quinta-feira, 20 de janeiro de 2005

Celebrar

I celebrate myself, and sing myself,
And what I assume you shall assume,
For every atom belonging to me as good belongs to you.
I loafe and invite my soul,
I lean and loafe at my ease observing a spear of summer grass.
My tongue, every atom of my blood, form'd from this soil, this air.


Walt Whitman - O Canto de mim mesmo

quarta-feira, 19 de janeiro de 2005

Águas passadas

Argentino admite ter "dopado" o Brasil na Copa-90
Quarta, 19 de janeiro de 2005, 09h47
Atualizada às 10h16
Quase 15 anos depois, a eliminação da Seleção Brasileira na Copa do Mundo de 1990 ainda causa polêmica. Em entrevista à revista Ventitres, divulgada nesta semana, o ex-técnico da Argentina Carlos Billardo admitiu que foram misturados tranqüilizantes na água dada aos brasileiros.
O Brasil, dirigido por Sebastião Lazzaroni, perdeu para os argentinos por 1 a 0, gol de Cannigia, e foi eliminado nas oitavas-de-final da competição.
A Argentina chegou ao vice-campeonato.
"Não posso dizer que não aconteceu", disse Billardo, que é médico.
Durante a partida, em uma jogada em que Diego Maradona foi atingido, o massagista Miguel Di Lorenzo deu uma garrafa de água para o lateral-esquerdo Branco beber. Após tomar o líquido, o brasileiro reclamou que havia ficado tonto.
"Eu dizia para ele tomar e ele bebeu tudo. Depois, ficou tonto e mal conseguia chutar a bola", contou Maradona, durante uma entrevista a um canal de TV argentino, em dezembro.
Segundo o ex-jogador, quase todos os brasileiros pediram água para os argentinos durante a partida e receberam a garrafa suspeita.
Redação Terra

Metro de Moscow

O link que está ali em baixo, mostra as Estações do Metro de Moscow.
Por muitos é considerado o metro mais bonito do mundo
Clique no link abaixo e depois em cada "M" que existe no mapa que vai aparecer e aprecie você mesmo.
http://www.beeflowers.com/Metro/-Startfiles-/index.htm

segunda-feira, 17 de janeiro de 2005

Encontrar-se

Hoje encontrei uma pessoa que guarda uma parte de mim, passeando pela rua.
Guarda 4 anos e meio da minha vida, como se fosse um baú.
Espero que coisas boas apareçam, quando se procuram vestígios meus.
Acresce que tinha sonhado que ia encontrar esta parte de mim, hoje de madrugada.
Estranhíssimo.
Estou muito contente por tê-la encontrado e por ter visto que está bem.
Aliás, esta pessoa guarda uma parte de mim que gosto muito, que representa um pouco do que a minha vida teve de mais tranquilo.

Resultado das eleições da CBL

A Chapa da Luta, do Trabalho e da Confiança venceu as eleições, aos 3 órgãos em que concorreu na Casa do Brasil: Direcção, Conselho Fiscal e Mesa da Assembleia Geral.
32 votos, contra 26 da Chapa da Mudança.
Num dos órgãos o resultado foi 31 -27, penso que na mesa da Assembleia Geral.
Se estiver errado eu assinalarei no próximo post.
O importante é que, apesar dos poucos votos, bateu-se o recorde de votantes numa eleição na Casa do Brasil.
E esquecendo de ser politicamente correcto, quero expressar a minha satisfação pelo resultado.

sexta-feira, 14 de janeiro de 2005

A esmolinha

A propósito de um post no Blog A Caixa de Pandora, escrevi este comentário, que aqui publico em versão diminuída, mas revista:
É muito importante a Sociedade Civil se organizar no sentido de procurar ajudar as pessoas mais carenciadas a se integrarem e a se desenvolverem.
Uma tarefa árdua que o Estado hoje em dia não está interessado em fazer, ou, pelo menos, não tem meios para o fazer.
Seja o que for, acho importante ajudar os carenciados. Acho importante os Centros de Acolhimento. Acho fundamental tentar conceder as condições mínimas.
Mas isso nunca pode ficar pela esmolinha, pelo sustento. Tem de se arranjar formas (e aqui é que está o difícil) de munir as pessoas de instrumentos que as permitam viver por si próprias.
Se não nunca mais saem da margem da sociedade.
E isso hoje em dia vê-se muito.
Aliás, temos um continente inteiro que o mundo resolveu pôr à parte da civilização, que é a África.
A fórmula de ajudá-lo é sempre a da esmolinha: dar pronto, mas não ajudar a desenvolver. E incentivar a divisão e a guerra.

