Véspera de viagem para longe de POA e ida para Lisboa:
Parque da Harmonia, semana farroupilha, Hawaianas, bandeira, confirmar passagem.
sexta-feira, 14 de setembro de 2007
segunda-feira, 10 de setembro de 2007
Voltas na Redenção e no clima
Em Porto Alegre fizeram 32.º hoje.Fui de bermudas (calções) ao Brique da Redenção - calor no inverno da América do Sul.
Chuvas enormes e frio é o que se encontra no verão da Europa central.
E isto não é um jogo de palavras, metáfora ou senha.
Porém, agora sim entrando em frases com sentido figurado, é um espelho do que o ser humano resolveu fazer ao Planeta Terra.
TVD
Chega sempre este momento. Não há como fugir-lhe.
Quando se entra na última semana de férias no Brasil, as despedidas começam a tornar-se inevitáveis e a frase "ainda nos veremos antes de eu ir" é substituída por um "tentarei voltar depressa".
Na verdade, o tentar voltar depressa (tvd) é uma incógnita que merece até um nome de blog, tamanha discussão pode surgir em torno de tal expressão.
Da última vez que havia usado o tvd, pretendia regressar em 10 meses. Demorei 30.
Nasceu meu sobrinho pelo meio, agora com dois anos. Houve quem se fosse de doença, ou pior ainda, no fim de uma viagem de avião, finalizando nesta a viagem maior que é a vida.
Mas é isso. Entro em semana tvd.
É como sair do túnel do tempo, paulatinamente. Lembrar onde está o meu presente, a minha vida, meus compromissos, minhas responsabilidades.
Os afectos também os tenho no outro lado do atlântico, pela minha Lisboa, pela minha vida que foi sendo construída.
Mas o meu sangue, os meus primeiros sentidos, deixo-os aqui na primeira povoação e povo que conheci.
Porém, daqui levo comigo, sempre, o tvd. Levo ainda o idealismo, a poesia e a utopia de um dia regressar a Porto Alegre e ao tempo que se foi e que nunca mais regressará.
Se um dia houver retorno, inevitavelmente terei de contentar-me mais com o espaço do que com o tempo. Do tempo poderei só falar, felizmente com satisfação.
No entanto, é por isto tudo, com seus pontos positivos e negativos, com suas ilusões, desilusões, sonhos magníficos e realidades cruas - que até apetecia chamar de realidades reais (outro bom nome para um blog) - repito, é por isto tudo, que tentarei voltar depressa.
Quando se entra na última semana de férias no Brasil, as despedidas começam a tornar-se inevitáveis e a frase "ainda nos veremos antes de eu ir" é substituída por um "tentarei voltar depressa".
Na verdade, o tentar voltar depressa (tvd) é uma incógnita que merece até um nome de blog, tamanha discussão pode surgir em torno de tal expressão.
Da última vez que havia usado o tvd, pretendia regressar em 10 meses. Demorei 30.
Nasceu meu sobrinho pelo meio, agora com dois anos. Houve quem se fosse de doença, ou pior ainda, no fim de uma viagem de avião, finalizando nesta a viagem maior que é a vida.
Mas é isso. Entro em semana tvd.
É como sair do túnel do tempo, paulatinamente. Lembrar onde está o meu presente, a minha vida, meus compromissos, minhas responsabilidades.
Os afectos também os tenho no outro lado do atlântico, pela minha Lisboa, pela minha vida que foi sendo construída.
Mas o meu sangue, os meus primeiros sentidos, deixo-os aqui na primeira povoação e povo que conheci.
Porém, daqui levo comigo, sempre, o tvd. Levo ainda o idealismo, a poesia e a utopia de um dia regressar a Porto Alegre e ao tempo que se foi e que nunca mais regressará.
Se um dia houver retorno, inevitavelmente terei de contentar-me mais com o espaço do que com o tempo. Do tempo poderei só falar, felizmente com satisfação.
