terça-feira, 20 de abril de 2010

Pesadelo de peluche

Ando engonhando e arranjando desculpas para não comprar o bilhete. Não tinha a certeza se ir ou não.
Hoje ouvi isso aqui e a minha consciência me disse "acorda pá! não sejas totó!"
E estou com receio de me sentir um totó se os bilhetes já tiverem esgotado...

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Novo

Loja nova n.º 15 na Galeria Santa Catharina.

Desculpem lá

- Eh pá, a sério, desculpem lá, não fazia a menor ideia sobre isso... E agora?
- E agora perguntamos nós, como ficamos? Fazes esta sujeirada toda e vens dizer "desculpem lá". Estamos falidos pá! Percebes? Vão ser precisos centenas de milhares de souvenirs sobre esta tua bestialidade para pagar as multas!
- Oh pá, mas o que queriam que eu fizesse! Sabia lá sobre quotas de carbono e multas enquanto estava encerrado em baixo da terra! Porque nunca me enviaram uma sonda a falar sobre isso?
Conversa tida entre o Primeiro Ministro islandês e o Eyjafjallajokull, no dia seguinte às erupções.

Tipo assim

Às vezes é possível encontrar umas coisas muito divertidas em assuntos carregados de seriedade.
Tipo assim (desculpem mas "tipo assim" foi inventado de propósito para este post, percebi agora) 4 designações que dizem exatamente a mesma coisa, com palavras iguais, mas que estão ordenadas de forma diferente.

Voltas

Entras, fazes os teus solos, improvisas. E depois fazes essa parte, em que estás dizendo porque estamos tocando isso, a essência da música. Depois voltas a solar, improvisas. E daqui a pouquinho vens de novo com a mesma parte, lembrando a todos qual é a mensagem principal.

domingo, 18 de abril de 2010

Slash e MP3

Comprei o cd do Slash, onde ele convida um monte de gente para cantar com ele.
Neste momento estou pondo isso no meu MP3, mais o cd, já antigo, do Gilby Clarke e ainda os novos Guns.
E o melhor é que o MP3 aceitou tudo à primeira. Odeio aqueles cd's todos fechados que a pessoa compra (compra!) e tem de implorar para passar para o MP3. Dando nome aos bois, isso me aconteceu com os parvalhões dos Metallica.

De novo

Aproveita o sentimento de novo.
Faz as coisas à tua maneira, não precisas de orientação. Tu é que sabes se te parece bem, se soa bem, se está conforme com as tuas sensações. Só te meteste nisso para teres sensação de liberdade. Não te deixes agrilhoar pelo mais pequeno cadeadozinho.

sábado, 17 de abril de 2010

PIIGS

Os PIIGS, tirando a Irlanda, são os países que tem a atmosfera menos emporcalhada pelo Eyjafjallajokull.

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Eyakejafalakull

O Eyyakejafalakull não era um daqueles jogadores que jogavam na Noruega no tempo do Tore Andre Flo e o Fjortoft?
Ok, eu sei que não. Só porque o Eyakjukijdahdhakull é islandês.

Eyaafffafjajdhajkull

O Eyjafjallajokull está na Wikipedia, com os seus jökulhlaup e a Skógarfoss. Não preciso dizer que ele fica perto de Mýrdalsjökull, que isso todo mundo sabe.
Como sabem o coiso este Eyjafllaljukelaiikull resolveu deitar as cinzas para o ar, empoeirar o ambiente e parar os aviões no norte da Europa. Para aqueles que se queixavam da poluição dos aviões agora veio o Eyajahuehajjjhajkull destruir a reputação da Boeing, da Airbus, da Fokker e dos Tupolevs. E além de acabar com a concorrência quanto a lixo na atmosfera, ainda obrigou os aviões a olharem-no de baixo.