Eleições na CBL

Hoje são as eleições da Casa do Brasil.
Há duas chapas:
Chapa da Luta, do Trabalho e da Confiança.
Chapa da Mudança.
Eu, por todos os motivos e mais alguns, voto na Chapa da Luta, Trabalho e Confiança.
Mas existe um fundamento que me motiva mais do que os outros todos: a divisão que a Chapa da Mudança criou na Casa do Brasil, que não faz sentido e que foi promovida por esta Chapa.
Incentivou-se também a exclusão, facto novo na Casa do Brasil.
Respeito a democracia, todos podem se organizar da maneira que quiserem. Mas a forma como se movimentam para alcançar um fim faz pensar.
Os membros da Chapa Mudança, é bom que fique claro, eram também membros da Direcção que cessa funções na Casa do Brasil. São pessoas que se conhecem.
De repente, viraram costas, se organizaram em segredo e pouco mais disseram aos colegas de funções, a quem cumprimentavam reunião após reunião.
Exclusão e divisão são duas sementes que só precisam de um pequeno palmo de terra para não pararem mais de crescer.
Isso para mim, já é o bastante para votar na Chapa da Luta, Trabalho e Confiança, sem nem precisar falar em pormenor da experiência associativa que tem e das batalhas que já travaram pela causa dos imigrantes brasileiros.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2005

Rebento

SMS do André:
O Manuel nasceu bem, de parto natural, com 2950k, hoje às 12.27h.

17 anos


Hoje faz 17 anos que cheguei a Lisboa.
Cheguei pelas 11:00 horas da manhã.
Estava um frio de rachar, mais frio do que está hoje.
Das primeiras coisas que ouvi, quando cheguei, foi alguém dizendo que o Aeroporto estava todo em obras e que o dia que parassem as obras, significava que o Aeroporto ia fechar. Uma profecia que até hoje se cumpre.
Outra das coisas que me lembro foi na Alfândega, em que o funcionário nos perguntou se sabíamos qual era a melhor coisa do Brasil. E, em seguida, referiu que eram os brasileiros. Outros tempos, os que eu cheguei, não há dúvida.
O primeiro bairro no qual vivi foi Alcântara e aquele bairro assustou-me. Tudo tão diferente de Porto Alegre, tudo tão velho, as pessoas e os imóveis. Achei que Lisboa era uma velharia.
Lisboa, em 1988, era uma cidade muito diferente.
Alguns dias após a minha chegada, recordo-me de ter ido a Belém, com minha mãe e aí sim, a impressão começou a ser melhor. Conheci o Mosteiro dos Jerónimos e, já naquela altura, me dei conta que em Lisboa todos tem uma convivência com a história. Não teorizei desta maneira, claro, mas senti isso. O Mosteiro estava ali, parado (está, há 500 anos) e as pessoas não se dão conta de como ele encerra em si tanto! De quantas pessoas, de tantas gerações, ele conhece. Um sentimento novo que em Porto Alegre nunca sentiria, já que é uma cidade tão novinha.
Mais sensações novas certamente se seguiram, lembro que tive dificuldades de criar novamente um círculo de amigos (não porque seja tímido, mas porque os portugueses são diferentes dos brasileiros).
Mas depois acabei por me integrar bem.
Me integrei tão bem que me tornei num desintegrado de carteirinha: brasileiro para os portugueses, português para os brasileiros.
Penso que seja um bom sinal, apesar de ficar-se um pouco sem referências. Com dois amores, logo à partida, Lisboa e Porto Alegre. Porto Alegre que me viu nascer, Lisboa que me acolheu.
E a vinda, que era para ser por 4 anos, destinada ao fim único de minha mãe fazer a sua tese de Doutoramento, transformou-se numa estadia prolongada.
Para sempre?Posted by Hello