No entanto, é por isto tudo, com seus pontos positivos e negativos, com suas ilusões, desilusões, sonhos magníficos e realidades cruas - que até apetecia chamar de realidades reais (outro bom nome para um blog) - repito, é por isto tudo, que tentarei voltar depressa.
quarta-feira, 5 de setembro de 2007
Tudo igual
O (in)consciente colectivo já introjectou: político é tudo a mesma coisa.
E os sonhos são todos efêmeros, como as promessas de um político que queira alcançar o poder.
E os sonhos são todos efêmeros, como as promessas de um político que queira alcançar o poder.
Copa de tristeza
Porto Alegre.
Igual a sempre.
Mas com menos dinheiro (ou igual).
Porém, há uma coisa inquestionável.
Assim como Lula criou a esperança, Lula aniquilou a mesma.
Só 2010 pode salvar o povo brasileiro da desilusão - o projecto é viver de copas e comer futebol.
Igual a sempre.
Mas com menos dinheiro (ou igual).
Porém, há uma coisa inquestionável.
Assim como Lula criou a esperança, Lula aniquilou a mesma.
Só 2010 pode salvar o povo brasileiro da desilusão - o projecto é viver de copas e comer futebol.
Diga 33
É preciso regressar a Dezembro de 2005 para se encontrar um mês com mais entradas do que o Agosto de 2007 da Aldeia.
Mês passado foram 33 entradas e em Dezembro de 2005 foram 35.
quarta-feira, 29 de agosto de 2007
Buenos Aires
Buenos Aires tiritando de frio.
E eu ando por aqui. Sem tempo de escrever no blog.
Felizmente.
E eu ando por aqui. Sem tempo de escrever no blog.
Felizmente.
sábado, 25 de agosto de 2007
Montevideo
Porque o mundo esta la fora, pedindo para ser explorado, escrevo aqui de Montevideo esta postada de poucas palavras.
quarta-feira, 22 de agosto de 2007
POA
Já em Porto Alegre, finalmente.
segunda-feira, 20 de agosto de 2007
Ainda, mas já!
Já dentro do território das férias, mas ainda em solo português.
Até já!
Até já!
sexta-feira, 17 de agosto de 2007
Agora, sigo para as preparações
É este o último post antes de eu entrar de férias.
A partir do ponto final desta entrada, começo as arrumações devidas no local de trabalho à minha volta. Levará ainda algum tempo (algumas dezenas de minutos) a entrada de férias, portanto.
Há trabalhos que irão comigo para o descanso de casa. Vêm, mas quero arrumar com eles no fim de semana. Todos os que eu conseguir - não quero estas criaturas me acompanhando ao Brasil, por exemplo. A não ser que tenha mesmo de ser. Não quero que eles apanhem o vento Minuano junto de mim. Não os quero em Buenos Aires nem em Montevideo.
Felizmente, este local onde estou, apesar de me ter criado uma necessidade enorme de férias (se bem que tenho acumulada a necessidade de atravessar o oceano), é um lugar de satisfação, de eterna busca e algum encontro. Proporciona, no entanto, uma maior percentagem de encontro se a perspectiva da busca for um fim em si mesmo. E se calhar, por enquanto, resta-nos o contentamento da busca.
Enquanto houver pessoas que buscam qualquer coisa, não entregaremos os nossos sonhos de mão beijada a esta dura realidade.
terça-feira, 14 de agosto de 2007
Um curto
Ando escrevendo posts muito compridos.
Abóbadas e arcos
Por isso, quanto mais janelas existam a permitir a discricionariedade nesta lei, mais difícil será para o imigrante. Mais difícil é a previsão do imigrante. É a insegurança que entra por estas janelas. É a incerteza que entra pelo casco da sua canoa. A incerteza que o lança por vezes em mergulhos cegos, entregando todos os seus barcos em mãos que prometem certezas com coberturas de verdades que são falsas.