Eyjafjallajokull

Um vulcão com este nome horrível é evidente que um dia iria trazer grandes chatices e problemas.
E como se pode dar notícias sobre ele?
Quando o radialista tentar dizer "o Eyjafjallajokull está em erupção", antes de chegar ao "está em erupção" vai um médico entrar de rompante no estúdio para lhe desobstruir a garganta e pronto para lhe fazer respiração boca a boca, com o objetivo de o salvar daquelas terríveis convulsões.

quinta-feira, 15 de abril de 2010

Dici che il fiume trova la via al mare

Dici che il fiume
Trova la via al mare
E come il fiume
Giungerai a me
Oltre i confini
E le terre assetate
Dici che come il fiume
Come il fiume...
L'amore giungerà
L'amore...
E non so più pregare
E nell'amore non so più sperare
E quell'amore non so più aspettare

Miss Sarajevo - Passengers

quarta-feira, 14 de abril de 2010

Rendimento máximo

É preciso agarrar-se com toda a força às coisas boas e tirar delas rendimento máximo. Jogá-las para cima da mesa como trunfos aniquiladores de chatices e de negatividade. Apostar nelas como se valessem muito mais do que são. Talvez seja um pouco exagerado, mais ainda assim deve ser salutar.
É que há uma maioria muito alargada de chatices, que se tentam espalhar e que querem ser sobrevalorizadas. Elas têm uma certa força e tentam controlar a vida. É preciso tratar delas, é certo, para que não cresçam. Mas depois é fundamental atirá-las para o caixote do lixo ou para um buraco bem fundo ou deixá-las bem longe, para nunca mais poluírem o ambiente. É essencial esquecer, nunca mais permitir que atrapalhem e que nos gastem tempo e pensamento.

ONU

Isso na ONU é direitos humanos!
Ontem, enquanto assistia ao Benfica-Sporting no "Estádio" (bar no Bairro Alto) ouvi muitas coisas engraçadas. Infelizmente esqueci de muitas delas, mas essa que abre esse post foi boa demais e foi a propósito de uma falta.

Alice não fundamentada

Num post sobre Alice comentei o seguinte: "talvez por n esperar grande coisa, gostei do filme". Rolaram depois alguns comentários entre eles um "não quero acreditar que é uma questão de expectativas".
No seguimento dos comentários, acrescentei: "(...) para mim, acredito q foi uma questão de expectativas. gostei, mas n tou aqui a defender o filme. podia ser muito melhor. gosta-se de coisas sem se saber porque. q bom q é assim alias."
Aliás aqui já tinha dito que gostei do filme, sem fundamentar. Gostei do 3D, também disse. Não sei porque... As imagens nem eram melhores... Mas gostei de sentir a sensação das imagens a passearem na frente dos olhos. Também por ser diferente. Não irei pesar os prós e contras com afinco, tirando o preço do bilhete, mais caro em 3D.
E, na verdade, não é mesmo preciso ficar fundamentando tudo e comparando tudo. Há coisas que sim, como é óbvio, no trabalho. E aquelas que dão prazer fazer este exercício de racionalização para dentro e para fora. Mas não posso esconder que fiquei contente de perceber isso, mais uma vez, no seguimento dessa mini discussão.

segunda-feira, 12 de abril de 2010

Dentro da linha

Para que conste, ontem tocamos e foi muito bom. 18h20 às 20h30. Foi muito melhor do que na terça passada. Basta ser fim de semana. O tempo passou num já e eu estava mais consciente do que tinha de tocar. Mais centrado na música. Achava que não me ia safar muito bem sem o solo de referência por trás, mas correu tudo bem, dentro da linha.
Tocamos o "repertório", de 3 músicas, e começamos a compor uma música nova. Gastamos tempo nisso. Muito bom. Talvez essa nova possa ter voz. Não há é letra, ainda. Mas esta é daquelas que está mesmo a pedir. A melodia está por ali, à espreita, meio escondida, mas já à espreita. Tomara que saia rápido, letra e tudo.