terça-feira, 11 de janeiro de 2005

Formas de estar

A Propósito da leitura de um trecho de "O Príncipe", de Maquiavel, no blog A Caixa de Pandora, fiz o seguinte comentário, que aqui trancrevo, em formato revisto e melhorado:
Odeio Maquiavel.
Parei de ler o Príncipe a meio.
Deve ser por não querer acreditar que a patifaria e a sordidez possam ser teorizadas.
Mas acredito que tudo o que ele diz deve ser verdadeiro. Não devo é estar preparado para saber as verdades.
Tentei ler a "A Arte da Guerra", de Sun Tzu, mas também perdi a paciência. Este mantem-se na minha mesa de cabeceira.
De certeza que os senhores da guerra fazem estas leituras muito novos e devem encontrar no Príncipe um livro que os orienta quanto a uma maneira de actuar.
"E os homens hesitam menos em ofender aos que se fazem amar do que aos que se fazem temer, porque o amor é mantido por um vínculo de obrigação, o qual, devido a serem os homens pérfidos, é rompido sempre que lhes aprouver, ao passo que o temor que se infunde é alimentado pelo receio de castigo, que é um sentimento que não se abandona nunca..."
Fantástico e terrível.

Nova palavra: Pelegrinação

Pelegrinação, palavra que ouvi hoje pela primeira vez, é uma espécie de peregrinação.
Só que é uma peregrinação em que as pessoas tem de usar peles o tempo todo.
Se uma peregrinação pode ser custosa, uma peregrinação em que as pessoas estão vestidas com peles pode ser terrível, ainda por cima, se for no calor do verão, ou na África, imaginem!
Porque uma peregrinação não escolhe nem tempo, nem lugar, nem estação.

Calor recorde no Rio Grande do Sul

Mail da Silby:
ESTOU
D E R R E T
E
E
E
E N D O
O
O
Domingo fez 42° C em Porto alegre, e, segundo a meteorologia a sensação térmica era de 53°, acho que não quero mais conhecer o Saara, pois virei ameba de vez.
Sil

domingo, 9 de janeiro de 2005

1-4

A Casa do Brasil foi eliminada do Torneio de Futebol de Leste (!) que estava participando.
Perdeu por 4-1.
Foi uma boa campanha, apesar de ter começado muito mal.
O jogo de ontem foi conturbado. A arbitragem foi tendenciosa, beneficiando os de leste, como seria de esperar.
Da nossa campanha, que ainda não acabou, porque há a disputa do 3º e 4º lugar, salientem-se os seguintes jogadores:
Marconi: excelente goleiro, cheio de moral, responsável pela nossa subida de rendimento no campeonato.
Anderson: capitão do time, sabe jogar bola, tem um super chute que, quando é bem dado, é quase indefensável.
Maiquel: é um craque que cresceu e fez crescer o time. Muito bom a atacar, quando defende bem é o jogador perfeito.
Dé: grande. Muito bom taticamente.
Sinézio: era o nosso atacante fixo. Segura a bola como ninguém. Foi embora para o Brasil, não jogando a semi-final. Fez falta.
Este era o time titular, mas anote-se o nome dos que fizeram parte do banco de suplentes, uns mais utilizados que outros, mas todos puxando pelo time: Ronaldo, Reinaldo, Geraldo, Lucas e eu, Gustavo.
Ainda, não convêm deixar de referir o Marcelão que ia lá nos apoiar, sendo presença assídua nos últimos jogos.
Agora, no dia 23 de Janeiro de 2004 todos estaremos lá a puxar por mais um bom resultado para a Casa do Brasil.

Substrato

Portugueses Gastam 2,2 por Cento do PIB com o Casamento
Negócios à Volta do Matrimónio Movimentam 3 Mil Milhões de Euros
No PÚBLICO
As festas são sempre bonitas, mesmo que o substrato por vezes não o seja.

sábado, 8 de janeiro de 2005

Até a nossa Seleção B é melhor


Tinha esta capa da Zero Hora no meu arquivo e não podia mantê-la escondida.
É relativa à vitória do Brasil sobre a Argentina, na final da última Copa América.
A Argentina vinha com todos os craques. O Brasil jogava com jogadores do segundo time.
Levamos um banho de bola.
E os argentinos enfeitaram, queriam fazer bonito. Em resumo, queriam "dar baile".
Mas acabou que conseguimos empatar no fim do jogo, com um golaço do Adriano. Foi um balde de água fria, na falta de humildade argentina. Falta de humildade esta, que é uma doença que o Brasil sofre também, em muitas ocasiões.
Com o empate do Brasil, os argentinos desmoralizaram de tal maneira, que todos estavam vendo que íamos ganhar a final nas grandes penalidades.
E assim foi.
2-2 no fim do período regulamentar.
4-2 nas grandes penalidades.