Esta lei, a Lei n.º 23/2007 tem janelas construídas em abóbadas e arcos de discricionariedade pura. Lindos arcos, de uma arquitectura arrojada, mas que poderão não servir para ultrapassar tempestades.
Os casos vão se multiplicar.
Poderão haver também mais casos de vistos e as Autorizações de Residência. Mas serão algumas ocorrências que serão devidamente inflacionadas pelo governo e pela opinião pública, que têm enchido um balão das maravilhas de uma lei de imigração que continua dura como pedra. É melhorzinha, mas continua dura. Enfim, apostou-se muito forte numa lei que não é tudo isso que se diz.
Quem me dera estar errado. Quem me dera ter de dar a mão à palmatória. Quem me dera que um dia venham me dizer: te enganaste redondamente hein? Ou mesmo: te enganaste um pouco, não?
Mas, a partir dos primeiros dias que passaram, dos casos que vão aparecendo no âmbito desta lei, comecei a ficar preocupado.
É obrigação moral de quem quer o bem dos imigrantes, que se aproveite a ocasião do Decreto-Regulamentar para dar um pouco mais de paz aos imigrantes. Criar, neste âmbito, portas da frente e não frestas. Dar um abraço acolhedor, forte e sincero às pessoas. As pessoas estão sempre sofrendo, nadando num mar de incertezas, à procura de uma margem, de um pedaço de madeira para flutuar, que poderá estar logo ali em frente, se for vontade da Administração.
Esta lei até poderia ter um nome diferente. Podia chamar-se "vontade da administração".
Enfim, sempre olharei para todas as leis de imigração do mundo com a mesma suspeita que as mesmas lançarem sobre os imigrantes que caibam no seu âmbito.
segunda-feira, 13 de agosto de 2007
As manchas
Numa só semana, dois escândalos, duas vergonhas, duas manchas que nunca sairão. Aliás, é a semana em que Bush e Sarkozy estão passando juntos. Terão falado nisso? Terão trocado impressões sobre as suas leis e políticas de imigração?
Bush terá falado nos 12 milhões de pessoas não regularizadas nos EUA?
É caso para dizer que os fragilizados, nas desumanas leis de imigração, são sempre os que penam mais.
Vejamos:
Brasileiro imigrante morre nas instalações da polícia americana, alegadamente por não ter os medicamentos adequados;
Criança imigrante em coma, depois de queda durante fuga da polícia de estrangeiros, ao serviço do Ministério para a Identidade Cultural.
Bush terá falado nos 12 milhões de pessoas não regularizadas nos EUA?
É caso para dizer que os fragilizados, nas desumanas leis de imigração, são sempre os que penam mais.
Vejamos:
Brasileiro imigrante morre nas instalações da polícia americana, alegadamente por não ter os medicamentos adequados;
Criança imigrante em coma, depois de queda durante fuga da polícia de estrangeiros, ao serviço do Ministério para a Identidade Cultural.
The Kucinich Plan For Iraq
Na Wikipedia, a propósito de Kucinich, que, pelo que disseram os inquéritos (e só eles), é o meu candidato nos EUA:
On 8 January, 2007 Dennis Kucinich unveiled his comprehensive exit plan to bring the troops home and stabilize Iraq.
His plan includes the following steps:
1- Announce that the US will end the occupation, close the military bases, and withdraw.
2- Announce that existing funds will be used to bring the troops and the necessary equipment home.
3- Order a simultaneous return of all U.S. contractors to the United States and turn over the contracting work to the Iraqi government
4- Convene a regional conference for the purpose of developing a security and stabilization force for Iraq.
5- Prepare an international security peacekeeping force to move in, replacing U.S. troops, who then return home.
6- Develop and fund a process of national reconciliation.
7- Restart programs for reconstruction and creating jobs for the Iraqi people.
8- Provide reparations for the damage that has been done to the lives of Iraqis.
