terça-feira, 23 de março de 2010

Saúde na América

Fica o elogio para o Obama, pela reforma da saúde. Quero ainda, quando ele decidir agir e vencer, elogiá-lo pelo fecho de Guantanamo e pela regularização dos imigrantes. Promessas dele.

segunda-feira, 22 de março de 2010

Alice

Ontem vi Alice no País das Maravilhas, realizado (no Brasil "dirigido") por Tim Burton.
Gostei. E achei legal o 3D.

sábado, 20 de março de 2010

A noite americana

Acabo de ver A Noite Americana, de François Truffaut.
Ótimo filme.

sexta-feira, 19 de março de 2010

Atrofios

E sobre este post, digo que para mim ele diz tudo.

Como é possível que a humanidade às vezes se segure, se atrofie, se omita de progredir enfiada no pensamento único, na burocracia, na forma (vista no seu pior conceito) e em todas estas imundícies que às vezes são alegadas para repreender e impedir a criatividade?
(Não gosto de expor com perguntas - aliás pouco se expõe assim. Mas confesso que às vezes elas dão um jeitão enorme. Especialmente quando estou resmungando contra os formalismos.)

Dá que pensar

Vai alguém no teu lugar e gosta tanto.
É um alívio, uma satisfação e uma certeza.

Incitatus

É incrível como os movimentos a favor dos direitos* dos animais esquecem de Incitatus, o cavalo preferido de Calígula, que esteve para ser nomeado Cônsul de Roma. Sim, o cavalo.
É, talvez, o animal que mais próximo esteve de uma cadeira do poder.
* Ou proteção, para os amigos juristas não me encherem a caixa de comentários.

Quotas

Hoje de manhã ouvi Edson Santos, Ministro Chefe da Secretaria Especial da Promoção de Políticas de Igualdade Racial, da Presidência da República.
Achei corajosa e justíssima a proposta das quotas para negros nas Universidades Públicas. Sou completamente a favor dela.
Aprendi que 50,06% dos brasileiros se declaram "pretos e pardos". Aprendi que 12% da população do Rio Grande do Sul é negra e que 80% da população da Bahia é negra.
Aprendi que o Brasil é o país não africano com maior contingente de população negra.
Ouvi dados científicos sobre como a desigualdade, de riqueza e de oportunidades, está relacionada com a cor da pele, no Brasil.
Fiquei contente com as propostas. Sei que sempre são discutíveis as quotas, mas são absolutamente necessárias para inverter as lógicas discriminatórias, quando elas existem. Há uma frase que sintetiza muita coisa para mim: discriminação positiva para inverter a discriminação histórica e atual.

1-2

Estava com uma ganda fezada que passavamos ao Marselha.
E desta vez o golo não teve qualquer dúvida.

terça-feira, 16 de março de 2010

Há quem não veja

Há quem pense que um cargo não é trabalho.

Enigmas (mais um)

Se tivesse ouvido essa frase meio enigmática há uns dois anos, ficaria matutando sobre ela durante alguns conjuntos de minutos. Posso estar querendo me enganar, mas acho que já estou curado disso. Entrego-a ao domínio do oblíquo, do "a não compreender", do "lixa-te para isso".
Sigo meu trabalho.

Até breve, face to face

Por serem atualizados de forma muito irregular, Suman Elétrico, Fischer Elétrico e Tajes Elétrico, passaram à história dos meus links. Eles não tem culpa, atenção. Acho que inclusive ninguém os consultava e ocupavam espaço aqui na página. Assim ocupam espaço na minha memória e na vontade de revê-los ao vivo no Ocidente, em POA. Ainda por cima, tinha um deles (nem quis guardar esta informação) com umas fotos do Grêmio. Lamentável. O link do Sarau Elétrico permanece por aqui, e tem lá as entradas dos blogs dos 3 dinamizadores.
O "Sem Muros", do Miguel Portas, que se evaporou da internet, evaporou-se também dos meus links.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Allen works

E esse adorei. Gosto quase sempre. E não tenho vergonha de gostar de Woody Allen sem começar a dizer que ele não é o mesmo, que já não faz filmes como antes. Pelo contrário, acho que este filme está até melhor, saindo da fase mais "policial" de Allen.
Quem faz tudo sempre bem? Quem não muda? Quem mantém padrões eternamente? Temos de estar para sempre presos ao que fomos?
E já agora, para quê tantas perguntas, se dizes que não tinhas vergonha de gostar?

Invictus

Vi Invictus sem grande expectativa e acabei gostando bastante. Tinha medo que fosse muito triste. É o contrário. É sobre acreditar e vencer. Se tivesse paciência colava aqui o poema do filme e do Mandela. Não estou com.

