terça-feira, 11 de maio de 2010

Já que hoje os espaços de opinião estão dominados pelo papa

Deviam chamar o Michael Schumacher para fazer comentários sobre as características do papamóvel.
[e do batmóvel ninguém fala?]

Grandeza de clube

O papa está em Portugal e há gente que se chateia mais com isso do que com os festejos do super Benfica. Mesmo a lagartagem suportou o Benfica, mas o papa não aguentam.
Se o papa quiser vir festejar em todos os anos os títulos do Benfica será ótimo.

Organizante II

Tão organizado que até o lixo seguiu à noite e tudo.

Mil e quinhentos

Este é o post 1500.

Organizante

A palavra do dia foi organizante.

A copa está na porta II

O futuro campeão já convocou os seus 23.
Venha a Argentina.

A copa está na porta

Um dos meus times já escolheu seus jogadores para a Copa.

domingo, 9 de maio de 2010

Super Benfica

Não há como dizer de forma diferente. É que nunca uma equipe mereceu tanto ganhar um campeonato nos últimos anos.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Afastar-se

Hoje me falaram sobre óleo. Sobre como é complicado conviver com quadros que nunca mais secam. As minhas suspeitas se confirmaram completamente.
Pelos vistos, se eu já ia me afundar em não sei bem que tipo de sentimento, aguardando o quadro secar, tê-lo empatando mais produções e ter de andar pedindo licença para não esbarrar nele durante tanto tempo ia ser um inferno. (minha nossa, que frase tão grande. é melhor não me meter com óleo mesmo)
Nunca digas dessa água não beberei, no entanto. É fatal que vou experimentar um dia.

8 horas

A pintura termina e está viva, cheia de força, cheia de vida, cheia de brilho. Um primor. Que cena tão fixe, pensa-se, contrariamente ao que se esperaria, talvez quisessem uma frase cheia de solenidade e cerimonial, com referências culturais profundas e elaboradas.
Dorme-se e quando se acorda ela perdeu essa força. Poucas horas bastam. Continua lá a beleza, é certo, mas é uma beleza low-profile, muito menos chamativa.
Por isso inventaram aqueles vernizes, isso está tudo ligado, nada é por acaso.

A difícil vida das preguiças

Acho que vou desistir de ler "O Grito da Preguiça". Não gosto de deixar um livro a meio, mas o esforço está sendo avassalador. Há uma ou duas passagens engraçadas até agora, nada mais.
Talvez no fim melhore. Que difícil chegar ao fim.
E com o Calvino mantendo-se à espreita, é mesmo difícil.

Nuvens

Havia lá pelos idos do futuro um tempo onde as coisas se pareciam com as árvores que cresciam no céu, com as raízes que se desmazelavam entre as nuvens, dando-lhes um sabor inconfundível, entre o doce e o salgado.
Vez por outra no futuro aconteciam episódios que se esperava que se repetissem no passado ou que se pudessem prever, pelo menos, no presente longínquo.
E aqueles quadrados todos, seriam suficientes para pôr as carruagens de mel a andar? Era essencial que o fizessem. Porque os figos estavam todos misturados não só com as cenouras e caixas de feno, mas também com as beterrabas e os coelhos cor de noz.

quarta-feira, 5 de maio de 2010

Flyin

Hoje os understood tocaram de novo.
Saiu uma música nova: Flyin. Era uma música que vinha aparecendo há uns 3 ensaios. Ficou meio desafinada nuns acordes lá no fim, mas tudo bem, gravou-se. Assim não se perde.
Os understood salvaram o meu dia. Estava às voltas com um projecto que é tão difícil e que agora está bem encaminhado. Entre isso, resolvi "caçar" o JP, que só atendeu o telefone às 19. "Bora tocar". "Bora, mas não sei a que horas estou em Lisboa".
Quando sai do trabalho, às 20h15 meu telemóvel tocou e foi começar a correr para casa. Tocamos "Bells", "Fliyn" (algumas vezes, até se conseguir gravar), e "Silence of sound" (em sua melhor versão de sempre, e que não foi gravada - talvez por isso).
Foi um excelente ensaio, apesar de ter sido durante a semana. Acho que conseguimos nos esquecer de tudo - daí dá tudo certo.
O tempo estava tão nublado.