9- Assure the political sovereignty of Iraq and insure that their oil isn't stolen.
10- Repair the Iraqi economy.
11- Guarantee economic sovereignty for Iraq
12- Commence an international truth and reconciliation process, which establishes a policy of truth and reconciliation between the people of the United States and Iraq.
On 8 January, 2007 Dennis Kucinich unveiled his comprehensive exit plan to bring the troops home and stabilize Iraq.
His plan includes the following steps:
1- Announce that the US will end the occupation, close the military bases, and withdraw.
2- Announce that existing funds will be used to bring the troops and the necessary equipment home.
3- Order a simultaneous return of all U.S. contractors to the United States and turn over the contracting work to the Iraqi government
4- Convene a regional conference for the purpose of developing a security and stabilization force for Iraq.
5- Prepare an international security peacekeeping force to move in, replacing U.S. troops, who then return home.
6- Develop and fund a process of national reconciliation.
7- Restart programs for reconstruction and creating jobs for the Iraqi people.
8- Provide reparations for the damage that has been done to the lives of Iraqis.
9- Assure the political sovereignty of Iraq and insure that their oil isn't stolen.
10- Repair the Iraqi economy.
11- Guarantee economic sovereignty for Iraq
12- Commence an international truth and reconciliation process, which establishes a policy of truth and reconciliation between the people of the United States and Iraq.
Na América
Segundo um inquérito internético que está no site http://www.dehp.net/candidate/, nos Estados Unidos os candidatos que mais próximos estão de minhas ideias seriam, pela seguinte ordem: Kucinich, Gravel, Obama, Edwards, Hillary.Tendo em conta outro inquérito, http://www.selectsmart.com/president/2008.html, a ordem seria: Dennis Kucinich, Barack Obama, Alan Augustson (campaign suspended), Christopher Dodd, Joseph Biden, Hillary Clinton, Wesley Clark, John Edwards, Michael Bloomberg, Mike Gravel.
Deste último citei imensos nomes para poder apanhar o Gravel, segundo da primeira lista.
Enfim, inquéritos são inquéritos.
domingo, 12 de agosto de 2007
667

Sendo a anterior postagem a número 666, rapidamente escrevo outra, dando asas à superstição.
ps: inclusive a anterior postada só apareceu no blog depois de eu ter publicado esta. Será a blogger supersticiosa?
Jordan pela paz
Consegui trocar: Mustaine continua na prateleira da FNAC.É Mustaine, pus-te na prateleira...
Foi difícil vencer a burocracia da loja. Enfim, compreendo que seja complicado pôr este disco de Megadeth para fora.
Mas, depois de os explicar que eu até compro os cd's menos vendidos da loja, que nenhum ser normalmente quer, que não costumo fazer downloads na net, que tenho alguma fidelidade à FNAC e que até encomendo Marty Friedman, Steve Vai, Derek Sherinian, John Petrucci, as coisas melhoraram.
De facto, sem mim e mais três ou quatro gatos pingados o rock progressivo ficará para as moscas e irão baixar de preço vertiginosamente.
Exemplo disso é que trouxe hoje na troca Feeding the Wheel, do Jordan Rudess (tecladista dos Dream Theater e dos Liquid Tension Experiment e que, além disso, é uma referência por si só).
Basto-me, neste caso, com a sua estupenda música. Nada no cd parece demonstrar que este senhor seja a favor do desmantelamento da ONU e da teoria da guerra infinita.
A não ser o nome do disco: Feeding The Wheel. Será que todos nós temos de alimentar a roda do sistema?
Cuidado: desta vez estou só brincando...
Qualquer dia a paranóia pode levar a que não se possa mais ouvir música.
sexta-feira, 10 de agosto de 2007
Gadelhas direitonas
Estou chocado, mas acho que percebi porque o Marty Friedman saiu dos Megadeth e foi viver em uma sociedade diferente da americana, a japonesa.Ou, se Marty Friedman é tão direitão e paranóico como Dave Mustaine, prefiro não saber. Se for assim Marty, nunca escrevas letras para as tuas músicas.