O turista acidental

Nunca tinha visto um filme tão chato como "o turista acidental". Vi até ao fim porque acreditava que ia acontecer alguma coisa que fizesse a chatice valer a pena.
Mas, sim, tem uma ou duas frases interessantes e um cão engraçado, em 2 horas de chatice da mais dura.
Enfim, o nome tem algum sentido, porque para ver o filme tem de se ser um turista acidental (e um obstinado assistente). Não sei se a frase anterior faz algum sentido, mas ela permanecerá aqui.

A trilhar o trilho

Duas boas notícias hoje:
a) o deferimento e a pronta assinatura (espero a rápida transferência);
b) a resposta (cortei feedback, estou traumatizado) ao relatório e algum trabalhinho associado (que sempre existiria, por isso a notícia é mesmo boa).

Entre filas, Conselhos e maracatus*

* antecipando a próxima edição do Sabiá da CBL

Esta edição do Sabiá chama a atenção para uma questão que infelizmente faz parte da vida do imigrante brasileiro em Portugal: as filas. Em muitos serviços públicos, as filas são uma constante. Na verdade, como sabemos, suportar filas é como se fosse um dos elementos essenciais para regularizar-se ou manter-se regularizado em Portugal.

A Casa do Brasil não quis ficar à parte disso. Assim, fomos conversar com as brasileiras e os brasileiros que vão diariamente ao Consulado. E, claro, falamos também com o Cônsul do Brasil em Lisboa, que nos deu conta dos grandes esforços que têm sido feitos para melhorar o atendimento.

A conversa com o Cônsul foi importante e produtiva. Para além de falarmos sobre os problemas concretos dos brasileiros, conversamos sobre as formas de relacionamento do Consulado de Lisboa com a comunidade brasileira. Falamos sobre Consulados itinerantes e sobre um instrumento que consideramos ser essencial para melhorar o relacionamento entre brasileiros e consulado: um Conselho de Cidadania, eleito diretamente por todos que se encontram inscritos na Jurisdição do Consulado - uma proposta da Rede de Brasileiras e Brasileiros na Europa (da qual a Casa do Brasil de Lisboa integra a Coordenação Executiva) que foi aprovada na II Conferência de Brasileiros no Mundo, no Rio de Janeiro, em 2009.

Se, por um lado, tentamos dar bastante visibilidade às dificuldades e reivindicações dos brasileiros, por outro, tentamos encher a nossa casa de atividades culturais. Temos muitas novidades em 2010: o Maracatu do Bloco DuBairro, o workshop de teatro, as aulas de pandeiro, as aulas de desenho para crianças... Sem falar nas apostas certas e já tradicionais da Casa, como são os workshops de samba e de forró.

É, realmente, uma Casa que vale a pena apoiar e que precisa do apoio de todos para se manter. Fique sócio, mantenha as suas quotas em dia, participe, seja voluntário. Só assim podemos crescer.

E às vezes basta um pouquinho de reverb* e aparece

Fim de tarde de Sábado, nos juntamos outra vez para tocar. Fazia tempo. Tivemos algum "ensaio" difícil antes. Este foi muito bom. Sem luz no teto a luz se espalhou pelo chão, pelos cantos, com uns candeeiros. As duas Epiphones Les Paul tocadas por dois gajos sedentos de tocar e cheios de vontade de tirar partido de todos os sentimentos/acordes/melodias positivas que saíssem dali.
Muito bom. Muito excelentemente bom. Compusemos 3 músicas. Se bem que fui eu que vi as outras duas. Tive de insistir e legitimar ao criativo delas que aquilo era música se quisessemos que assim fosse. Que não era preciso muito mais e que aquilo já era mais do que suficiente. Portanto, também gostei disso, compor e andar ali a experimentar coisas bem diferentes. Coisas diferentes e que são provenientes exatamente deste olhar menos sufocado de técnicas, de escalas e de caminhos que se aprendem a definir e que nos cortam um pouco a liberdade de ficcionar, se deixarmos. Aliás, enquanto fundamentava o seu valor, disse-lhe um "quem me dera voltar a ter esta perspectiva tão livre e desapegada a fórmulas perante o instrumento" (aliás, entre vários motivos que racionalizei, o melhor - talvez o único bom - para ter parado de ir a aulas).
* Efeito novo para o criativo de serviço.

Norman ZDB, depois e em poucas linhas

Sobre os Norman na ZDB:
- Faltou Crista e Fonte Santa. Não sei se perdoo;
- As músicas mais antigas tiveram algumas alterações, algumas em seu prejuízo. Perdoo;
- As projecções na parede estavam muito boas;
- É sempre bom ouvir/estar nas atmosferas que os Norman criam;
- A ZDB também é sempre boa. É um espaço extraordinário muito bem aproveitado.

sexta-feira, 12 de março de 2010

Norman ZDB

Hoje vou ver os Norman.
Na ZDB.

Visitas

Aposentei o livro de visitas dos links. Nunca era usado.
Ficam as assinaturas que já existem. E quem quiser assiná-lo pode vir aqui.