quarta-feira, 12 de janeiro de 2011
nunca
Uma batotice nunca vem só.
de certeza que sou apanhado - eu apanhei-me
Fiz batotice aqui.
Fixe.
terça-feira, 11 de janeiro de 2011
aquele
hoje desci ao inferno da burocracia. aquele de onde só nos livramos se tivermos, além de uma bússola, muita convicção.
Mais músicas
Freedom voyagers nas músicas. Muito bons. E o nome vem mesmo a calhar.
sem bilhete
Há dias, podia ter feito diferente. Agora estaria tudo igual. Sem preocupações com a questão gerada. Sem polémica. Sem todo um valente questionamento. Sem a ordem, em certa medida, subvertida. Parava ali, na estação da falta de sinceridade, e pronto. Não andava aquelas outras paragens sem bilhete. Era só ter juízo e pronto, assunto acabado. Ia ficar tudo arrumadinho, tudo bonitinho - tudo sem graça.
the sea and the rocks, II
música na internet. os copos de vinho, meio esvaziados, perto do rato e do teclado, reflectindo as cores, ora do youtube, ora do myspace. the sea and the rocks lá pelas tantas apareceu ali na tela, mas principalmente nas caixas de som.
- isso é bom. como encontras essas coisas?
- sento em casa, começo a tocar e a brincar com o pedal. depois misturo tudo e gravo. só às vezes dá certo. aparece uma a cada dois meses.
(...)
- ah, mas isso é teu?
segunda-feira, 10 de janeiro de 2011
mais coisas boas
rqtn e the best pessimist figuram nas músicas, a partir de hoje.
escritas e músicas

Ganhei esse brinquedinho de Natal do grande jota.
Eu não conhecia essa maravilha. Ainda não a estudei bem, mas tem espaço para concertos, músicas de que se gosta, música própria... Não vi pautas (e é uma sorte, porque não as ia usar). É um guardador de notas (escritas, não musicais!) ou sentimentos relacionados com a música, parece-me.
Já estou cheio de vontade de usar. Dá para aproveitar e fazer um balanço musical. Agora, preciso de tempo, de um jardim com esplanada e de várias tarde de sol, para o quadro ficar perfeito.
os bons e os maus e é isso
Antes de começarmos o ensaio fiquei um pouco preocupado... Se estava com dor de cotovelo ou algo do tipo... Porque não pude resistir a uns comentários para lá de sarcásticos sobre uma banda que estava tocando e cuja bateria parecia um martelo pneumático. Na verdade, parecia que a sala estava em obras.
O que valeu foi que no fim, ao terminarmos o nosso ensaio, ouvi a banda seguinte e achei genial. Muito boa mesmo. Não fiquei sabendo quem são, mas fiquei com vontade de investigar.
domingo, 9 de janeiro de 2011
sábado, 8 de janeiro de 2011
sexta-feira, 7 de janeiro de 2011
Todos os fantasmas são ingleses?
Observou a maçaneta da porta, que se virava sozinha. Como em todas as últimas sextas-feiras ocorria, às 00:09 minutos abria-se a porta do estúdio em Montmartre, onde um baixo, um teclado, uma guitarra e uma bateria tocavam, sozinhos. Ele já não se lembrava do medo que sentiu a primeira vez que assistiu àquelas apresentações. A primeira música que ouviu foi the guitar song, canção que só dias mais tarde ele conheceria o nome, numas pautas pousadas em uma prateleira esquecida. Agora, simplesmente relaxava, puxava uma cadeira e sentava-se para ver e ouvir. Às vezes distraia-se e chegava com o concerto a meio, quando tocavam the distance speaks.
No único dia que trouxe amigos para presenciarem o espectáculo, os instrumentos permaneceram imóveis e calados, talvez ofendidos pelos comentários cépticos. Diziam "welcome ghosts", com um ar trocista que nunca permitiria empatia com nada. Logo que as pessoas saíram, ele ouviu pela primeira vez Dark Kellys. Teve a certeza de que não tinha sido boa ideia encher a casa de gente para vê-los a tocar.
Hoje, enquanto ouvia your hand in mine, fez o balanço de todas estas coisas boas que lhe haviam invadido a casa. Disse em voz alta para a música, ou fantasmas, ou instrumentos animados: "we called you ghost, you called us friend". Todos os fantasmas serão ingleses?, se indagou.
quinta-feira, 6 de janeiro de 2011
janeiros
Não há hipótese. Janeiro começa sempre desse jeito: com um punhado de relatórios. Já é o quarto assim. Depois vem as eleições. As da CBL, pois claro, que são de dois em dois anos. E, como se trata de movimento associativo, há sempre uns fogos para apagar. No meio das ondas, procurar e achar outras coisas que preciso e quero muito, entre uma multidão de antipatias burocráticas.
Atualização do myspace

Houve uma actualização do myspace dos understood. Colocaram-se as músicas tocadas a 4. As músicas foram gravadas com um sistema de som extraordinário: um telemóvel. Nem Hendrix fez assim. Faltam colocar duas músicas, pelo menos: a Bells (que foi objeto de censura prévia) e a Eclipse - Jota Sound.
Mas, mais a sério: pretende-se colocar umas gravações melhores, em breve, antes que o traidor vá embora.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
rascunhos 2010
Tenho meia dúzia de rascunhos de posts para sair no blog. Todos do ano passado e que vou tentar concentrar numa entrada só.
há tempos
"tempo" - a palavra de hoje é essa. a de amanhã será outra. porque em certos contextos o tempo não guarda nada. apenas nos garante que, o que ele tenta esconder e adiar, irá acontecer.
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
Chances
Sempre há mais coisas que não se sabe. Nunca se conhece tudo. Há mais. Há mais para além do mais. Há muitas coisas escondidas que estão na nossa cara. E a oportunidade é única. É sempre a do momento.
Itália
Roma, Florença, Veneza, Pompeia.
Não preciso escrever muito. Fica tudo guardado na mesma.
2011
Ainda não tinha postado nada em 2011.
Cá está.
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