sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Revolução

Uma autêntica revolução está acontecendo!

Fórum Imigração

fórum imigração :: 23 de Outubro | 10h30 :: Hotel Mundial, Martim Moniz


Programa


10.30 – 13 - Manhã

Abertura – Cecília Honório

Crise e políticas de migração

- Rui Tavares (Parlamento Europeu);

- Gerardo Marquez (Coordenadora dos Imigrantes de Málaga);

- Sónia Pires – (Amnistia Internacional).

14.30 - 17h30 - Tarde

Direitos fundamentais: educação, habitação, trabalho, direitos políticos

- Carla Santos (Associação de Melhoramentos e Recreativo do Talude);

- Eugénia Costa Quaresma (Obra Católica);

- Mamadou Ba (SOS Racismo);

- Maria João Freitas, Socióloga.

17.30 – encerramento – Francisco Louçã

Programa em esquerda.net

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Djadja

Não há jeito. Tigrala é muito bom. Tem uma muita e boa energia. Chegando em Lisboa pela A5, vinha ouvindo isso no carro. Aquela descida toda. Se não estivessem mais carros, não sei se não aceleraria mais do que é permitido, enquanto ouvia Djadja.

Mais uma novela

Sinceramente, não sei se alguém sabe se Passos aprova o OE. Não sei se ele sabe. Não sei sequer se ele saberá o que fazer se o PS aprovar os 6 pressupostos. E não sei se saberá o que fazer se não aprovar. Ou se aprovar só um bocadinho, só algumas medidas.
E não sei se o PS não apresentou uma proposta de OE tão miserável para o pessoal lhe chumbar esta porcaria e pronto. É um OE bastante vergonhoso. Claro no ataque aos mais empobrecidos. Com o OE chumbado terminariam duas lideranças de uma vez só. A de Sócrates, que já terminou, mas que terminará formalmente, e a de Passos, que, a não ser que saia bem disso tudo o que vem fazendo, pelo menos em relação a Revisão Constitucional e com OE, passando por alguns documentos na AR, apenas vem demonstrando o quanto consegue ser obtuso.
Seria muito bom na verdade: um futuro sem Passos, nem Sócrates.

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Sobre pressa, perfeição, agir e fazer

A pressa é inimiga da perfeição.
A lentidão é inimiga de trezentas mil coisas mais.

Pressupostos

Os pressupostos são mais fundos e talvez não explicitáveis em palavras. É um conjunto de coisas, algumas bem abstractas. É por isso que acho que isso é mais do que sempre foi.
Ultrapassa um pouco a racionalidade. Mas permite alguma fundamentação teórica. Que, no entanto, vale muito pouco. Pode-se criar uma justificativa bem elaborada, mas muito mais importante é o que não se consegue escrever.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

plantaçao

joga-se a semente na terra e ela começa a se transformar. daqui a pouco é uma arvore e logo após está cheia de folhas e frutos

domingo, 17 de outubro de 2010

13 Dilma

no brasil agora sao so duas alternativas. mesmo q uma delas n seja a mais perfeita, trouxe mudanças reais. a outra alternativa representa um passado em q os mesmos governavam sempre para os mesmos.
é preciso votar dilma, salvar o brasil de serra

sábado, 16 de outubro de 2010

Le cool

A CBL está na moda.

Whitman dominando o dia

Transformando dois blogues num curto circuito, e enchendo este post de vírgulas (como já verão), faço um link para o antiblog do Salo, que hoje fez uma nova visita a Whitman e me enviou, através de um comentário, e através de um post também, uma parte linda do poema, que ele define como auto-retrato do escritor.
O Whitman acordou-me hoje. Acordei com a abertura do "Canto de mim mesmo", que é um poema de uma profundidade infinita. Há quantos anos não pensava nele, no poema. O livro olhei nas mudanças. Queria colocar no blog tão cedo quanto pudesse. Tem um grande significado pessoal o post sobre Whitman e o poema em si.

Myself - Walt Whitman

I celebrate myself, and sing myself,
And what I assume you shall assume,
For every atom belonging to me as good belongs to you.
I loaf and invite my soul,
I lean and loaf at my ease observing a spear of summer grass.
My tongue, every atom of my blood, formed from this soil, this air,
Born here of parents born here from parents the same, and their parents the same,
I, now thirty-seven years old in perfect health begin,
Hoping to cease not till death.
Creeds and schools in abeyance,
Retiring back awhile sufficed at what they are, but never forgotten,
I harbor for good or bad, I permit to speak at every hazard,
Nature without check with original energy.

E lembro que há 12 anos li essas estrofes pela primeira vez. Neste tempo, alguns versos passaram a fazer um sentido diferente.

sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Salvem os ricos

Hoje é dia de apresentação da Proposta de Orçamento do Estado em momento de crise em Portugal e na Europa. Vem aí um OE para baixar o défice, de uma forma brutal e bruta. Segundo já vai sendo dito os que tem menos rendimentos, mais uma vez, vão ser declaradamente os mais afectados, seja através do corte dos apoios sociais, seja através dos aumentos no IRS e no IVA - este último não é progressivo e precisamente por isso afecta mais os menos favorecidos (ver no Público: subida do IRS é mais forte nos rendimentos mais baixos, no DN: IRS triplica nos escalões mais baixos e na TSF: família de classe média paga mais 2100 euros de imposto)
Num dia assim, não há nada mais adequado do que postar a música "salvem os ricos", do programa humorístico Contemporâneos.

