lei.

as inventonas

E a homofobia aproveita um caso judicial de uma enorme violência, que a eleva (ou a diminui) a caso completamente particular, para tentar passar a sua mensagem. Mas que no café digam barbaridades é uma coisa. O drama é quando alguns media cometem a irresponsabilidade de jogar para a frente do ventilador as generalizações que se ouvem. Não as vou repetir concretamente, não gosto de despejar mais estupidez no ar, como as anormalidades de que há tendências que se cumprem nas pessoas que se diz que são diferentes. Enfim, hoje com os homossexuais, há um tempo atrás se ouvia com os de diferentes nacionalidades (cada uma com as suas especialidades) amanhã será com outros. Para além dos media, há também aqueles se vestem de cientistas ou entendidos para defender e para propagar lixo vestido de debate intelectual.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

em frente, parte II

Próximos, não de proximidade. Próximos com o sentido de seguintes. Na verdade, os seguintes, em princípio, serão próximos.
Surgiu esta questão terminológica.

em frente

Acabo de inaugurar a fase é preciso ver com os próximos. Foi uma boa sensação. Mas é isso mesmo. Não faz sentido a tomada de algumas decisões sobre as quais não se terá qualquer responsabilidade na execução ou a grande responsabilidade da convivência com elas. É como a vida. É tremendamente mais fácil opinar sobre coisas com as quais não se tem contacto real. É muito fácil mandar uns palpites e pronto. Nesse caso não seriam palpites é certo... Por isso mais consequências teriam. Enfim, bons ou não, não discuto. É preciso ver com os próximos.

vencer a conjuntura

Os cortes do PEC afectaram também o myspace dos UP. Agora temos cerca de 25 % das músicas que tínhamos antes disponíveis. Faz sentido. Antes tínhamos imensas músicas e algumas eram repetidas (apesar de serem versões com e sem a banda completa). A redução de músicas tem a ver com compromissos com a gravadora. Ai não, com o gravador.
Uma válvula de despesismo persiste aqui.

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

talvez...

Apetece-me ser mauzinho para o mva. Talvez tenha achado que o assunto estava resolvido... e agora o assunto está a passear pela ar...