Ficha de jogo, retirada do site da Confederação Brasileira de Futebol:
BRASIL 2 x 2 ARGENTINA
Pênaltis: Brasil 4 x 2 Argentina
Brasil: Adriano, Edu, Diego e Juan; Argentina: D'Alessandro (perdeu), Heinze (Perdeu) Kily González, Sorín (ARG)
Data: 25 de julho de 2004.
Competição: Copa América 2004.
Local: Estádio Nacional, em Lima (Peru)
Árbitro: Carlos Amarilla (PAR).
Gols: Kily González aos 20', Luizão aos 45´, Delgado aos 87' e Adriano aos 93'. BRASIL: Júlio César (Flamengo-RJ); Maicon (Mônaco-FRA), Luizão (Benfica-POR) depois Cris (Cruzeiro-MG) aos 81', Juan (Bayer Leverkusen-ALE) e Gustavo Nery (São Paulo-SP), Renato (Santos-SP), Kléberson (Manchester United-ING) depois Diego (Santos-SP) aos 56', Alex (Cruzeiro-MG) depois Felipe (Flamengo-RJ) aos 63' e Edu (Arsenal-ING); Luís Fabiano (São Paulo FC-SP) e Adriano (Internazionale-ITA).
Técnico: Carlos Alberto Parreira
ARGENTINA: Roberto "Pato" Abbondanzieri; Frabricio Coloccini, Roberto Ayala e Gabriel Heinze; Javier Zanetti, Javier Mascherano, Juan Pablo Sorín, Luiz "Lucho" González (Andrés D´Alessandro aos 75') e Mauro Rosales (Fabián César Delgado aos 74'); Carlos Tevez (Facundo Quiroga aos 92') e Cristian "Killy" González.
Técnico: Marcelo Bielsa. Posted by Hello

quinta-feira, 6 de janeiro de 2005

Ao menos o mínimo


O Mundo unido, abraçando a Ásia e a África.
Era bom que isso não fosse só em consequência de maremotos e tragédias.
Mas já é qualquer coisa. Posted by Hello

Fénix


Me lembro do dia em que o Herbert Vianna se machucou na queda do planador que estava pilotando.
Machucou é maneira de dizer.
Nós é que nos machucamos.
A mulher do Herbert faleceu e o Herbert esteve em risco de vida.
A situação do Herbert era de tal maneira grave, que se esteve muito tempo sem se saber se ele ia voltar a ter consciência, se ia recuperar a memória, se o seu cérebro iria se reorganizar.
Felizmente hoje ele está aí, são e salvo, tocando guitarra, cantando, compondo, vivendo.
E que bom que assim é.
Encarna bem o espírito de que "a esperança é última que morre" e que temos que lutar muito, sempre, até ao fim. Posted by Hello

quarta-feira, 5 de janeiro de 2005

Cavaco não quer misturas!