Novembro é que era

Seria fantástico se o segundo alívio fosse em Novembro e não em Dezembro/Janeiro como costuma ser. Talvez já estejam organizados.

domingo, 11 de abril de 2010

Bola, tão bom bola

Um dos encantos de jogar futebol (e outros jogos também, mas este post é meu) entre amigos (pelo menos este meu grupo) é que, sendo a coisa absolutamente mais importante da face da terra durante aquela uma hora, com todas as alegrias, festejos, zangas, conselhos, chamamentos, exigências, negligências, discussões, euforias, elogios, críticas, motivações e desmotivações, tudo isso encerra quando acaba o jogo.
E as pessoas que se deram pontapés e se chatearam começam todas a conversar sobre a noite de ontem, sobre o trabalho de amanhã, sobre a vida em geral.
Apesar de toda esta transformação que até pode, para os desavisados que não jogam, ser visto como um ato irracional - que é - todos desejam que o próximo jogo chegue de uma vez para começar de novo todas as alegrias, festejos, zangas, conselhos, chamamentos, exigências, negligências, discussões, euforias, elogios, críticas, motivações e desmotivações, até acabar o próximo jogo.
Hoje só fiquei um pouquinho preocupado com aquela sarrafada feia logo após a minha sugestão para os novos da equipa, que ficavam a ver jogar os atacantes adversários: "entrem sempre com tudo na bola: se baterem no cara pedem desculpa e é falta e a vida segue". Depois, o amigo em causa (que fez muito bem de dar a sarrafada, sublinhe-se. Era preciso começar de algum jeito!) moderou a ordem, equilibrou o ímpeto, os atacantes dos outros viram que ele não era bobo, e tudo foi se compondo.

sábado, 10 de abril de 2010

Mudanças, convicções, alívios

É bom ver as coisas se mexendo e se compondo. E dando certo. É preciso acreditar tanto e jogar tanta energia positiva no ar para ultrapassar algumas coisas...
Parece que dia 23 é o dia a partir do qual há alívio o suficiente. Depois é ir gerindo. Difíceis e stressantes estes primeiros meses, que tiveram tão complicadas expectativas, anseios e perspectivas. Muitíssimo difíceis. Apenas lançarei os foguetes no dia em que a onda de alívio chegue, mas há grandes esperanças.
O ano ainda será um pouco complicado, haverá várias mudanças, mas mesmo nisso, parece que há uns quantos astros e estrelas que irão se conjugar positivamente em torno das alterações. Foi um outro alívio e a confirmação (ainda sem festejos e euforias antecipadas - atenção) de minhas convicções de que ninguém é insubstituível e que nenhum desastre ocorreria. E também pensava que as pessoas surgiriam. O que é preciso, às vezes, é desafiar um pouco o destino e dizer que também temos parte nele.
A transição, quando ocorrer - e ainda está longe - significará muito para mim. Não pretendo desperdiçar nenhum minuto que passe a estar disponível.

quinta-feira, 8 de abril de 2010

Baixinho

Não resisti a tocar um pouco, já no dia 8 de Abril, para não desaprender o que ontem fui trabalhando. Foi importante, em primeiro lugar porque estava cheio de vontade (e isso é tão bom e às vezes falta). Já sai tudo mais naturalmente. As minhas mãos já lembram de algumas frases por si, o que é essencial. Se eu for comandar entramos sempre atrasados.
Bem baixinho o som na aparelhagem e a guitarra só cantava para mim, via fone a sair da caixa de som direto para os meus ouvidos, porque não conheço bem os meus vizinhos e não os quero conhecer às 00:30 de um qualquer dia, com uma guitarra na mão e eles com cara de zangados.
Eu, no entanto, confesso que gostaria de ter um/a vizinho/a instrumentista. Iria tocar com ele/a, se ele/a concedesse. E não me importava que fosse a altas horas.