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

cartas inábeis

Estava com vontade de colocar um link e não coloco, porque estou muito triste. Que papelão!
Promete-se umas cartas e um gajo sente-se um parvo.
Em português do Brasil:
Promete-se umas cartas e um cara se sente um bobalhão.
E eu dizendo aos quatro cantos do mundo em quem voto. Defendendo. A esquerda, sim, a esquerda, já fica sabendo que uma certa pessoa não é só contra o aborto, mas contra mudar a legislação da matéria. E é contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Na verdade eu acho que eu não queria saber isso assim, preto no branco, porque talvez já soubesse que estas ideias não iam ser defendidas em contexto de presidenciais. Óbvio. E o outro soube fazer bem a coisa, está certo. Mas não posso deixar de dizer que sinto-me muito desiludido pela inabilidade demonstrada por ela e pelas ideias que a inabilidade agrega. Devia ter votado melhor no primeiro turno (está aqui um diabinho me dizendo ao ouvido) e agora valia tudo para não ter o outro senhor. Mas pelo menos eu estava mais tranquilo. Dois votos agora me parecem demasiado. Há um velhinho a quem devo desculpas. Não sei como a esquerda vai reagir. Sim, a base de apoio historicamente maioritária da escritora da carta. Acho que o segredo é votar nela, tentando fazê-la lembrar desse papelão que ela fez, em breve.
Continuo não querendo o outro senhor. Mas, por favor, não voltem a dizer para mim que Portugal é um país conservador. Não tolerarei.

passado, presente, futuro

"Mais uma vitória como esta e estou perdido!"
Acho que há muita gente assustada e não sabendo como vota alguns documentos importantes da nação, precisamente porque o tempo é de vitórias pírricas. E já agora para quem quer saber sobre Pirro, ele era um general que o Aníbal admirava muito, considerando maior que ele só Alexandre, o Grande.

A não contradição da capa da Veja


É interessante esta capa da Veja. Literalmente, sob a capa de contradição apresenta-se a opinião de Dilma, que, sendo essa (pegando só nas duas frases), mesmo que ditas a dois tempos, têm uma certa coerência. Poderiam (quem é a favor da criminalização do aborto) atacá-la por ser a favor da descriminalização do aborto e não por haver contradição de posição baseada nessas afirmações.
Nos jogos políticos e demagógicos do debate da penalização ou não do aborto (aqui ainda mais prejudicados pelas eleições presidenciais), os argumentos são sempre bastante truncados, como essa capa da Veja, aliás. Exacerbam o medo, ao invés de promoverem um debate que tendesse a ser esclarecido.
Porque a verdade é que é perfeitamente possível que uma pessoa seja a favor da descriminalização do aborto e que, ao mesmo tempo, para si, para a sua consciência, seja contra o aborto.
Simplesmente, por uma pessoa ser contra, não quer dizer que as mulheres, sublinhe-se que são as mulheres mais pobres (porque as ricas podem viajar e fazer o aborto num outro país), que tenham de fazer essa opção dificílima, devam ser punidas criminalmente por abortar. São duas coisas completamente diferentes.
Enfim, Portugal já passou por este debate. A legislação melhorou. Pode-se interromper a gravidez até às 12 semanas. O mundo não ruiu. Simplesmente já não há mais mulheres a fazerem abortos clandestinos (e a morrerem neles) e não há mais mulheres humilhadas em processos criminais por terem tomado uma decisão que nunca é fácil.

JSGWBLX parte III

Já fiz o que tinha a fazer. Ao cd junta-se o espectáculo.

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Vou mas é apanhar o 28

Quem não gosta de perder o controle do vício da leitura não deve ler nenhum parágrafo da trilogia Millenium, de Stieg Larsson. Terminam os horários. Fica-se sem saber como o sono vai conseguir vencer a batalha contra o livro. É melhor não o ler com o motivo de "pegar no sono" porque lê-lo é a mesma coisa do que tomar uma dose de cafeína. É também um livro ecológico. Por causa dele nas últimas duas semanas só num dia dispensei o eléctrico para vir para o trabalho. Também é um livro contra os idosos. Quando surge um lugar para eu sentar, fica muito mais difícil de levantar quando entra uma velhinha que não tem um assento.
Estou preocupado com a Lisbeth Salander. A polícia anda atrás dela.

Direitos Humanos dos Imigrantes e Refugiados

Coisas boas de fazer para refrescar as ideias.

Chile

Coisas boas de ler.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Sobre decisões

Um monte de convicções pessoais, com um monte de convicções institucionais, cronológicas, de oportunidades, de energia, de cargas de trabalhos, misturadas com a minha disponibilidade para os próximos dois anos, me fizeram tomar uma decisão difícil hoje.
Como qualquer decisão difícil, tem muitas interpretações e diferentes formas de compreender, inclusive para mim.
Mas acho que agi pelo melhor.
Vai no caminho do que estabeleci como preferível, como realizável e até como sonhável nos próximos tempos.