No PÚBLICO
Cavaco Recusa Ser Usado na Campanha de Santana
Quarta-feira, 05 de Janeiro de 2005
Ex-líder do PSD proibiu a utilização da sua imagem num cartaz com todos os primeiros-ministros do PSD.
O ex-primeiro-ministro Aníbal Cavaco Silva proibiu a utilização da sua fotografia em cartazes de campanha do PSD. Os cartazes, com fotos de todos os primeiros-ministros do partido, já estavam prontos e agora terão de ser alterados.
Os cartazes, com as fotografias de Sá Carneiro (ao centro), Pinto Balsemão, Cavaco Silva, Santana Lopes e Durão Barroso, a preto e branco sobre fundo laranja têm a frase "Ninguém fez mais por Portugal". Mas Cavaco não gostou de ser usado para a campanha de Santana Lopes e Silva enviou uma carta ao secretário-geral do PSD, Miguel Relvas, recusando que a sua fotografia aparecesse ao lado dos outros primeiros-ministros do PSD.
Nessa carta, o ex-líder do PSD alega que está fora da vida partidária e que a utilização da sua fotografia iria interferir com a sua "carreira académica".
A rejeição de Cavaco surpreendeu o PSD, que tinha avançado com a conclusão dos cartazes, enquanto esperava pelas respostas dos ex-primeiros-ministros. "Apesar de não sermos obrigados a pedir autorização, porque se tratam de figuras que são património do partido, fizemo-lo. A família de Sá Carneiro, Durão Barroso, assim como Pinto Balsemão autorizaram, apenas Cavaco Silva recusou", disse à agência Lusa um dirigente do PSD, lamentando a atitude do ex-primeiro-ministro. "Nós não apagamos a história do partido", acrescentou.
Já o presidente do partido, Pedro Santana Lopes, classificou o episódio de "obstáculo" que, disse, o partido irá ultrapassar. "Não vou comentar. Nós, de algumas franquezas fazemos forças, por isso, apesar de tudo o que vai acontecendo, vamos continuar e chegar à meta, mesmo saltando muitos obstáculos", afirmou Santana, depois de participar, em Lisboa, na apresentação do Programa Operacional Ciência e Inovação 2010.
O cartaz foi também comentado por Pacheco Pereira, no seu blogue. "Se Sá Carneiro fosse vivo, a sua fotografia saltaria dali mais rápido ainda do que a de Cavaco. Haja respeito pelos mortos, que já não estão cá para falar e se defender, mas sempre fizeram e escreveram o bastante para se perceber a abissal diferença. Abissal.", escreveu Pacheco, que ontem voltou a criticar o seu partido.Posted by Hello

Gabinete de Bitaites sobre a lei dos Estrangeiros

Hoje veio uma Advogada aos meus serviços, aconselhar-se.
Vejam bem, porque trabalho num Gabinete de Aconselhamento Jurídico do Estado.
Coitada da pessoa que confiou no trabalho de uma Advogada em concreto para resolver o problema e esta, ao invés de estudar e ir às instituições adequadas, veio pedir conselhos num Gabinete de Apoio Jurídico.
E é evidente que não obteve ajuda, porque onde eu atendo, atendo pessoas em concreto, não os que representam outras.
Se quem representa não conhece a lei, ou não se sente com capacidade de a conhecer, não deve assumir a representação. Deve aconselhar outro, que saiba.
Agora, procurar um Gabinete de Apoio Jurídico! Sem palavras.
Ainda por cima, veio ao Gabinete e pensou que não estava falando com um Advogado, queria falar com a coordenadora, "porque fala a mesma língua, de jurista"!
E entrou toda emproada, porque parece-me que os piores tecnicamente, tem que fazer uma postura diferente. O Advogado que sabe, não precisa ser arrogante. Nem viria se informar aqui, é certo.
Se calhar na linguagem de jurista mal informado, não se sabe que os Gabinetes de Apoio Jurídico tem que ser constituídos exclusivamente por juristas e ainda há quem defenda que só devem ser por Advogados e Solicitadores. No Mundo de fantasia que a Advogada em questão criou, não há procuradoria ilícita.
O mais certo foi ela achar que o lugar onde trabalho é um Gabinete de Bitaites sobre a Lei dos Estrangeiros, que são efectuados por qualquer um.
Coitado do representado, nas mãos desta senhora.

terça-feira, 4 de janeiro de 2005

Barbárie

Iraque: Governador de Bagdad assassinado
O Governador de Bagdad, Ali Radi al-Haidari, e um dos seus guarda-costas foram assassinados esta manhã por homens armados na capital iraquiana, avança a AFP citando fontes do Ministério do Interior.
"Um grupo de homens armados abriu fogo sobre a caravana de carros em que seguia o governador rumo aos bairros de al-Hurreya e al-Adl, na zona oeste de Bagdad", precisou uma fonte do Ministério do Interior ouvida pela agência francesa. "O governador e o seu guarda-costas morreram depois de terem ficado gravemente feridos. Ali al-Haidari sucumbiu aos ferimentos quando chegou ao hospital", acrescentou ainda.
Fonte: PÚBLICO
O Mundo parece um filme! Só que os actores morrem de verdade.