quarta-feira, 7 de abril de 2010

Madcab

Incluí os Madcab nas músicas.
Gosto muito.

Foi bom

Ontem tocamos. Foi bom. Não se gravou. Na verdade, a criatividade daquela outra tarde de gravações foi quase um enigma para nós. Depois da sessão, depois do JP ir embora, ainda me dediquei a tentar apanhar todos os solos que felizmente (na verdade, que enorme felicidade! já perdi tantos por me esquecer) registamos. Foi bom. Toca-se 4 vezes uma música de 7 minutos, mas a sensação é de que passaram 4 minutos, ao invés de 28.
Para mim é sempre pior tocar durante a semana, depois de um dia de stress. Já sabia isso do tempo do último período que tive aulas. Era infinitamente melhor tocar a um Sábado de manhã (ainda que tivesse dormido 3 horas) do que em qualquer dia da semana ao fim da tarde. O trabalho contamina o corpo e os anticorpos usam uma dose grande da inspiração, concentração e criatividade que devia ser reservada para a música.
Trabalhamos em mais uma música, no seu esqueleto. Watchtower, nada de nada (que há um consenso da necessidade de trocar o nome) e translucidências não ficaram muito bem tocadas.
Mas mesmo isso de não as tocar muito bem foi bom.

Guerra

Ontem tive a ver estas imagens da guerra no Iraque. São aterradoras. É pura matança e assassinato. Revela as mentiras da guerra e lembra como a guerra não é nunca limpa.
A crónica do Daniel Oliveira ficou boa.

terça-feira, 6 de abril de 2010

Dá que pensar, parte 2

Vai uma pessoa no teu lugar, faz um ótimo trabalho, diverte-se e ainda liga para te contar sobre como aquilo foi interessante. E tu dizes, então cuidas disso até ao fim. E ele diz, claro, claro, entusiasmado.
Dá mesmo muito que pensar.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Movimento















(...) abria a sua maleta e pegava os seus vários tipos de pincéis, destinados a trabalhar com grande minúcia cada uma das várias imagens que compunham os seus quadros (...) demorava horas pintando cada árvore, cada janela, cada monte (...) as folhas das árvores, os seus galhos, tudo parecia estar ali plasmado, como na vida real (...) os cavalos corriam no campo e o vento parecia movimentar os campos de trigo (...)

Shutter Island


Achei Shutter Island muito bem feito e perturbador.
Fiquei perdidaço. Acho que esse era o objetivo de Scorcese.

Understood

Parece que amanhã os Understood se juntam para tocar.
Vamos ver se eles gravam melhor as músicas e músicas melhores.

Rotta84

Nos meus blogs da cidade baixa incluí o prometedor Rotta84 que, para detonar com a minha organização (que já não era lá essas coisas), é escrito a partir do Planalto Central.
Ah, ontem aposentei de "músicas" o agora vazio myspace "How comes the constelations shine" ou algo assim do género. Era bom e fiquei triste, por isso esta forma meio negligente de tratar do assunto.

Mini (mesmo mini) férias

De um mail que acabo de enviar:
Foi uma boa páscoa, trabalhosa nuns dias, tranquila noutros.

domingo, 4 de abril de 2010

Arriving somewhere

Passei semanas ouvindo Linkin Park no carro. Hoje levei os Porcupine Tree a passearem comigo. Não dão hipótese. São das melhores coisas que existem no actual panorama musical. Tinha saudades deles. Na verdade, não gostei muito do último trabalho deles e estava um pouco afastado.
Não fui vê-los na Incrível Almadense, pensei, quase de imediato, ao ouvir o cd no carro. Mas era quase impossível ir ao show, do outro lado do rio, durante a semana. É pena.
Arriving somewhere but not here é uma das melhores músicas que ouvi, é das músicas que mais gosto de ouvir. Passa muita energia.
Fazia tempo que não escrevia sobre Porcupine. Pensava que tinha escrito mais, aliás. A outra vez que escrevi foi aqui.