Os Megadeth, banda (não sei se é bem uma banda porque já teve um monte de formações, sempre transitando Mustaine) que até gosto dos riffs de guitarra, fizeram um disco com uma mensagem absolutamente execrável, contra a ONU. É certo que a ONU tem alguns problemas, relacionados com a corrupção. Mustaine também fala de abusos sexuais. Já se falou muito nisso, aliás.
Mas pegar nisso para ser contra tal instituição e defender a acção directa dos Estados Unidos contra os outros povos, que, na opinião do guitarrista e vocalista, estão se organizando para atacar a nossa civilização, enquanto a ONU perde tempo em negociações, é um enorme passo.
O totó que escreve este texto comprou o cd, inocentemente, depois de ter ouvido as canções.
Quando ia no Metro e voltava para a casa, olhou bem para a capa, com um edifício parecido com o da ONU sendo bombardeado. Associou de imediato ao nome do disco "United Abominations". E aí viu que algo estava errado...
Abri o encarte e li o que estava escrito, uma espécie de declaração de princípios, um texto anti Nações Unidas, defendendo que contra a violência excepcional é justificável medidas excepcionais e outros blá-blá-blás sem sentido. Fiquei na altura preocupado. Até achei que podia ser uma ironia, de tão estúpida e primária que é a mensagem.
Chegado a casa, rapidamente me joguei no mar que é o Google e descobri que não é nada ironia.
Aliás, parece que foi esta estratégia para Mustaine ser falado no mundo todo.
Porém, a ironia maior é eu ter comprado esta porcaria de disco, que irei, amanhã mesmo, fazer tudo o que for preciso para trocar na FNAC. Trocar por algo melhor, como Alejandro Sanz ou Madonna.
Porque que a música tem que ter letras? Porque Mustaine tinha que fazer esta estupidez? Aliás, agora já soube (no mar Google) que o disco Peace Sells, But Who's Buying? tinha a sede da ONU na capa.
Bom, agora, já interpretarei com todas as reticências a musicalmente fantástica Holy Wars (aqui num vídeo em versão de verão, que é só o que pode justificar que todos os membros do grupo estejam de tronco nu - ou senão eram as alterações climáticas já em 1980).
E o que fazer com a absolutamente maravilhosa Trust, uma música de que é impossível enjoar?
Enfim, estou bastante desapontado.
Devo desaprender os acordes iniciais de Simphony for Destruction e Hangar 18? Esta última aqui num vídeo muito engraçado, de tão infantil que é.
Mas é capaz de Mustaine ter tido um problema qualquer. Basta ver o que ele fez com A Tout Le Monde. É comparar os vídeos da Versão inicial com a versão Megadeth in the Age of Terror (diz isso no disco novo, na tal comunicação inicial). Na nova versão, apesar de ter pânico dos diferentes, ele usa símbolos da cristandade, uma religião que apela ao amor e respeito ao próximo (e também aos distantes).
Enfim, pode ser que Mustaine acorde e se retracte. Pode ser que veja que não vale a pena ter medo do outro e que as coisas não se resolvem com mísseis e metralhadoras.
Entretanto, talvez o guitarrista das gadelhas louras tenha conseguido voltar a vender um monte de cd's nos Estados Unidos.
Perdeu, para já, um fan na Europa, que inclusive vai devolver o disco, coisa que eu nunca fiz antes. Espero que perca muitos fans mais. É importante para o mundo até, não ter estes discursos de violência contra os povos, feitos por fanáticos.
E perdi uma referência musical.
Aqui, podem ver outra crítica sobre o disco: http://programaaltofalante.uol.com.br/index.php?master=balaio&sub=cd&ac=2&id=281
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