Estúpida razão


"(...) Perdia o sono e punha toda a sua escrita em dia, mentalmente, antes de sair da cama. Ali, naquele espaço e tempo, segundo os seus critérios e as suas exigências pessoais, era tudo muito mais complicado, muito mais difícil. Quando saia da cama e enfrentava mais um dia de trabalho, as coisas eram igualmente complicadas, mas não tão impossíveis e pesadas. Horrível hábito, que foi ganhando espaço no seu quotidiano: pensar tanto, refletir tanto. Ser as suas ferramentas, instrumentos e superação, mas também os seus próprios obstáculos e medos.
No entanto, havia um, talvez único, mérito nessa prática. É que, se havia questões aterradoras nesses momentos em que estava sozinho, refletindo e sem se poder mexer face aos desafios, assim que se levantava da cama, o seu corpo, muito mais realista do que a sua mente, lhe dizia: "agora que estamos de pé vamos nos dedicar a desdizer essa tua racionalidade falsa e pessimista. Te mostro o caminho da simplificação". E a sua mente começava de imediato a agir como o seu corpo - no fundo o seu instinto - mandava e não como a complicada razão que lhe incomodava o sono. Ora, com uma "razão noturna" tão chata e as experiências acumuladas de sempre a desdizer ou superar, era impossível não olhar com mais leveza para o dia e para as tarefas que vinham pela frente (...)".
* Não, este blogue não quer competir com livros de auto-ajuda. Prometo virar o disco ou trocar a faixa do cd em breve.

terça-feira, 4 de maio de 2010

Acreditar

A vitória se lembra daqueles que acreditam sempre, mesmo em circunstâncias difíceis. Não estou falando de futebol, mas também se aplica. É um princípio básico.
Pode-se perder lutando, e isso é uma espécie de vitória, pode-se ganhar sem esforço. Mas quem acredita muito nas suas forças, ou que as coisas podem dar certo, tem muitas mais hipóteses.
Podia terminar isso com uma piadinha sobre como isso parece um livro de auto ajuda. Não posso fazer. Não posso mesmo. É que vi isso na prática e estou profundamente grato. Grato por não ter desistido.
Escrevi esse post, mesmo este parágrafo daqui para a frente, às 12:21. Só publico agora, depois de passado o início de uma aventura que começou no acreditar, de fazer tudo ao alcance para dar certo e ter paciência. A coisa começa a se compor de forma muito concreta (acrescento às 20:58 - muito mais concreta do que podia imaginar!). Agora é acompanhar isso, com paciência, tranquilidade, acreditar. Serei feliz quando isso chegar ao fim, que na verdade será o início. Especialmente sabendo que muito se tem feito, muito se tem ultrapassado, com custo e angústia sim, mas compensando com esforço e acreditando muito.

domingo, 2 de maio de 2010

Contra Informação

O bonequinho da Inês de Medeiros na Contra Informação chama-se Inês Dinheiros.

Ventos

Os understood tocam hoje.
Bells voava pela casa.

Erros

Do Live at Reading, dos Nirvana, gosto muito do erro que o Kurt dá em Smells Like Teen Spirit. Não me perguntem a razão. Não sei bem. Tenho um palpite.

Mais

A festa de ontem foi tão boa. Talvez como nunca.
É preciso ir a 2002/2003 para encontrar uma coisa parecida. Mas essas de hoje tem mais trabalho de decoração, ambientes, música. São mais inovadoras e abertas. E há mais gente que gosta de as fazer a trabalhar nelas. E que ficam super felizes quando as coisas resultam. A chave.