Relatórios e feriados

Hoje terminei um complemento a um relatório importante. Dos 4 dias para descansar, 2 investi nisso. Vale a pena. Fico mais liberto para outros trabalhos. Fico mais descansado. Mas toda esta burocracia dói. E é muito irracional. Talvez seja propositada. Influi, é óbvio, no desgaste e, por conseguinte, nos balanços. Eu os farei.

Aquário

Já me disseram que quando coloco Buckethead no som, a atmosfera de minha casa transforma-se num aquário. É, talvez pareça. É muito bom para escrever, por exemplo. É ele quem está segurando os posts de hoje, me ajudando a escrevê-los. Ele ajuda muito nas minhas outras atividades criativas também. Muito. Ele, Dead Combo, Norman, Norberto Lobo e Joe Satriani. Os understood também ajudam, mas como têm poucas músicas o negócio não rende e troco depressa.
Hoje também este aquecedorzinho ajuda. Está bem frio.

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Feriado entre papéis

Uma das hipóteses de feriado é dedicar-se a fazer uns relatórios que tiram o sono. Pode ser importante para a próxima semana. É uma chatice sim, mas custa mais se não se fizer. E ontem não custou muito. Como não sou eu a fazê-los sempre e nunca sou eu a coordenar isso, até é um pouco divertido. É bom dizer: "manda que eu faço. O que procuro? O que faço a seguir? ".
Vou indo fazê-los. Pego o 28, passo por Alfama, Portas do Sol, Miradouro de Santa Luzia, Baixa. Caminharei até ao Bairro Alto. Antes tomo um café na Graça.
Amanhã é Sábado, espero não ter de trabalhar mais, mas o relatório quero que termine tão breve quanto possível para eu não precisar escrever muitos mais posts sobre ele.

The understood project

Os Gube já não são Gube, são "the understood project". Não percebi muito bem porque, mas já alterei lá em músicas.

Leituras: Roma, escravatura e preguiça

Depois de terminar "Roma - A ascensão e queda de um império", de Simon Baker, volto a ficar um pouco perdido na literatura.
Estou tentando ler "O grito da preguiça", de Sam Savage e "Espartaco", de Max Gallo.
Vamos ver no que dá. Nenhum está possibilitando leitura compulsiva, como aconteceram com os dois últimos "romanos". Aliás por isso leio dois livros ao mesmo tempo.
Foi interessante ler as duas Romas de Simon e Indro uma após a outra. Aprendi coisas que não tinha aprendido com Pierre Grimal. Cada autor faz uma diferente leitura e vê-se que se apegam a diferentes episódios com maior profundidade. Como os assuntos são muitos, aprende-se com essa diversidade de pontos de vista.

quarta-feira, 31 de março de 2010

Tanto por fazer

Há tanta música para ouvir, tantas exposições para ver, tanto por experimentar.
Há futilidades que geram discussões.
Tantas coisas em que devíamos nos concentrar, coisas que valem a pena apreciar, dar-nos a oportunidade de conhecer.
Discussões que não deviam existir.
Temos tão pouco tempo para fazer tudo o que temos e podemos dar-nos o direito de fazer. Os recursos são tão escassos.
Tanta energia gasta. Baldes de vida jogados fora pela janela.

Primeiras abordagens

Coisas boas de se fazer são aquelas que se fazem sem pensar muito, aproveitando elas por elas mesmas, sem ficar programando tudo. Sem querer tudo perfeito, em eixos muito determinados.
Provavelmente daqui a pouco tudo estará substituído (ou não) por algo mais elaborado. Mas eu, pessoalmente, talvez por ter tantas saudades das primeiras vezes (tinha tanto!) e primeiras perspectivas perante a música, valorizo muito as primeiras impressões, as primeiras acções, as primeiras abordagens. Tudo é tão mais fácil, mais autêntico, mais original, quando se está no início de um processo criativo. Tudo está em aberto e é preciso fazer um grande esforço para não sermos nós próprios a estabelecer as barreiras.

Gube

Juntei os Gube à minha lista de grupos musicais.

terça-feira, 30 de março de 2010

segunda-feira, 29 de março de 2010

Enigmas (ainda mais um)


quando um enigma é muito difícil de entender, talvez a explicação seja muito simples: é um erro. se não for erro, é porque pode ser uma coisa muito irracional mesmo.